DA ALMA PARA O INTELECTO

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Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.

Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Beleza: É a capacidade de amar e encontrar no próximo a continuidade de seu ser.

Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.

Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Entendimento: é quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, mesmo apressado, não reclama.

Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e esquece de retirar.

Maldade: é quando a gente arranca as asas do anjo que deveríamos ser.

Perdão: É uma alegria que a gente dá e que pensava que jamais a teria.

Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.

Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o seu dever.

Perfume: É quando, mesmo de olhos fechados, a gente reconhece quem nos faz feliz.

Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.

Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.

Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.

Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.

Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

Definições (da alma para o intelecto) do livro “O Homem que veio das Sombras” de Luiz Gonzaga Pinheiro
Via: Van Hamazaki : https://www.facebook.com/vanamaki

O CAMINHO DO CORAÇÃO

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Perceba que é fácil encontrar pessoas que dizem que amam a humanidade.
E o mais interessante: Elas nunca amaram um único ser humano.
Não são capazes sequer de dar um bom dia pra quem passa a sua frente pela manhã.
Como podemos amar a humanidade?
A humanidade é uma abstração.
Esses são truques da mente…
Sempre que vc encontrar alguém vc encontrará um ser humano.
A humanidade não existe em lugar algum. Há apenas seres humanos e seres humanos.
A humanidade só existe na mente dos filósofos.
Mas amar a humanidade é uma idéia muito ardilosa, muito enganadora.
Vc pode matar seres humanos em nome da humanidade.
É o que diz Hitler, Stalin e todos os políticos do mundo.
Para salvar a humanidade teremos que matar seres humanos.
Então, perceba: A humanidade não existe. Da mesma forma, a floresta não existe.
O que existe é a árvore. Árvores, árvores e mais árvores…
Se vc começar a procurar a floresta e ignorar as árvores, nunca encontrará a floresta.
Talvez seja por isso que tantas pessoas procuram por Deus e nunca encontram – elas estão procurando por uma abstração.
E as pessoas continuam perguntando: “Onde está Deus?” No meio da floresta, elas perguntam: “Onde está a floresta?”
Mas a floresta está no carvalho, no cedro, no pinheiro.
A floresta se manifesta de mil e uma formas.
Então ame o real, o concreto, e vc poderá ver o mal que as pessoas têm feito em nome de abstrações.
Cristãos lutando e matando Muçulmanos, Muçulmanos lutando e matando Hindus.
E quando vc lhes pergunta por quê, eles dizem: Por Deus.
O Deus muçulmano é uma abstração, o Deus Hindu é uma abstração, o Deus Cristão é uma abstração.
O que existe é a Divindade…
Vc mata Deuses reais em nome de teorias.
Esse não é o caminho.
Então ame o ser vivo que está ao seu lado e encontre Deus.
Não pergunte o que é Deus, não pergunte onde está Deus, não!
Comece amando, e através do amor a definição entrará em vc.
A compreensão virá através do amor – não através do pensamento.
Então, ame o homem, ame a mulher, ame a criança, ame o animal, ame a árvore, ame as estrelas…
Não pergunte por Deus, e vc encontrará Deus.
Esse é o caminho do coração.
 
Osho