A Grande Mãe, O Princípio Do Eterno Feminino

 

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A Grande Mãe representa a Energia Universal Geradora, o Útero de Toda Criação. Na Sagrada Tradição, a Deusa se mostra com três faces: a Virgem, a Mãe/Amante e a Anciã, sendo que esta última ficou mais relacionada à bruxa na imaginação popular. A Deusa Tríplice mostra os mistérios mais profundos da energia feminina, o poder da menstruação.

A Grande Mãe é a face mais conhecida da Deusa e pela qual Ela é mais chamada desde o começo dos tempos. A Deusa como Mãe simboliza aquela que dá a vida, mas também pode tirá-la, assim como tudo na Natureza. Ela se preocupa com seus filhos, ela é fértil, sexual, justa, segura de si.

Podemos entrar em contato com a Divina Mãe sempre que tivermos que fazer qualquer tipo de escolha, pedir bênçãos e proteção, agradecer por algo conseguido, pedir conselhos sobre que caminho tomar, ou mesmo quando busca estar em paz.

Como as outras faces, a Mãe também foi representada em diversas culturas do mundo e teve muitos nomes, tais como Deméter, Isis, Freya.

A adoração a uma Deusa Mãe foi a primeira forma de religiosidade dos povos antigos, mesmo no período Paleolítico. Há muitas evidências arqueológicas cerâmicas e pinturas nas cavernas que mostram esta realidade.

Uma grande evidência desse culto antigo vem das numerosas estátuas de mulheres grávidas com seios, quadris, coxas e vulvas exagerados. Os arqueólogos chamam essas imagens de “Vênus”. Tais estátuas foram encontradas na Espanha, França, Alemanha, Áustria, Checoslováquia e Rússia e parecem ter pelo menos dez mil anos.

São objetos particularmente interessantes porque mostram que a fertilidade da mulher era vista como sagrada. Talvez por isso exista uma relação tão grande entre a mulher e a Terra como um todo, pois os antigos viam como a Energia Criadora, que dava à luz uma nova vida, era feminina.

No entanto, que isso jamais teve o intuito de afirmar que os povos antigos acreditavam única e exclusivamente numa Grande Mãe; afirmar isso seria ignorar toda a crença politeísta que guiou os dias de hoje. O Sagrado Feminino não significava UM Sagrado Feminino, mas a sua representação.

Os seguidores da Sagrada Tradição veem o Sagrado Feminino como “A Deusa dos Mil Nomes”, em função da variedade de cultos a deusas em toda a história das civilizações.

Isto não significa que exista, na verdade, uma só Deusa que tenha tantas faces, mas que todas essas faces sejam divindades distintas. A denominação única “Deusa” não nos leva a um monoteísmo; pelo contrário! Apenas usamos para denominar essa crença no Sagrado Feminino como um todo.

Podemos entrar em contato com a Divina Mãe sempre que tivermos que fazer qualquer tipo de escolha, pedir bênçãos e proteção, agradecer por algo conseguido, pedir conselhos sobre que caminho tomar, ou mesmo quando busca estar em paz.

Oração da Grande Mãe

A sua Arte, Senhora, veio à luz.
Quem poderá escapar de seu poder?
Sua forma é um eterno mistério;
Sua presença paira
Sobre as terras quentes.
Os mares te obedecem,
As tempestades de acalmam.
A sua vontade detém o dilúvio.
E Eu, tua pequena criatura,
Faço a saudação:
Minha Grande Rainha,
Minha Grande Mãe!

Fonte: http://wicca.sucessoecultura.com/

22 DE JULHO – DIA DE MARIA MADALENA

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Dia 22 de julho, é a data em que se celebra o festival de Maria Madalena. Talvez poucos saibam que esse dia é dedicado a ela.

As festividades acontecem na basílica de Maria Madalena, localizada em Vézelay, na França e atrai até hoje muitos peregrinos nessa data.

Lá está uma imagem de Maria Madalena, e em seu rosto corre uma lágrima que, segundo Margaret Satarbird, é um lembrete do seu papel de noiva despojada chorando o seu amado morto.

Segue abaixo informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur:

Antiga celebração de Maria Madalena, na França. Nesta data mulheres de todos os lugares peregrinavam a uma gruta e, diante de um altar, pediam à Santa que lhes ajudasse a arrumar namorados ou maridos. Segundos os evangelhos Gnósticos, Maria Madalena era a companheira de Jesus, conhecida como Maria Lúcifer, na acepção correta deste nome (Lúcifer como doador da luz). Após a morte de Jesus, Maria Madalena tornou-se a líder dos Gnósticos, competente e respeitada, até que o Apóstolo Paulo proibiu a participação das mulheres na Igreja para liderar, oficiar ou ensinar, transformando a igreja aberta de Jesus em uma instituição patriarcal e exclusiva. Madalena foi morar na França, perto de Marselha. Lá se estabeleceu em uma gruta, levando uma vida eremita, curando e ajudando pessoas. A gruta onde Maria Madalena morava costumava abrigar antigos rituais de fertilidade dedicados à Deusa.
Na Anatólia, festival dedicado à Arinna, deusa da luz e do dia.

 

Elevemos nossas preces à Rainha!

Om Maria cheia de Graça,
A Senhora é conosco!
Bendita Sois Vós manifestada em cada mulher,
Benditos São e serão sempre
os frutos do nosso ventre sagrado.

Divina Maria, Deusa Mãe,
Rogai por nós, filhas da Deusa
Agora que é a hora
da concepção
da geração
e da manifestação
do amor e da vida na Terra.

Assim É.