O SIMBOLISMO DO DRAGÃO

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O dragão representa o poder mágico do universo e é o guardião da magia, dos elementos e do conhecimento, particularmente o conhecimento mágico. Eles já existiam quando a nossa galáxia foi criada, por isso ficamos espantados quando vemos um dragão, pois percebemos a magnitude do seu Poder(Vontade Divina).

Contudo, mesmo com toda a sua imponência, os dragões são Amor puro. Eles inundam os seus companheiros com força e conhecimento, ajudando-os a viver a sua vida de forma independente e livres de medo. Quando um dragão nos toca, ensina-nos a seguir o nosso caminho com coragem, a crescer para além de nós mesmos. Eleva-nos para um plano maior, ajuda-nos a aceitar a nossa divindade e os nossos dons, e aproxima-nos da automaestria e do nosso plano espiritual.

Isso não significa, no entanto, que o dragão traga apenas luz. Acima de tudo, eles prezam a verdade, e por isso mesmo trazem luz e sombra. Com Amor, despertam a nossa luz, mas mostram-nos, também, o nosso lado sombra, para que possamos aceitá-lo e integrá-lo. E assim, nos transformar e amadurecer verdadeiramente”.

Eles são seres de luz, gerados dentro de Sóis Centrais. São extensões, fagulhas, raios, enviados aos planetas e universos, para manter, instalar, gerar força e poder de transformação. São extensões solares geradoras de energia em universos e planetas.

Podem ser vistos nos céus, sua energia se expande, alegra, transmuta, reconstrói tudo o que precisa retornar ao equilíbrio.

Como seres de luz totalmente conscientes de sua origem, poder e missão, amam profundamente, são unos e totalmente integrados aos seres vivos. Qualquer forma de seres. Toda sorte de seres.

São chispas divinas solares. Integram-se às grades de energia supra e intra das esferas. Possuem poder para rir, amar, enviar cura, potencializar toda forma de vida, pois possuem em seu ser, os dons divinos solares, da fonte solar onde foram gerados.

Peçam ajuda, pois eles são a ajuda potencializadora da manifestação dos seres sencientes, que evoluem em direção à luz.

Foram associados ao fogo, com poderes de destruição, por homens que sabiam de sua existência e poder. E por saberem de seus dons solares divinos, foram habilmente transformados em criaturas terríveis nas mentes e corações humanos, para que nenhum humano soubesse de seus dons divinos, pois eles reconstroem mundos, que se afastam muito da luz. Esse é um dos motivos da sua criação. Eles estão no universo para equilibrar mundos e englobá-los em luz.

São pura energia divina, e precisa ser bem conduzida. O que vemos em nosso mundo, está sendo reconstruído pelo nosso poder de manifestação, que nos chega ampliado de diferentes fontes. Uma delas, é através da energia dos dragões de luz, as chispas solares divinas, criadas e geradas em diferentes sóis.

Anjos utilizam os poderes de luz divina dos dragões. Dragões, são as espadas de luz dos Arcanjos.

Ajudem-nos a reconstruir nosso mundo.

 

Start da 5ª Dimensão

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7 SINAIS DE QUE VOCÊ É UM PORTADOR DA LUZ

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1. Você não se sente superior aos outros, mas se sente mais poderoso/empoderado.

Você é instigado a causar um impacto positivo neste mundo e sabe disso subconscientemente.

2. Você sente o desejo de manifestar a divindade dentro de você.

Você sente que há algo dentro de você que pode mudar o mundo. Como um fogo que pode iluminar todo o mundo, mesmo você não esteja ciente do que exatamente é essa coisa. Você quer projetar/lançar essa coisa especial e tenta integrá-la em todas as suas atividades.

3. Você sente que agora é a hora de você espalhar A Paz, A Luz e A Unicidade.

Você tem aversão por drama e negatividade, e sempre que há um conflito você é a pessoa que tenta acalmar as coisas. Você quer conectar pessoas diferentes porque acredita que a química delas pode ser poderosa. Você está sempre positivo e brincando com os outros.

4. Você tem suas próprias crenças e práticas.

O poder pode diferir do dos outros, mas segue um Código constante que é comum a qualquer pessoa, independentemente de afinidade religiosa ou grupos espirituais. Este Código deriva do Divino, que é a Fonte de tudo e abrange tudo.

5. Você é dotado de Paciência incomparável.

Você tem Paciência e Compreensão que transcende os desafios da vida diária. Você vê o Propósito maior das coisas e o Amor Eterno que bate dentro de cada vida.

6. Você se move com graça e serenidade.

Apesar dos desafios da sua própria vida, você é capaz de oferecer Amor e Luz a todos os seres vivos. Mesmo que a sua vida corra risco, você sai e protege todas as formas de vida. Você as defende com o melhor que pode porque acredita que Somos Todos Um.

7. Você sente que está aqui para trazer equilíbrio.

Você tem uma forte tendência a preservar a vida e trazer equilíbrio aos seres humanos e à Natureza. Você faz isso vivendo em defesa da unidade a cada dia. E você nunca pára de se conhecer e evoluir para o melhor que pode ser.

Se todos os itens acima ressoarem com você, abrace o seu Caminho de Portador da Luz. Você exclusivamente está destinado a vivê-lo, e ninguém poderia fazer isso por você.

Você é o Farol neste mundo.
Reivindique a sua Luz e permita que a sua alma ilumine este mundo escuro.

 

Via: Start da 5ª Dimensão

29/05 – Lua Cheia de Maio – Um Diálogo Entre As Plêiades e a Alma Humana

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A Lua Cheia do mês de maio é um dos momentos mais marcantes do ciclo anual. Associada a Vaisakh ou Wesak – um mês da tradição hindu e budista – a lua cheia de maio é uma ocasião em que ocorre certo diálogo entre a Lua, a Terra, o Sol e as Plêiades.
É necessário admitir que o evento anual de Vaisakh tem sido amplamente deturpado por gerações de pseudoteosofistas, entre eles Annie Besant e seus clarividentes da ilusão.
Foi fabricada de modo pouco inteligente uma cerimônia ritualista envolvendo falsos mestres de sabedoria. As farsas antropomórficas em torno de Vaisakh foram produzidas pelos videntes da feitiçaria cerimonial que governaram a Sociedade de Adyar entre 1900 e 1934, e cujos discípulos ainda a governam hoje, em seu ciclo inevitável de decadência.
Toda mentira está condenada a imitar a verdade.
Ao desmistificar a ilusão, percebemos os fatos reais. A Lua Cheia de maio é um evento sagrado, em sua dimensão transcendente e celestial.
O diálogo silencioso entre Lua Cheia, Terra, Sol e Plêiades ocorre ao mesmo tempo no céu e no coração de cada ser humano; inclusive na consciência daqueles que buscam a sabedoria universal.
Associada popularmente ao Senhor Buddha, a inspiração impessoal que desce sobre a humanidade quando o Sol está em Touro inclui um contato com a influência oculta dos Sete Rishis. Situados na constelação Ursa Maior, os Rishis estão mitologicamente associados às “Sete Irmãs” ou Plêiades. Helena P. Blavatsky escreve em “A Doutrina Secreta”:
“… São eles, os Sete Rishis, que marcam o tempo e a duração dos acontecimentos em nosso ciclo setenário de vida. Eles são tão misteriosos como as suas supostas esposas, as Plêiades (…).” [1] 
E H. P. B. acrescenta:
“As Plêiades, como se sabe, são as sete estrelas situadas no limite de Touro, que aparecem no começo da primavera [do hemisfério Norte]. Elas têm um significado bastante oculto na filosofia esotérica do hinduísmo, e estão ligadas ao som e outros princípios místicos da Natureza.” [2]
As “sete irmãs” cumprem um papel decisivo no Universo, tal como é visto desde o nosso pequeno planeta:
“… As Plêiades ocupam o centro da simbologia sideral. Estão situadas no pescoço da constelação deTouro, e são consideradas por Mädler e outros, em astronomia, como o grupo central do sistema da Via Láctea. Na Cabala e no esoterismo do Oriente, elas são vistas como os sete princípios siderais, nascidos do primeiro lado manifestado do triângulo superior, o [triângulo] oculto. Este lado manifestado é Touro(…). As Plêiades (e especialmente Alcione) são, assim, consideradas, inclusive em astronomia, como o ponto central em torno do qual gira o nosso Universo de estrelas fixas. São o foco desde o qual e para o qual a respiração divina, o MOVIMENTO, trabalha incessantemente…”. [3]
Sob o signo de Touro, a lua cheia de maio promove um diálogo entre as Plêiades sagradas e a alma humana. É um momento especial para meditar: nele flui uma inspiração transcendente e sem palavras. Constitui uma ocasião para deixar de lado toda pressa ou distorção dos fatos da vida, e para permitir que os conteúdos mentais e emocionais se reorganizem espontaneamente a partir de uma nova e profunda onda de paz incondicional.
É apropriado dormir mais tempo em torno do plenilúnio de maio, e abrir espaço na agenda para práticas meditativas que não exijam esforço.
Cabe viver um “recolhimento não declarado” nestes dois ou três dias, e adotar uma atitude meditativa que não necessita ser formalizada como tal. O fluir da energia superior transcende todo esforço por catalogá-lo ou classificá-lo. Vale a pena dizer silenciosamente a nós próprios e aos outros:
Om, shanti, paz a todos.
NOTAS:
[1] “The Secret Doctrine”, Helena P. Blavatsky, Theosophy Company, Los Angeles, vol. II, p. 549.
[2] “The Secret Doctrine”, Helena P. Blavatsky, vol. I, p. 648, nota ao pé da página.
[3] “The Secret Doctrine”, vol. II, página 551.
Com tradução, prólogo e notas de Carlos Cardoso Aveline, a obra tem sete capítulos, 85 páginas, e foi publicada em 2014 por “The Aquarian Theosophist”.

Entendendo o Carma

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Até que você vivencie e compreenda as reações advindas de suas ações geradas em outras realidades, você vai continuar a reencarnar em vidas sequenciais na Terra. Nem Deus nem os Senhores do Carma conferem sofrimento a você durante essas vidas. Somente a você caberá decidir o que é necessário para aprender durante a sua jornada terrena. Para cada experiência de vida você vai procurar outras almas, muitas vezes com histórias compartilhadas, e sempre com configurações cármicas correspondentes às suas necessidades. Sempre que você agir com intenção ilícita reincidirá em um novo padrão cármico (ação e reação).

Atos desarmônicos devem ser equilibrados, seja durante esta vida ou numa vida futura para além desta. Essas ações estão enraizadas nas emoções baseadas no medo que precisam ser resolvidas, para que se possa libertar da roda da reencarnação. Você retorna vida após vida para testar a si mesmo para ver se você aprendeu a sua lição. Até que você possa passar por uma vida inteira sem nenhum apego desarmônico você vai continuar a reencarnar. Em outras palavras, quando você puder viver uma vida de perfeita harmonia, a libertação te seguirá, o que é bastante difícil, no ser humano.

Durante a vida nesta dimensão alguns erros podem ocorrer devido a sermos vulneráveis. Até que você descubra a importância de ser espiritual, sem obsessão, você vai continuar a fazer e experimentar as escolhas erradas. Quando encarnam aqui na Terra, a maioria dos humanos entra com dívidas e créditos de experiências, ações, pensamentos, palavras e eventos de vidas passadas/paralelas (a menos que seja um Bodhisattva, que vem aqui apenas para ensinar, compartilhar e ajudar os outros a evoluir).

A principal forma de absolver Karma é fazer paz com você mesmo, e tentar ser o menos egoísta e obcecado possível. Tente manter uma prioridade espiritual em sua vida, reconhecer a força de Deus em si mesmo e nos outros e respeitar isso. A meditação é uma das melhores maneiras para absolver Karma, não importa que tipo de Karma você possa ter. Meditando e até mesmo cantando, você pode formar um relacionamento com o seu eu superior, o que lhe permite processar esta vibração kármica, sem ter que passar pela dor ou experiência física em si.

Fazer uso da chama violeta transmutadora também é uma das maneiras mais eficazes para trabalhar e transmutar padrões kármicos negativos advindos de realidades a que estamos diretamente correlacionados.

Karma não se transmuta “pagando”. Karma se transmuta tendo a compreensão de que não precisamos mais infringir dor a ninguém para viver a nossa verdade.

Tente não ser imoral ou agir de forma ilícita na sua busca de poder, amor, sexo, dinheiro ou o que seja, porque se você tirar proveito de outras pessoas, você se machucará na busca do material de qualquer coisa nesta dimensão. É assim que você acumula vibrações cármicas negativas que devem ser absolvidos por sua alma a evoluir. Os seres mais evoluídos são aqueles que absolveram seu Karma. As pessoas menos evoluídos são os presos em rotinas de dor, agonia, tortura e auto-destruição em suas vidas que nem sequer entendem Karma ou se recusam a admitir o seu poder e a sua verdade.

Maiana Lena, consciência unificada na missão de servir à luz!

Autor: Maiana Lena
Apometria Kármica. Tarô Kármico. Astrologia e Numerologia Kármica. Limpeza Energética de Ambientes. Tratamentos de Cura Multidimensional. Cursos e Atendimentos. http://www.maianalena.com.br
E-mail: mayana.lena@gmail.com

A Mediunidade, da Antiguidade aos Dias Atuais

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Allan Kardec no cap. XIV de O Livro dos Médiuns, fala que todo aquele que sente em qualquer grau a presença dos espíritos é por isso mesmo médium. Para nós espíritas é ponto pacifico afirmar, que a mediunidade, é uma faculdade natural, inerente ao ser humano, que independe da crença religiosa e se fez presente em todas as épocas da humanidade, sendo inúmeras vezes, confundida e deturpada pelos homens ao longos dos séculos.

Nas antigas civilizações do oriente no Egito, na Pérsia, na Síria e nas do ocidente na Grécia e em Roma, citada também nos vedas e nos livros sagrados de outras religiões, a mediunidade era tida como crença geral, e os médiuns vistos como seres privilegiados pelos deuses, e por esse fato semi-deuses. Denominados como pítons, pitonisas, oráculos, magos, sacerdotes, etc., eram avidamente consultados em busca das mais variadas informações que atendessem aos diversos interesses daqueles que os procuravam.

Os relatos, inclusive os citados na bíblia, referem-se a aparição de anjos, demônios e possessões variadas que marcaram a fenomenologia da época, sedimentando conceitos atávicos e ritualísticos, que ainda fazem parte dos nossos dias. Era comum na Grécia antiga e em outros povos os médiuns atuarem como conselheiros do reis, como também era comum, os retiros do homem para a natureza ou para o insulamento em monastérios buscando o estudo e a prática da filosofia, como fazia Platão, que galgava a montanha do Imec, buscando lá o refúgio e tranqüilidade para suas conjecturas, ou mesmo Moisés, que subiu ao monte Sinai no intuito de obter respostas que atendessem às suas necessidades espirituais mais prementes.

Mas é com o Cristo, que a mediunidade adquire um maior substrato moral e vem orientada pela disciplina que a sua condição de médium de Deus proporciona, visto que, Ele confabulava diretamente com Deus, e que, esse fato por si só, já era suficiente para promover uma nova disposição moral nas atitudes e no comportamento do homem, em função da aplicação da Lei do Amor, inquestionavelmente traduzida em seus ensinamentos.

A ignorância, no que se refere a mediunidade e os interesses espúrios que o fanatismo religioso produzia, detonaram perseguições implacáveis aos médiuns, tanto ao tempo de Jesus quanto na Idade Média, quando ela é tachada de intervenção demoníaca e os médiuns levados ao martírio da fogueira como ocorreu com Joana D’arc, por não abjurar de suas vozes, que revelavam a sobrevivência da alma e a comunicabilidade da mesma.

Os acontecimentos de Hydesville em 1848 nos EUA, e em seguida os fenômenos das mesas girantes que invadiram a Europa, que inicialmente servia a fins fúteis, trouxeram novos enfoques sobre a mediunidade, pois os fatos como sabemos, estavam obedecendo uma previa programação do mundo espiritual, tanto que, em 1854, chegam ao conhecimento do Insigne professor, Hyppolyte Leon Denizard Rivail, em Paris, que após análise rigorosa, se propõe aprofundar as investigações sobre o tema, comparando, observando e julgando, para apresentar ao mundo a mediunidade como uma faculdade de natureza orgânica inerente ao ser humano, que se exterioriza pela ação dos espíritos. Inquestionavelmente a prudência e o bom senso de Kardec, resultaram em uma pesquisa refinada, de rara qualidade, que nos deixou como grande legado sua maravilhosa obra.

A obra de Kardec despertou um interesse bombástico pelo assunto, e isso descambou em grandes pesquisas, como as de César Lombroso, Ernesto Bozzano, Gabriel Dellane, e tantos outros pesquisadores de renome que contribuíram de forma magnífica para o enriquecimento da Doutrina nesse contexto.

De Kardec aos nossos dias muito se tem estudado acerca da mediunidade, embora alguns, teimem em manter vivos conceitos atávicos oriundos de outros tempos, em virtude da falta de estudo. Contudo, a espiritualidade maior não descansa nos ensinamentos e a Providência Divina não nos deixa órfãos de missionários que alavanquem o nosso crescimento espiritual, se atentarmos para a grande produção mediúnica no campo literário, através de Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco, Ivone A. Pereira e tantos outros médiuns sérios, perceberemos que o nosso conhecimento sobre a mediunidade é ainda ínfimo, diante desse manancial de luz.

Warwick Mota – Brasília – DF

Via: www.espirito.org.br

DEZ MANDAMENTOS PARA O TRABALHO ESPIRITUAL

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  1. Não se desconectar da matéria. O excesso de espiritualismo pode criar uma descompensação com graves prejuízos para a vida pessoal e material de uma pessoa. A matéria é tão importante quanto o espírito; ambos são matizes, graus da mesma manifestação. Nenhum dos dois pode prevalecer sobre o outro.

ANTÍDOTO: EQUILÍBRIO.

 

  1. Não despertar os poderes antes da consciência. Os poderes estão a serviço da consciência. Não é preciso buscá-los; quando chega o momento, eles surgem naturalmente. Buscar o poder antes do saber é inverter a ordem natural do processo. Para que sirvam a consciência, os poderes devem ser doados a partir de algo além de nossa vontade.

ANTÍDOTO: EQÜANIMIDADE.

 

  1. Não fixar-se em pessoas em vez de em suas informações. Você não monta uma casa em um túnel. Ele é só um meio para se chegar até ela. Quem depende de um mestre volta à infância psicólogica. Em um processo de iniciação ou terapêutico isso pode ser necessário, mas somente como uma fase a superar, e não como um estado onde parar.

ANTÍDOTOS: DISCERNIMENTO E MODERAÇÃO.

 

  1. Não sentir excesso de autoconfiança. Quem se crê autosuficiente é uma presa fácil para os agentes do engano e não raro se vê envolvido por eles. Quem crê demais na própria capacidade está fadado a equivocar-se.

ANTÍDOTO: DESCONFIAR DE SI MESMO.

 

  1. Não sentir-se superior. Nunca julgue que a própria linha de trabalho é superior às demais. Essa superioridade é a antítese do esoterismo, que afirma justamente a onipresença da consciência em todos os seres e caminhos. Essa postura desconecta uma pessoa das autênticas correntes da consciência amplificada, e é o ponto de partida para a via negra.

ANTÍDOTO: EQÜIDADE.

 

  1. Não deixar-se levar por impulsos messiânicos. A vontade de salvar os demais é uma armadilha fatal. Sua tela de fundo é a vaidade e a insegurança. Essa fobia paranóica rompe com os canais de conexão com o mestre interior, bloqueia o processo de autoconhecimento e lança a espiritualidade numa espiral involuta, além de inibir o direito ao “livre-arbítrio de cada um”.

ANTÍDOTO: CONFIANÇA NA EXISTÊNCIA.

 

  1. Não tomar medidas inconseqüentes. O entusiasmo pode levar uma pessoa a romper com seu círculo profissional e familiar sem necessidade. Com o “fluir” ou o “fechar os olhos e saltar” — axiomas que só deveriam ser usados em situações muito especiais —, os idiotas mais entusiasmados do mundo esotérico incentivam os recém-chegados a se arrebentarem logo na largada.

ANTÍDOTO: RESPONSABILIDADE SERENA.

 

  1. Não agir com demasiada rigidez. Encantada com as novas informações que lhe ampliam a consciência, uma pessoa pode-se tornar intolerante. Ela tem a tentação de impor sua forma de pensar e seus modelos de conduta aos demais. Limitando sua capacidade de ver a partir de outras perspectivas, ela perde o acréscimo de consciência que havia conquistado.

ANTÍDOTO: TOLERÂNCIA E RELAXAMENTO.

 

  1. Não se dispersar. Estudar ou praticar demasiadas coisas ao mesmo tempo sem aprofundar-se em nenhuma delas leva a uma falsa sensação de saber. Nessa atitude, pode-se passar uma vida inteira andando em círculos, enquanto se faz passar por um sábio.

ANTÍDOTO: CONCENTRAÇÃO.

 

  1. Não abusar. Manipuladas, as informações espirituais servem de álibis ou justificativas convincentes para os piores atavismos. Usar essas informações para fins muito particulares é um crime. Ninguém profana impunemente o que pertence a todos.

ANTÍDOTO: RETIDÃO E INTEGRIDADE.

 

Equilíbrio, eqüanimidade, discernimento e moderação, eqüidade, tolerância e relaxamento, confiança na existência, responsabilidade serena, desconfiança de si mesmo, concentração, retidão e integridade são a grande proteção daquele que se aventura pelo mundo espiritual e esotérico.

Por outro lado, quem se assegura dessas qualidades pode fazer o que quiser nesse campo que estará sempre num bom caminho.

 

 

NOTA:  Não conhecemos o autor deste texto – se alguém souber com segurança favor nos avisar para que possamos dar os devidos créditos.

 

A VONTADE DO CÉU

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Não basta conhecer os métodos que permitem que se tornem clarividentes, magos, alquimistas e etc. Deve-se questionar primeiro sobre o objetivo com o qual se trabalha, e saber que existem leis a serem respeitadas…

Quem pratica os métodos do Ocultismo apenas para o próprio interesse, infringe as leis da harmonia cósmica e, no final, será o próprio cosmos que colocará um veto, e ele fracassará lamentavelmente.
Muitos ocultistas ou pretensos espiritualistas, que trabalhavam para alcançarem determinadas realizações, sem se preocuparem em saber se trabalhavam em harmonia com os projetos da Inteligência cósmica, acabaram muito mal.
As obras sobre ciências ocultas propõem um grande número de técnicas, de ritos, dos quais muitos trazem riscos.
Mas nenhuma dessas práticas vale tanto quanto aquela de se colocar em harmonia com a ordem cósmica.
E as coisas vão mais além: para aquele que não se preocupa em conservar a harmonia e se deixa subjugar pelas próprias tendências anárquicas, até as práticas mais inofensivas se tornam perigosas e se voltam contra ele.(…)
Em que coisa os seres humanos se empenham todos os dias?
Em satisfazer os seus desejos e realizar as suas ambições.
Eles nunca se perguntaram sobre a natureza de todos esses cálculos, desses planos e desses arranjos?
Nunca pensaram em perguntar ao Céu: ´Oh, espíritos luminosos, estamos de acordo com os seus projetos?
Qual é a opinião de vocês?
Quais intenções vocês têm em relação a nós?
Onde e como devemos trabalhar para realizar a sua vontade?´.
Pouquíssimas pessoas se colocam essas perguntas. Porém, nada é mais importante para o homem do que suplicar às entidades invisíveis para que lhe dêem, finalmente, a possibilidade de realizar os projetos do Céu.
Nesse momento toda a sua vida muda, e ele pára de agir segundo os seus caprichos, as suas fraquezas, a sua cegueira.
Esforçando-se para conhecer a vontade do Céu, ele se coloca em outros trilhos, segue um rumo que corresponde aos projetos de Deus, e essa é a verdadeira vida!”


Por: Omraam Mikhaël Aïvanhov

Via: Gena Teresa – https://www.facebook.com/gena.teresa.3