Entendendo o Carma

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Até que você vivencie e compreenda as reações advindas de suas ações geradas em outras realidades, você vai continuar a reencarnar em vidas sequenciais na Terra. Nem Deus nem os Senhores do Carma conferem sofrimento a você durante essas vidas. Somente a você caberá decidir o que é necessário para aprender durante a sua jornada terrena. Para cada experiência de vida você vai procurar outras almas, muitas vezes com histórias compartilhadas, e sempre com configurações cármicas correspondentes às suas necessidades. Sempre que você agir com intenção ilícita reincidirá em um novo padrão cármico (ação e reação).

Atos desarmônicos devem ser equilibrados, seja durante esta vida ou numa vida futura para além desta. Essas ações estão enraizadas nas emoções baseadas no medo que precisam ser resolvidas, para que se possa libertar da roda da reencarnação. Você retorna vida após vida para testar a si mesmo para ver se você aprendeu a sua lição. Até que você possa passar por uma vida inteira sem nenhum apego desarmônico você vai continuar a reencarnar. Em outras palavras, quando você puder viver uma vida de perfeita harmonia, a libertação te seguirá, o que é bastante difícil, no ser humano.

Durante a vida nesta dimensão alguns erros podem ocorrer devido a sermos vulneráveis. Até que você descubra a importância de ser espiritual, sem obsessão, você vai continuar a fazer e experimentar as escolhas erradas. Quando encarnam aqui na Terra, a maioria dos humanos entra com dívidas e créditos de experiências, ações, pensamentos, palavras e eventos de vidas passadas/paralelas (a menos que seja um Bodhisattva, que vem aqui apenas para ensinar, compartilhar e ajudar os outros a evoluir).

A principal forma de absolver Karma é fazer paz com você mesmo, e tentar ser o menos egoísta e obcecado possível. Tente manter uma prioridade espiritual em sua vida, reconhecer a força de Deus em si mesmo e nos outros e respeitar isso. A meditação é uma das melhores maneiras para absolver Karma, não importa que tipo de Karma você possa ter. Meditando e até mesmo cantando, você pode formar um relacionamento com o seu eu superior, o que lhe permite processar esta vibração kármica, sem ter que passar pela dor ou experiência física em si.

Fazer uso da chama violeta transmutadora também é uma das maneiras mais eficazes para trabalhar e transmutar padrões kármicos negativos advindos de realidades a que estamos diretamente correlacionados.

Karma não se transmuta “pagando”. Karma se transmuta tendo a compreensão de que não precisamos mais infringir dor a ninguém para viver a nossa verdade.

Tente não ser imoral ou agir de forma ilícita na sua busca de poder, amor, sexo, dinheiro ou o que seja, porque se você tirar proveito de outras pessoas, você se machucará na busca do material de qualquer coisa nesta dimensão. É assim que você acumula vibrações cármicas negativas que devem ser absolvidos por sua alma a evoluir. Os seres mais evoluídos são aqueles que absolveram seu Karma. As pessoas menos evoluídos são os presos em rotinas de dor, agonia, tortura e auto-destruição em suas vidas que nem sequer entendem Karma ou se recusam a admitir o seu poder e a sua verdade.

Maiana Lena, consciência unificada na missão de servir à luz!

Autor: Maiana Lena
Apometria Kármica. Tarô Kármico. Astrologia e Numerologia Kármica. Limpeza Energética de Ambientes. Tratamentos de Cura Multidimensional. Cursos e Atendimentos. http://www.maianalena.com.br
E-mail: mayana.lena@gmail.com

A Mediunidade, da Antiguidade aos Dias Atuais

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Allan Kardec no cap. XIV de O Livro dos Médiuns, fala que todo aquele que sente em qualquer grau a presença dos espíritos é por isso mesmo médium. Para nós espíritas é ponto pacifico afirmar, que a mediunidade, é uma faculdade natural, inerente ao ser humano, que independe da crença religiosa e se fez presente em todas as épocas da humanidade, sendo inúmeras vezes, confundida e deturpada pelos homens ao longos dos séculos.

Nas antigas civilizações do oriente no Egito, na Pérsia, na Síria e nas do ocidente na Grécia e em Roma, citada também nos vedas e nos livros sagrados de outras religiões, a mediunidade era tida como crença geral, e os médiuns vistos como seres privilegiados pelos deuses, e por esse fato semi-deuses. Denominados como pítons, pitonisas, oráculos, magos, sacerdotes, etc., eram avidamente consultados em busca das mais variadas informações que atendessem aos diversos interesses daqueles que os procuravam.

Os relatos, inclusive os citados na bíblia, referem-se a aparição de anjos, demônios e possessões variadas que marcaram a fenomenologia da época, sedimentando conceitos atávicos e ritualísticos, que ainda fazem parte dos nossos dias. Era comum na Grécia antiga e em outros povos os médiuns atuarem como conselheiros do reis, como também era comum, os retiros do homem para a natureza ou para o insulamento em monastérios buscando o estudo e a prática da filosofia, como fazia Platão, que galgava a montanha do Imec, buscando lá o refúgio e tranqüilidade para suas conjecturas, ou mesmo Moisés, que subiu ao monte Sinai no intuito de obter respostas que atendessem às suas necessidades espirituais mais prementes.

Mas é com o Cristo, que a mediunidade adquire um maior substrato moral e vem orientada pela disciplina que a sua condição de médium de Deus proporciona, visto que, Ele confabulava diretamente com Deus, e que, esse fato por si só, já era suficiente para promover uma nova disposição moral nas atitudes e no comportamento do homem, em função da aplicação da Lei do Amor, inquestionavelmente traduzida em seus ensinamentos.

A ignorância, no que se refere a mediunidade e os interesses espúrios que o fanatismo religioso produzia, detonaram perseguições implacáveis aos médiuns, tanto ao tempo de Jesus quanto na Idade Média, quando ela é tachada de intervenção demoníaca e os médiuns levados ao martírio da fogueira como ocorreu com Joana D’arc, por não abjurar de suas vozes, que revelavam a sobrevivência da alma e a comunicabilidade da mesma.

Os acontecimentos de Hydesville em 1848 nos EUA, e em seguida os fenômenos das mesas girantes que invadiram a Europa, que inicialmente servia a fins fúteis, trouxeram novos enfoques sobre a mediunidade, pois os fatos como sabemos, estavam obedecendo uma previa programação do mundo espiritual, tanto que, em 1854, chegam ao conhecimento do Insigne professor, Hyppolyte Leon Denizard Rivail, em Paris, que após análise rigorosa, se propõe aprofundar as investigações sobre o tema, comparando, observando e julgando, para apresentar ao mundo a mediunidade como uma faculdade de natureza orgânica inerente ao ser humano, que se exterioriza pela ação dos espíritos. Inquestionavelmente a prudência e o bom senso de Kardec, resultaram em uma pesquisa refinada, de rara qualidade, que nos deixou como grande legado sua maravilhosa obra.

A obra de Kardec despertou um interesse bombástico pelo assunto, e isso descambou em grandes pesquisas, como as de César Lombroso, Ernesto Bozzano, Gabriel Dellane, e tantos outros pesquisadores de renome que contribuíram de forma magnífica para o enriquecimento da Doutrina nesse contexto.

De Kardec aos nossos dias muito se tem estudado acerca da mediunidade, embora alguns, teimem em manter vivos conceitos atávicos oriundos de outros tempos, em virtude da falta de estudo. Contudo, a espiritualidade maior não descansa nos ensinamentos e a Providência Divina não nos deixa órfãos de missionários que alavanquem o nosso crescimento espiritual, se atentarmos para a grande produção mediúnica no campo literário, através de Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco, Ivone A. Pereira e tantos outros médiuns sérios, perceberemos que o nosso conhecimento sobre a mediunidade é ainda ínfimo, diante desse manancial de luz.

Warwick Mota – Brasília – DF

Via: www.espirito.org.br

DEZ MANDAMENTOS PARA O TRABALHO ESPIRITUAL

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  1. Não se desconectar da matéria. O excesso de espiritualismo pode criar uma descompensação com graves prejuízos para a vida pessoal e material de uma pessoa. A matéria é tão importante quanto o espírito; ambos são matizes, graus da mesma manifestação. Nenhum dos dois pode prevalecer sobre o outro.

ANTÍDOTO: EQUILÍBRIO.

 

  1. Não despertar os poderes antes da consciência. Os poderes estão a serviço da consciência. Não é preciso buscá-los; quando chega o momento, eles surgem naturalmente. Buscar o poder antes do saber é inverter a ordem natural do processo. Para que sirvam a consciência, os poderes devem ser doados a partir de algo além de nossa vontade.

ANTÍDOTO: EQÜANIMIDADE.

 

  1. Não fixar-se em pessoas em vez de em suas informações. Você não monta uma casa em um túnel. Ele é só um meio para se chegar até ela. Quem depende de um mestre volta à infância psicólogica. Em um processo de iniciação ou terapêutico isso pode ser necessário, mas somente como uma fase a superar, e não como um estado onde parar.

ANTÍDOTOS: DISCERNIMENTO E MODERAÇÃO.

 

  1. Não sentir excesso de autoconfiança. Quem se crê autosuficiente é uma presa fácil para os agentes do engano e não raro se vê envolvido por eles. Quem crê demais na própria capacidade está fadado a equivocar-se.

ANTÍDOTO: DESCONFIAR DE SI MESMO.

 

  1. Não sentir-se superior. Nunca julgue que a própria linha de trabalho é superior às demais. Essa superioridade é a antítese do esoterismo, que afirma justamente a onipresença da consciência em todos os seres e caminhos. Essa postura desconecta uma pessoa das autênticas correntes da consciência amplificada, e é o ponto de partida para a via negra.

ANTÍDOTO: EQÜIDADE.

 

  1. Não deixar-se levar por impulsos messiânicos. A vontade de salvar os demais é uma armadilha fatal. Sua tela de fundo é a vaidade e a insegurança. Essa fobia paranóica rompe com os canais de conexão com o mestre interior, bloqueia o processo de autoconhecimento e lança a espiritualidade numa espiral involuta, além de inibir o direito ao “livre-arbítrio de cada um”.

ANTÍDOTO: CONFIANÇA NA EXISTÊNCIA.

 

  1. Não tomar medidas inconseqüentes. O entusiasmo pode levar uma pessoa a romper com seu círculo profissional e familiar sem necessidade. Com o “fluir” ou o “fechar os olhos e saltar” — axiomas que só deveriam ser usados em situações muito especiais —, os idiotas mais entusiasmados do mundo esotérico incentivam os recém-chegados a se arrebentarem logo na largada.

ANTÍDOTO: RESPONSABILIDADE SERENA.

 

  1. Não agir com demasiada rigidez. Encantada com as novas informações que lhe ampliam a consciência, uma pessoa pode-se tornar intolerante. Ela tem a tentação de impor sua forma de pensar e seus modelos de conduta aos demais. Limitando sua capacidade de ver a partir de outras perspectivas, ela perde o acréscimo de consciência que havia conquistado.

ANTÍDOTO: TOLERÂNCIA E RELAXAMENTO.

 

  1. Não se dispersar. Estudar ou praticar demasiadas coisas ao mesmo tempo sem aprofundar-se em nenhuma delas leva a uma falsa sensação de saber. Nessa atitude, pode-se passar uma vida inteira andando em círculos, enquanto se faz passar por um sábio.

ANTÍDOTO: CONCENTRAÇÃO.

 

  1. Não abusar. Manipuladas, as informações espirituais servem de álibis ou justificativas convincentes para os piores atavismos. Usar essas informações para fins muito particulares é um crime. Ninguém profana impunemente o que pertence a todos.

ANTÍDOTO: RETIDÃO E INTEGRIDADE.

 

Equilíbrio, eqüanimidade, discernimento e moderação, eqüidade, tolerância e relaxamento, confiança na existência, responsabilidade serena, desconfiança de si mesmo, concentração, retidão e integridade são a grande proteção daquele que se aventura pelo mundo espiritual e esotérico.

Por outro lado, quem se assegura dessas qualidades pode fazer o que quiser nesse campo que estará sempre num bom caminho.

 

 

NOTA:  Não conhecemos o autor deste texto – se alguém souber com segurança favor nos avisar para que possamos dar os devidos créditos.

 

A VONTADE DO CÉU

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Não basta conhecer os métodos que permitem que se tornem clarividentes, magos, alquimistas e etc. Deve-se questionar primeiro sobre o objetivo com o qual se trabalha, e saber que existem leis a serem respeitadas…

Quem pratica os métodos do Ocultismo apenas para o próprio interesse, infringe as leis da harmonia cósmica e, no final, será o próprio cosmos que colocará um veto, e ele fracassará lamentavelmente.
Muitos ocultistas ou pretensos espiritualistas, que trabalhavam para alcançarem determinadas realizações, sem se preocuparem em saber se trabalhavam em harmonia com os projetos da Inteligência cósmica, acabaram muito mal.
As obras sobre ciências ocultas propõem um grande número de técnicas, de ritos, dos quais muitos trazem riscos.
Mas nenhuma dessas práticas vale tanto quanto aquela de se colocar em harmonia com a ordem cósmica.
E as coisas vão mais além: para aquele que não se preocupa em conservar a harmonia e se deixa subjugar pelas próprias tendências anárquicas, até as práticas mais inofensivas se tornam perigosas e se voltam contra ele.(…)
Em que coisa os seres humanos se empenham todos os dias?
Em satisfazer os seus desejos e realizar as suas ambições.
Eles nunca se perguntaram sobre a natureza de todos esses cálculos, desses planos e desses arranjos?
Nunca pensaram em perguntar ao Céu: ´Oh, espíritos luminosos, estamos de acordo com os seus projetos?
Qual é a opinião de vocês?
Quais intenções vocês têm em relação a nós?
Onde e como devemos trabalhar para realizar a sua vontade?´.
Pouquíssimas pessoas se colocam essas perguntas. Porém, nada é mais importante para o homem do que suplicar às entidades invisíveis para que lhe dêem, finalmente, a possibilidade de realizar os projetos do Céu.
Nesse momento toda a sua vida muda, e ele pára de agir segundo os seus caprichos, as suas fraquezas, a sua cegueira.
Esforçando-se para conhecer a vontade do Céu, ele se coloca em outros trilhos, segue um rumo que corresponde aos projetos de Deus, e essa é a verdadeira vida!”


Por: Omraam Mikhaël Aïvanhov

Via: Gena Teresa – https://www.facebook.com/gena.teresa.3

ENTENDENDO A GRANDE FRATERNIDADE BRANCA UNIVERSAL

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São milhares os Seres que compõe a Grande Fraternidade Branca Universal, Anjos, Arcanjos, Elementais da Natureza, Mestres Ascencionados, Elohins, Seres Interplanetários e Interdimensionais.

“Somos uma Fraternidade Universal que se propõe a divulgar a vivência da Paz e da Harmonia em cada emanação viva do Universo.

A centralização em vossas consciências cósmicas bem como o reconhecimento de quem sois, partículas indivisíveis e intransformáveis, espelhando dignamente a Obra do Ser, em toda sua Criação e Construção.

Crer é construir – construamos pois um novo futuro digno de ser vivido, com bases na filosofia oculta de toda a vida existente, na exaltação da verdade Maior que combate tudo o que não É, pois SER é a maior condição do REAL em vós.

Juntos através de vibrações, propomos uma corrente Universal, que com o objetivo de unir mentes em uma mesma sintonia cósmica, vibrará intensamente e conscientemente pela PAZ em cada coração.

Sois Uno conosco e como gotas da mesma Fonte Universal deveis cada qual cumprir vossa evolução para que no final possais ser a Fonte Límpida que reflete a pureza e a sublimidade da Criação.

Somos Seres que já vivemos em vosso planeta , bem como em outras formas de vida, em distintas dimensões e temos por objetivo auxiliar a Humanidade nesta Era de Transição na passagem do ano 2000 e neste novo milênio.

Convosco temos estado por milênios e é neste intercâmbio de vivências que poderemos unir todas as vibrações como uma enorme corrente que pulsa e vivencia a Paz. Como sabeis, sozinhos nada podeis fazer, bem como é o Nosso caso, pois respeitamos vosso Livre-Arbítrio e sem vosso consentimento, na elevação de vossas consciências ao Pai, não interviremos nos acontecimentos que devem ocorrer.

Lembrai-vos que o ACASO não existe, como não existem as guerras, as tristezas, os sofrimentos, as lamentações; vós os fazeis.

Sois responsáveis diretos por tudo o que vos ocorre – Eu digo tudo porque mesmo o que não fazeis nesta encarnação, o fizeste em outra e, segundo a Lei do Karma ou Lei da Causa e Efeito, tudo o que fazeis corresponde a uma resposta direta em vossas vidas cotidianas . Portanto, atentai em vossas atitudes. Tudo o que é feito conscientemente requer maior preparo pois saber traz responsabilidades, e assim sendo, toda a cautela é pouca quando comparada com vossas atitudes e suas repercussões não somente em vossos corpos físicos, mas principalmente em vossas essências como Homens Crísticos.

Na Luz caminheis e a Ela deveis sempre retornar para que vossa Luz interna se acenda e ilumine o mundo.

Sê mais um foco puro e cristalino de Luz fulgurante que emana da fonte Divina – A Criação que por si só insere o mistério de cada ser. Cabe a vós trilhar vossos conhecimentos internos para desvendar o que circunda a verdade em vossos corações.

Amor e Luz, EU SOU Saint Germain”

O SAGRADO MASCULINO – A SABEDORIA DO HOMEM SAGRADO

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Assim como as mulheres os homens também tem seus ciclos e é muito importante tanto para os homens como para a sua companheira, conhecer o seus ciclos honra-los e respeita-los.
O ciclo do homem é ligada a energia do nosso pai o Sol.
E esta intimamente ligado as quatro estações: primavera, outono, verão, inverno. Sendo que nas estações de maior luz solar e calor o homem restaura sua força: primavera e verão.
Então sabendo disso o homem sabe que a estação do mês para ele abrir novos negócios e fazer mudanças em sua vida é sempre a primavera, porque é a estação mais favorável para um homem sagrado adquirir força e poder. O verão é onde atinge seu ponto mais alto de poder, esta estação é muito favorável para ser eleito pela mulher amada.
No outono é a estação de se recolher, voltar para o útero da mãe terra, se preocupar em ajudar a mãe terra, servir de adubo para a vida na terra, se preocupar em conscientizar as pessoas sobre ecologia e ajudar a mãe terra a se fortalecer. Seu Ciclo como todos os ciclos representam o ciclo da vida, nascimento, crescimento, envelhecimento e morte.
Os homens passamos por esses ciclos de Nascimento, Morte e Renascimento ao longo do ano. Porque os ciclos masculinos diferente do feminino é anual.
O homem que entende seu ciclos e age de acordo com eles, segue o fluxo da natureza. Com isso obtém maiores resultados em sua vida no geral. E respeitando agindo dentro dos seus ciclos, ele faz a roda de sua vida girar, de forma fácil, harmoniosa, deixando a força do sol e das estações anuais o auxiliarem em suas conquistas em pró de si mesmo e em pró do planeta.
Porem essa informações foram praticamente escondidas dos homens, com isso podemos ver que o sistema patriarcal não prejudicou só as mulheres, prejudicou muito aos nossos irmãos do sagrado masculino que foram obrigados a nascerem em um sistema doente e perderam muito do conhecimento sagrado que antes tinham sobre eles mesmos, um destes conhecimentos era marcar os seus ciclos e de vivê-los de maneira total.
Em cada ciclo o homem tem o amparo de alguns Deuses o que nada mais é do que os arquétipos da luz, ou seja a representação da divindade com energia masculina, esses arquétipos vem para ligar nossa sacralidade com a sacralidade divina. Então em cada estação o homem pode pedir auxilio a uma das forças do Deus pai, bem como pedir auxílio o ano inteiro ao pai Sol:

Inverno – Hórus (como criança)
Krishna (como criança)
Hades
Osíris
Shiva
Criança Solar
Set
Ull (ou Wulder)

Primavera – Adonis
Brahma
Dionísio
Eros
Himineu
Cernunnos
Marduk

Shu
Verão – Apolo
Hórus (como Falcão Solar)
Dagda
Hélio
Khepri

Lugh
Zeus
Hanumam
Agni
Cernunnos
Surya

Outono – Adonis
Dumuzi
Tammuz
Osíris
Merlim
Odin
Shu
Anúbis
Thot

É muito importante também que o homem honre e respeite os ciclos de sua companheira, procure conhece-los para assim poder fazer, porque isto também faz parte da natureza tanto do homem como da mulher,isso é estar em harmonia com o pai sol e com a mãe terra.

Assim como as mulheres os homens também podem ter um diário.
neste caderno ele anota suas experiências que teve o ano todo buscando observar como se sentiu e que resultado ele teve em cada estação do ano e em dias com mais ou menos sol. Esse diário é maravilhoso porque faz o homem entender melhor seus ciclos, sabendo nos anos subsequentes qual são os momentos que sua ligação com a natureza lhe são favoráveis. Também pode anotar suas meditações, sonhos, trabalhos com plantas de poder e tudo que o liga com sua espiritualidade e poder da natureza. Este diário tem um nome, chama-se Diario Solar

Por: Carlos Caruso – Via Sagrado Masculino

AUTOIMPORTÂNCIA: O DRAGÃO COM 3 MIL CABEÇAS

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Um dos aspectos do nosso caminho que mais nos afeta negativamente e drena uma parte grande da nossa energia é a nossa autoimportância.

Para os xamãs, ela é um dragão de 3 mil cabeças, quase invencível, que parece nunca ter fim.

Gastamos uma quantidade enorme da nossa energia preocupados com o “eu”.

Com o que os outros estão pensando sobre nós, ou sobre o que nós pensamos sobre nós mesmos.

Querendo agradar as pessoas, querendo manter uma imagem social, querendo parecer humilde demais ou “fodão” demais, ficando ofendidos com qualquer coisa, nervosinho com qualquer coisa, decepcionados e magoados com qualquer situação, sendo afetados pelas atitudes dos outros, querendo dar satisfação pra todo mundo de tudo que faz, tendo uma imagem exagerada de nos mesmos totalmente despropositada, querendo nunca decepcionar ninguém, querendo ter sempre razão, querendo mostrar que está bem, querendo provar algo as outras pessoas, querendo ser bonzinho pra ser aceito, querendo ser legal pra receber amor,etc.

Ficamos tão preocupados com nossa imagem social e nosso auto-reflexo, que em algum momento, gastamos toda nossa energia tentando equilibrar esse circo todo que armamos em volta do nosso ego.

Essa é a parte mais macabra e dramática da influência da autoimportância em nossas vidas: você se torna refém das suas loucuras e da loucura dos outros, e gasta toda sua energia numa batalha que não é a sua, ficando preso as correntes invisíveis da sua história pessoal e das expectativas irreais, suas e dos outros.

Você deixa de ser você mesmo e se desconecta da sua essência.

Isso tem que ser resolvido, antes de qualquer empreitada no caminho do conhecimento.

Toda essa energia gasta com nosso auto-reflexo e culto ao “eu” precisa ser redirecionada para fins mais produtivos.

O guerreiro deve batalhar dia-a-dia, momento a momento, para controlar sua autoimportância num primeiro momento, e depois exterminá-la.

A quantidade de energia que é liberada quando o guerreiro controla sua autoimportância e vaidade é tão grande, que é inevitável uma mudança em curto prazo da sua visão de mundo e de si mesmo.

Sua percepção da realidade fica muito mais sóbria e envolvente.

Sem os apegos e mesquinharias do ego, sem o desperdício de energia que outrora ocorria sustentando uma visão de mundo baseada no culto ao “eu”, o guerreiro “abre” sua visão, como se lhe tirassem os antolhos que antes limitavam sua percepção, e vê o mundo a sua volta de uma forma totalmente diferente.

A autoconfiança do guerreiro tem de vir de dentro, derivando da sua impecabilidade, e não de fora, através de validações, aprovações e opiniões alheias.

A impecabilidade do guerreiro, onde ele oferece seu melhor em todas as circunstâncias e desafios de sua vida como forma de gratidão ao universo pelo milagre da sua existência, é um gesto seu para com o Espírito, e não precisa de plateia.

Por: Carlos Castañeda

http://ask.fm/juantumacastaneda