A Grande Mãe, O Princípio Do Eterno Feminino

 

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A Grande Mãe representa a Energia Universal Geradora, o Útero de Toda Criação. Na Sagrada Tradição, a Deusa se mostra com três faces: a Virgem, a Mãe/Amante e a Anciã, sendo que esta última ficou mais relacionada à bruxa na imaginação popular. A Deusa Tríplice mostra os mistérios mais profundos da energia feminina, o poder da menstruação.

A Grande Mãe é a face mais conhecida da Deusa e pela qual Ela é mais chamada desde o começo dos tempos. A Deusa como Mãe simboliza aquela que dá a vida, mas também pode tirá-la, assim como tudo na Natureza. Ela se preocupa com seus filhos, ela é fértil, sexual, justa, segura de si.

Podemos entrar em contato com a Divina Mãe sempre que tivermos que fazer qualquer tipo de escolha, pedir bênçãos e proteção, agradecer por algo conseguido, pedir conselhos sobre que caminho tomar, ou mesmo quando busca estar em paz.

Como as outras faces, a Mãe também foi representada em diversas culturas do mundo e teve muitos nomes, tais como Deméter, Isis, Freya.

A adoração a uma Deusa Mãe foi a primeira forma de religiosidade dos povos antigos, mesmo no período Paleolítico. Há muitas evidências arqueológicas cerâmicas e pinturas nas cavernas que mostram esta realidade.

Uma grande evidência desse culto antigo vem das numerosas estátuas de mulheres grávidas com seios, quadris, coxas e vulvas exagerados. Os arqueólogos chamam essas imagens de “Vênus”. Tais estátuas foram encontradas na Espanha, França, Alemanha, Áustria, Checoslováquia e Rússia e parecem ter pelo menos dez mil anos.

São objetos particularmente interessantes porque mostram que a fertilidade da mulher era vista como sagrada. Talvez por isso exista uma relação tão grande entre a mulher e a Terra como um todo, pois os antigos viam como a Energia Criadora, que dava à luz uma nova vida, era feminina.

No entanto, que isso jamais teve o intuito de afirmar que os povos antigos acreditavam única e exclusivamente numa Grande Mãe; afirmar isso seria ignorar toda a crença politeísta que guiou os dias de hoje. O Sagrado Feminino não significava UM Sagrado Feminino, mas a sua representação.

Os seguidores da Sagrada Tradição veem o Sagrado Feminino como “A Deusa dos Mil Nomes”, em função da variedade de cultos a deusas em toda a história das civilizações.

Isto não significa que exista, na verdade, uma só Deusa que tenha tantas faces, mas que todas essas faces sejam divindades distintas. A denominação única “Deusa” não nos leva a um monoteísmo; pelo contrário! Apenas usamos para denominar essa crença no Sagrado Feminino como um todo.

Podemos entrar em contato com a Divina Mãe sempre que tivermos que fazer qualquer tipo de escolha, pedir bênçãos e proteção, agradecer por algo conseguido, pedir conselhos sobre que caminho tomar, ou mesmo quando busca estar em paz.

Oração da Grande Mãe

A sua Arte, Senhora, veio à luz.
Quem poderá escapar de seu poder?
Sua forma é um eterno mistério;
Sua presença paira
Sobre as terras quentes.
Os mares te obedecem,
As tempestades de acalmam.
A sua vontade detém o dilúvio.
E Eu, tua pequena criatura,
Faço a saudação:
Minha Grande Rainha,
Minha Grande Mãe!

Fonte: http://wicca.sucessoecultura.com/

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AS LINHAS LEY E OS CENTROS DE PODER DO PLANETA TERRA

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Assim como o corpo humano, que possui um sistema de sensores e relês nervosos, também a Terra os possui. Segundo os Ensinamentos Ancestrais, as antigas civilizações ergueram locais de culto para assinalar o plexo de tais pontos no corpo da Terra. A energia que flui de ponto a ponto (seu relê nervoso) é conhecido atualmente como Linhas Ley.Seu termo “Ley” é uma palavra relativamente recente criada para descrever simplesmente uma linha reta que conecta dois pontos, mas tem um significado muito mais amplo. Define-se linhas ley como o aspecto cristalino consciente do fluxo eletromagnético – linhas e correntes que cruzam o planeta em forma de rede. Linhas ley são fluxos “treinados” de energia eletromagnética e, para fins de comparação, pode-se dizer que elas atuam como o sistema nervoso de Gaia. 

Pode-se dizer que as linhas ley existem em diversas formas, com diferentes graus de refinamento de várias formas de energia. As linhas ley são padrões energéticos que correm tanto em cima como embaixo da Terra. Elas circunavegam a Terra numa variedade de caminhos, baseados em leis matemáticas, leis geométricas, essência vibracional, força geológica e campos eletromagnéticos e mineralógicos. Elas mudam e se movem, e têm sido utilizadas numa infinidade de modos através de éons do espaço-tempo. Nas eras de maior entendimento, épocas de maior tecnologia, elas foram percorridas como autoestradas, utilizando-se a intensificação de energias muito refinadas. Através de tal entendimento, as linhas ley tinham a capacidade de ser usadas como condutores de transferência de energia e para comunicação.

Em 1925 Alfred Watkins redescobriu o conceito de energia da rede elétrica formada por linhas que ligam pontos de energia psíquicas altamente energéticas. Acredita-se que estes centros de energia psíquica foram criados por formações naturais como picos de montanhas, fontes e lagos, bem como construções artificiais adicionados à paisagem.

Desde a Queda de Atlântida, sua utilização amplificada cessou, e perdeu-se a capacidade de sustentar este modo de uso. Como resultado, a rede refinada não está mais intacta, de modo que as linhas ley estão partidas em algumas áreas, rasgadas em outras, e as autoestradas e caminhos parecem não fazerem sentido. Elas não se conectam mais completamente através do globo.A essência básica das linhas ley decorre de uma fonte natural. Elas são correntes de Energia Telúrica. À medida que elas se refinaram, algumas foram codificadas e construídas em novos paradigmas, os quais chamam-se de quinta e sexta dimensão. Estas substituíram as antigas, mas nem todos as descobriram ainda. Pode-se dizer que o sistema de linhas ley atua como o sistema nervoso do planeta vivo,pois o planeta também possui o que pode ser chamado de Linhas Axiatonais, Meridianos e Chakras.As linhas ley são uma espécie de rotas de energia que ligam locais sagrados. É curioso ver como alguns lugares sagrados, como igrejas e monumentos, estão unidos por uma linha reta perfeita.É uma rede telúrica invisível. Onde estas linhas cruzam energia no lugar certo, há sempre um Monumento Megalítico, uma capela, uma catedral ou outro lugar sagrado.

Na verdade, o fato de se manterem assim intactas deve-se, em grande parte, ao trabalho dos Druidas que fugiram da Atlântida, antes da sua extinção, indo para mosteiros existentes na Grã-Bretanha, Europa, Egito e Og. As mais prolíficas foram as seitas da Grã-Bretanha e da França, que usavam aspectos antigravitacionais das linhas ley e som para ajudar na formação de círculos de pedras.As linhas ley sobreviveram por uma infinidade de razões; Elas foram amplificadas por círculos de pedra e pelas próprias catedrais que foram construídas no seu caminho, com base na geometria sagrada. No começo, ela não era chamada de linha ley . Era conhecida como Linha Atlas na Atlântida, e Linha Toth no Egito e em Og. Seu nome pagão foi mudado para Miguel e Maria pelas sociedades secretas de sábios para protegê-las da Igreja.Os Franco Maçons, que construíram catedrais capazes de amplificar as energias das linhas ley, utilizavam sempre a Geometria Sagrada . Quase todas as Catedrais e Monumentos Gregos foram construídos na base phi, o segmento áureo, diretamente nos nós de força ao longo das linhas ley.

As linhas ley não são constantes, muitos fatores podem causar sua mudança. Muitos fatores se somam ao seu complexo conteúdo energético, ou à falta dele. Pressão tectônica, magma, energia solar, ocorrência natural de campos eletromagnéticos postos em ação por minerais como o quartzo e até a decomposição de matéria orgânica, tudo isto cria calor e carga elétrica. Estas energias se acumulam e fluem através dos caminhos de condutividade da Terra, tanto sobre a crosta terrestre quanto ligeiramente acima ou embaixo dela. As regiões e locais da Terra, ricos em metal natural ou em teor de mineral condutivo, atraem a corrente destes fluxos eletromagnéticos. Quase todos os templos de geometria sagrada construídos pelos asiáticos, romanos, gregos, egípcios e maias têm linhas ley passando por eles. Algumas dessas estruturas foram construídas sobre as linhas ley, outras atraíram-nas para si. Muitos pontos nas linhas ley formam vórtices espirais.

OS VÓRTICES E AS LINHAS LEY

Os Vórtices  se formam por várias razões. Geralmente se entende que a causa é a intersecção de linhas ley. Eles também ocorrem em pontos de pressão tectônica, em vulcões, ao redor de montanhas íngremes e piramidais, ao redor de estruturas construídas pelo homem com base na geometria sagrada. Vórtices ocorrem naturalmente em grandes depósitos minerais, leitos basálticos, batólitos graníticos, confluência de rios, e em quedas d’água. Tudo isto projeta Plasma Subatômicos, íons carregados e campos eletromagnéticos. Esta construção natural de energia começa a girar por natureza e assim forma-se um vórtice.

A eletricidade ocorre naturalmente na Terra de diversas fontes. Água em movimento – como cachoeiras, chuva e ondas quando quebram – produzem cargas, da mesma forma que a decomposição de matéria orgânica, pressão tectônica, vulcões, aquecimento solar e ventos. A própria crosta da superfície da Terra – com seus gases condutores de eletricidade, metais, cristais minerais semicondutores, matéria orgânica molhada e eletrólitos – oferece um excelente meio de se manter e produzir correntes elétricas. A mineralogia da camada abaixo da superfície realiza esse serviço. Íons carregados são atraídos para o solo e esta concentração iônica aumenta a intensidade das correntes telúricas através do efeito eletrodo.

EVIDÊNCIAS QUE COMPROVAM A EXISTÊNCIA DAS LINHAS LEY

A mais antiga evidência a respeito de pesquisadores das linhas de Ley encontra-se no Ashmolean Museum of Oxford. Nele estão expostas um conjunto de 5 pedras mais ou menos do tamanho de um punho, esculpidas em 1400 AC, que representam precisamente os sólidos de Platão descritos no Timeus (que só seriam estudados oficialmente mil anos depois, na Grécia segundo as autoridades). Apesar destas estruturas serem extremamente delicadas e precisas, oficialmente, estas pedras são consideradas “projéteis de algum tipo não definido de boleadeira”.

No British Museum também estão em exposição esferas de metal (de ouro e bronze) vietnamitas com respectivamente 20 e 12 pontos, que se encaixam e rolam umas sobre as outras, marcando uma combinação de 62 pontos e 15 círculos. Estas esferas possuem cerca de 2.500 anos de idade. Apesar destas esferas servirem como objeto de estudo dos sólidos de Platão e da combinação de pontos dentro de uma superfície esférica, oficialmente elas são “objetos de uso religioso não especificado”.

Combinando os dois principais sólidos de Platão, temos uma grade composta de 120 triângulos como a figura ao lado. Esta esfera metálica vazada foi encontrada por arqueólogos em ruínas na cidade de Knossos (durante a Idade Média, diversas imagens como esta apareciam em textos de alquimia e ela era chamada de “Esfera Celestial” por eles). Sua função era ser deixada ao sol para estudos da projeção das sombras sobre a esfera central. Com isto, os gregos (e egípcios e posteriormente os Pitagóricos, Alquimistas e Templários) conseguiram medidas precisas de distâncias no planeta, que só foram igualadas em precisão neste século, com os mapeamentos por satélite. Oficialmente, este é uma “esfera ornamental, de função desconhecida”

Como todos nós sabemos, os sólidos de Platão são 5 (tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro e icosaedro). Pense nos dados de RPG. Porque apenas cinco? A resposta está nos cinco elementos do pentagrama usado na magia. Estes elementos estão também relacionados com sólidos geométricos, além das cores e símbolos tradicionais. Então temos: Fogo = tetraedro, Terra = cubo, Ar = octaedro, Água = Icosaedro e Espírito ou Prana = Dodecaedro. As Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos dentro de uma única esfera e o resultado foi um mapa de linhas formado por 120 grandes círculos e 4.862 pontos.

AS LINHAS LEY E O CORPO HUMANO

Cada linha ley, cada lugar sagrado, pode afetar e afeta o campo eletromagnético humano. Além disto, os arcos e ângulos de luz dos planetas e estrelas alimentam e influenciam as áreas de concentração de energia telúrica (que são chamados de vórtices elétricos ou externos) e, dependendo do alinhamento deles, podem realmente criar PORTAIS que atraem para dentro, ou aberturas que recebem luz-energia de fótons de luz estelar e solar, bem como das malhas de rede planetárias e de dimensões mais elevadas.

Se aceitarmos o postulado de que certos pontos de energia mais elevada existem neste planeta, e que eles realmente têm uma matriz cristalizada que projeta um padrão geométrico específico, então também podemos entender que estas fontes vivas de energia se comunicam através de oscilações harmônicas de energia. Por exemplo, se tivermos um diapasão na clave de Dó e tocarmos uma nota Dó num piano, a vibração musical desse piano também vai criar uma vibração nesse diapasão, por causa da lei que os cientistas chamam de oscilação harmônica. As oscilações harmônicas entre pontos de força da Terra e das dimensões mais elevadas também estão “afinadas” assim, de modo a ressoar aos harmônicos compatíveis.

Assim como o corpo humano tem sistemas sensoriais e órgãos que mantêm a saúde do corpo físico, o mesmo acontece com as linhas ley. As linhas ley mantêm a saúde da Terra física. Acima dos órgãos do corpo, têm linhas de meridianos que seccionam o corpo e, ao fazerem isto, contribuem para o bem-estar do ser, que então transmite essa energia em diferentes formas, alimentando os órgãos, alimentando os sentidos e a consciência. Da mesma forma que o corpo humano passa por mudanças, assim também a Terra se diversifica e muda. O sistema de linhas ley muda e se adapta em características. Com a anunciada Ascensão Planetária já em curso, e a chegada da “formatura” da Terra, não só o sistema de sensitividade da Terra, mas também o do ser humano vão se ajustar.Acima do sistema de meridianos do corpo humano, está o que chamamos de linhas axiotonais. As linhas axiotonais são linhas distintas que conectam o corpo emocional, o corpo mental, o corpo causal, etc… ao corpo ascendido. E assim acontece com a Terra.

A TERRA /GAIA E AS LINHAS LEY

A Terra também tem linhas axiotonais definidas por qualidades espirituais e celestiais, mais uma vez, baseadas na matemática sagrada. Estas tocam certas áreas das linhas ley – tocam mas não se apoiam sobre elas, mas interseccionam. Especialmente nos lugares em que as linhas ley estão rasgadas, partidas e desconectadas, as linhas axiotonais agem como pontes, pontes de uma dimensão para outra, para vencer abismos no conhecimento, para vencer abismos na história, para vencer os vazios da energia que se esgotou ou se desfez.

Quando visita-se uma conjunção de energia ley, ou um local sagrado, ou um complexo de vórtices, absorve-se sua mensagem única, sua geometria única. Cada um carrega em seu campo a energia de cada lugar sagrado, de cada ponto de força e de cada ponto da grade em cada continente que visitou. E têm a capacidade de conectar essas energias a si mesmos e uns aos outros. Aqueles chamados Guardiões da Terra, que foram levados a visitar tais lugares, podem se visualizar conectando-os com a Grade 144, e desta forma ajudar a conectá-los com a grade em evolução. E, neste processo, conectam e ativam a si mesmos.

O segmento de linha ley foi impregnado de luz divina e atraído a pontos de força e a pontos de alinhamento cósmico há cerca de 18.000 anos atrás. Como mencionado antes, a Linha Ley era chamada originalmente de Cinto de Atlas, antes de lhe ser dado um nome judaico-cristão. Mas a fonte de energia é a mesma. Quantas Catedrais Cristãs, construídas com pura geometria sagrada exatamente sobre os vetores e pontos de alinhamento cósmico desta corrente transcendental, teriam sido construídas desta forma, se essa linha ley fosse considerada pagã? Com certeza a igreja controladora teria proibido isto. E agora, apesar do seu controle, existem templos incríveis nos locais perfeitos para amplificar as energias de dimensões superiores, energias que não são presas a nenhum dogma religioso, a não ser ao puro Amor celestial.A oscilação harmônica, permite que tais harmônicos mineralógicos sejam a fonte da conexão vibracional entre esses lugares. Esses harmônicos ocorrem não só na mineralogia, mas também por meio da geometria e do quociente de luz.

CONCLUSÃO

É estranho e fascinante cientistas comprovarem algo que há muito tempo é dito e desacreditado. Existe uma sutil ligação entre esses portais dimensionais e as Linhas de Ley, essas que por sua vez, já são alvo dos místicos há muito tempo. São considerado por eles como Centros de poder ou magia e são encontrados tanto na Terra quanto no corpo humano. Nos Ensinamentos Wiccanos, a própria Terra é uma criatura viva e consciente. Em outras palavras, é habitada por um SER ESPIRITUAL, do mesmo modo que nossos corpos são habitados por uma ALMA/ESPÍRITO. A Terra se alimenta da radiação de outros corpos planetários ao seu redor.Sua natureza física é como a natureza física das criaturas que nela vivem. Está sujeita a doenças, envelhecimento e declínio. Hoje, os rios, córregos e oceanos (sistema sanguíneo) estão cheios de toxinas criadas pelos seres humanos (do mesmo modo como vírus e bactérias criam toxinas em nossos próprios corpos). A Terra está muito adoentada e pede para ser curada.De acordo com os Ensinamentos Wiccanos, a Terra possui CHAKRAS, exatamente como o corpo humano. Segue-se uma lista desses centros, como compiladas pelos Ocultistas Ocidentais:

1. A colina sagrada de Arunachala, no sul da Índia.
2. A região trans-himalaia do Deserto de Gobi.
3. Cairo, Egito.
4. Glastonbury, na Inglaterra.
5. Antigo local da Suméria, no Baixo Eufrates.
6. Monte Shasta, na Califórnia.
7. Uma montanha a cerca de 100 milhas do litoral do Peru, na região dos Andes, imediatamente oposta a Arunachala.

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A “Luz é Invencível” traz mais esse assunto que nos faz pensar o quanto temos de amar nosso Planeta,cuidar dele e o quanto todo esse sistema interfere em nossas vidas,tanto na parte física quanto na mental e na espiritual.O despertar da Terra para uma nova fase de lucidez de seus habitantes, proporcionará o resgate destas forças, que fizeram parte dos povos antigos e que agora voltam em toda a sua plenitude.Esperemos com este texto, ter levado mais um pouco de conhecimento e despertar á todos.

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“A verdade tem um meio de evoluir nos corações de todos que buscam, apesar das limitações do patriarcado ou de qualquer outro dogma restritivo. Todos somos a família do Homem.”(desconhecido,porém, inteligente)

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Bibliografia para consulta

1-O Xamanismo e as linhas misteriosas
Paul Devereux
2-Eletromagnetismo
John A.Buck
3-Stonehenge
Bernard Cornwell
4-The Stonehenge Legacy
Sam Christer
5-Megalith
Aylmer Von Fleisher
6-Stonehenge Phrofesy
Ken Salyers
7-The Stonehenge Gate
Jack Willamson
8-La Geometria Oculta de La Vida
Karen L. French
9-O Gótico das Catedrais
Stella Teles Vital Brazil
10-As Catedrais
Patrick Demouy
11-Pilares da Terra
Ken Follet
12-Geobiologia
Antonio Rodrigues
13-O Mistério das Catedrais
Fulcanelli
14-Catedral de Chartres
Sonja Klug
15-O Nascimento da Franco-Maçonaria
Alain Bauer
16-Esoterismo e magia no mundo Ocidental
Jay Kinney
17-Gaia-A cura para um Planeta doente
James Lovelock
18-Gaia-alerta final
James Lovelock
19-Um novo olhar sobre a vida na Terra
James Lovelock
20-Gaia Ciência
Friedrich Nietzsche
21-Os escolhidos de Gaia
Marcela Mariz
22-Gaia conections
Alan S. Miller
23-Arquitetura e Geometria Sagrada pelo Mundo
Leonard Ribordy
24-Planeta Terra em Transição
Izoldino Resende

Nota: Biblioteca Virtual

Divulgação: @omundodegaya

O CREDO DAS SACERDOTISAS

 

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Ouça agora a palavra das Sacerdotisas,
os segredos que na noite escondemos,
Quando a obscuridade era caminho e destino,
e que agora à luz nós trazemos.

Conhecendo a essência profunda,
dos mistérios da Água e do Fogo,
E da Terra e do Ar que circunda,
manteve silêncio o nosso povo.

No eterno renascimento da Natureza,
à passagem do Inverno e da Primavera,
Compartilhamos com o Universo da vida,
que num Círculo Mágico se alegra.

Quatro vezes por ano somos vistas,
no retorno dos grandes Sabás,
No antigo Halloween e em Beltane,
ou dançando em Imbolc e Lammas.

Dia e noite em tempo iguais vão estar,
ou o Sol bem mais perto ou longe de nós,
Quando, mais uma vez, Bruxas a festejar,
Ostara, Mabon, Litha ou Yule saudar.

Treze Luas de prata cada ano tem,
e treze são os Covens também,
Treze vezes dançar nos Esbás com alegria,
para saudar a cada precioso ano e dia.

De um século a outro persiste o poder,
Que através das eras tem sido levado,
Transmitido sempre entre homem e mulher,
desde o princípio de todo o passado.

Quando o círculo mágico for desenhado,
do poder conferido a algum instrumento,
Seu compasso será a união entre os mundos,
na Terra das sombras daquele momento.

O mundo comum não deve saber,
e o mundo do além também não dirá,
Que o maior dos Deuses se faz conhecer,
e a grande Magia ali se realizará.

Na Natureza, são dois os poderes,
com formas e forças sagradas,
Nesse templo, são dois os pilares,
que protegem e guardam a entrada.

E fazer o que queres, será o desafio,
como amar a um Amor que a ninguém vá magoar.
Essa única regra seguimos a fio,
para a Magia dos antigos se manifestar.

Oito palavras o credo das Sacerdotisas enseja:
sem prejudicar a ninguém, faça o que você deseja!

 

Doreen Valiente, “Witchcraft For Tomorrow” pp.172-173

Versão Traduzida para o Português

 

ESPÍRITOS DA NATUREZA

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Os relatos que nos chegam até os dias de hoje sobre estes seres são graças à tradição oral, que conservou um legado na forma de poesias, cantigas, lendas e mitos. Sabemos que os povos celtas consideravam a natureza como um princípio sagrado. Além do culto que prestavam aos Deuses e aos antepassados, cultuavam também as árvores, as fontes, as pedras e os espíritos da natureza ou os seres feéricos.

No Druidismo não existem elementais, como são conhecidos popularmente, associados aos quatro elementos, de origem grega. Na realidade Druídica o mundo é composto por Três Reinos:

– O Céu, que está acima de nós e representa a luz, a inspiração e os Deuses.

– A Terra, que está abaixo de nós e representa o solo, as raízes e os Espíritos da Natureza.

– O Mar, que está no horizonte e representa o submundo, a água e os Ancestrais.

O mundo antigo era totalmente animista. Acreditava-se que em todos os aspectos do mundo natural havia um espírito ou uma entidade divina, com o qual os seres humanos poderiam estabelecer um contato direto. Entre eles havia uma forma de juramento céltico, muito usado nas religiões politeístas que atribuía características especiais aos elementos da natureza e seus deuses tribais, como mencionamos, o Céu, a Terra e o Mar: “Eu juro pelos deuses se eu quebrar o meu juramento, que o céu caia sobre minha cabeça, que a terra se abra para me engolir e que o mar suba para me afogar”.

A arqueologia e o registro literário indicam que as sociedades celtas indubitavelmente não faziam distinção entre o sagrado e o profano. Na prática dos seus rituais era comum fazer-se oferendas aos espíritos da natureza para manter o equilíbrio entre os Deuses, os homens e as forças sobrenaturais, beneficiando-se assim dessa poderosa energia.

As oferendas aos espíritos locais é uma prática céltica e geralmente são vistas de bom grado, mas o importante é se ter certeza que a oferta é algo que os habitantes locais quereriam receber de fato.

Conforme assinala Miranda Jane A. Green, em seu livro “Celtic Animals, Life and Myth”, “a força solar se manifesta como uma divindade antropomórfica que, no entanto, manteve o seu motivo original para representar o Sol se movendo no céu. O espírito do Sol era capaz de criar e destruir a vida. A água foi reconhecida como uma força poderosa, mais uma vez desde o começo da pré-história européia. Para os celtas, os “Numina” (plural de Numem) de rios, pântanos, lagos e nascentes foram potentes seres sobrenaturais que, como o Sol, poderia tanto promover como destruir as coisas vivas. A água foi percebida como sendo misteriosa: ela cai do céu e fecunda a terra, assim como as nascentes, que às vezes são quentes e possuem propriedades minerais e terapêuticas. Todas essas forças eram veneradas e merecedoras de culto e oferendas.”

Através do poder dessas forças extraordinárias observamos que, comprovadamente existem três dimensões conhecidas como: comprimento, largura e espessura, assim como sabemos que toda matéria animada ou inanimada, possui sua própria energia ou forma de ação, que pode ser: coesão ou força que une as partículas, adesão ou força que se opõe à separação de dois corpos diferentes, atração ou força que aproxima os corpos materiais e repulsa ou força que os repele.

Mas como acreditar em algo que nem sempre pode ser comprovado cientificamente? Alguns elementos podemos ver, sentir, tocar, mas e os outros? Como explicar o ar que respiramos ou a inspiração que nos chega para a escrita ou para a arte no geral?

Simplesmente, sinta!

Ao adentrarmos no campo metafísico, em que há tantas dimensões de natureza vibratória que caminham paralelamente à nossa, podemos dizer que a consciência pode se deslocar no espaço infinito, acessando tanto o passado como o futuro, numa trajetória circular além do tempo presente.

O homem possui uma consciência objetiva ligada aos cinco sentidos: visão, audição, tato, paladar e olfato, assim como funções subjetivas ligadas à memória, à imaginação e ao raciocínio de um modo geral, bem como um sexto sentido ou uma percepção extrasensorial chamada intuição.

A intuição é que nos conecta à consciência cósmica, da qual muitos de nós recebemos informações e mensagens ancestrais, além da inteligência divina e dos espíritos da natureza. Como disse Leonardo da Vinci: “São fúteis e cheias de erros as ciências que não nasceram da experimentação, mãe de todo o conhecimento”. Que assim seja!

Rowena Arnehoy Seneween ®

Referências bibliográficas:

GREEN, Miranda Jane A. – Animals in Celtic Life and Myth – London: Taylor & Franci, 1992.
JUBAINVILLE, Henri-Marie D‘ Arbois – Os Druidas. Os Deuses Celtas com Formas de Animais – SP: Madras, 2003.
MACCULLOCH, J.A. – A Religião dos Antigos Celtas – Edinburgh: T. & T. CLARK, 1911.