QUARESMA: QUANDO ABREM OS PORTÕES DO UMBRAL

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Ao contrário do que muitos pensam, a quaresma não é uma data importante apenas para a Igreja Católica. Outras comunidades Cristãs, como: Calvinistas, Luteranas, Anglicanas, Ortodoxas, também a adotam, conforme seus preceitos.

Curiosamente, não se trata apenas de um período de purgação espiritual simbolizado nos 40 dias em que Jesus passou no desertou ou Moisés no monte Sinai. Trata-se de um período com fortes implicações espirituais, cuja tradição remonta, pelo menos, 1600 anos.

Asseguram-nos os espíritos que, neste período, há uma profunda agitação na atmosfera Umbralina, o que faz com que muitos espíritos consigam vir à superfície da Terra com muita facilidade.

Embora existam espíritos responsáveis por vigiar os “canais de saída”, nesse período, a agitação é tão grande que, mesmo eles, não conseguem impedir a passagem dessas entidades. É quando uma imensa quantidade de espíritos sofredores e perturbadores ganham livre acesso ao mundo dos homens.

O que se passa, então, é um verdadeiro caos: cada um segue por conta do seu interesse. Alguns, viciados, correrão para saciarem-se; outros, perturbados, buscarão seus familiares; alguns, vingativos, o que tanto anseiam e por aí vai.

Com tantas entidades perturbadoras perambulando livremente, a chance de cairmos em sentimentos nocivos que nos farão mal é muito grande. Desavenças são acirradas. Vinganças são alimentadas. Ódios são cultivados. É preciso ter muita firmeza de cabeça.

Nesse período, mais do que qualquer outro do ano, temos que ter cuidado redobrado com nossos pensamentos e sentimentos, pois com imensa facilidade, poderemos ser alvo das investidas inferiores. Orai e Vigiai, em dobro… Em triplo!

É provável, contudo, que a maior parte das pessoas não perceba todo esse perigo. Entretanto, os médiuns percebem, com facilidade.

As próximas três quaresmas, até o ano de 2019, serão intensamente mais fortes que as anteriores. São os momentos finais, agônicos, de uma sociedade, encarnada e desencarnada, prestes a se renovar ou se atrasar, conforme as escolhas feitas.

Este é um período de intenso trabalho, de redobrada caridade e auxílio aos encarnados e desencarnados. Nenhuma casa Espírita  deve fechar as portas.

Vamos todos concentrar nossos esforços no bem, na caridade, no amor ao próximo. Refugiarmos na oração e na vigília constante de nossos pensamentos e atos e nada teremos a temer.

 

Fonte: Estudo Espiritualista.

Via: vinhas-de-luz.blogspot.com/2017/03/quaresma-quando-abrem-os-portoes-do.html

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O CRISTO UNIVERSAL

 

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O Cristo Universal não é representado apenas pela figura histórica que chamamos de Jesus, já que muitos de nós o compreendem como a suprema expressão da totalidade — do Deus manifesto. O Cristo Universal não está confinado a nenhuma religião. Ao contrário, deve ser compreendido como o potencial máximo que existe em todos os seres. Mas ele só desabrocha naquele que possui completa autocompreensão.
Os Grandes Mestres, aqueles seres que compreendem a si mesmos e que vivem como manifestações do Cristo Universal, apareceram em muitas tradições diferentes em toda a História. Eles demonstraram, na totalidade de seu ser e de seus ensinamentos o caminho para unir o humano ao divino. Este potencial está presente em todo ser. O Cristo Universal é o instrumento através do qual retomamos a conexão com a Fonte primeira. É a graça salvadora que nos liberta da ignorância e da escravidão na roda do renascimento. É a Luz do mundo, que transforma chumbo em ouro através da alquimia do amor puro.
O mistério do Cristo Universal certamente vai além da compreensão humana. Mas, como essa energia cósmica desce até as questões humanas, o exemplo do Cristo é derramado dentro dos recipientes místicos de todas as culturas. Formando a base dos costumes e a história de vários povos, utilizando os materiais culturais disponíveis, a História Única da jornada da alma em direção à união com a Fonte original foi contada através das eras.
Todas as vezes e em todos os lugares em que a escuridão parece cegar as pessoas, sempre que o propósito da existência humana se perde no seu próprio atoleiro, um grande ser iluminado chega mais uma vez para trazer a verdade. Algumas lendas dizem que esses seres vêm do céu como um ato de graça. Outras entendem sua irradiação como o desabrochar do que há de melhor na nossa espécie. Mas, seja qual for o modo como chegam, eles vêm quando são necessários e nos instruem de acordo com o nosso nível de entendimento na época, deixando-nos um legado de ensinamentos que continua a impulsionar a nossa evolução. Tecida nos fatos reais da vida humana de um grande mestre, há uma história que transcende a vida de toda pessoa, pois ela faz parte do modelo do Cristo Universal.
A universalidade dessa História Singular pode ser um desafio a enfrentar quando se foi educado para acreditar que as verdades da própria religião excluem todas as outras. Mas este é um dos dons de nossa época: o acesso à instrução formal e às comunicações globais que nos permitem pesquisar e compartilhar das muitas variações da história em todo o globo terrestre. Seria uma grande perda desprezar uma história porque descobrimos que ela tem contrapartes em diferentes culturas. A força e a verdade dessas muitas histórias do Cristo Universal residem em sua universalidade, não em sua exclusividade. Continuamos contando-as, geração após geração, de cultura para cultura, porque algo em nós ressoa profundamente com as suas verdades acerca de nossa natureza e do modo como podemos reconciliar o humano com o Divino. Por meio delas, encontramos orientação ao confrontar nossas sombras e ao enfrentar as provas e tentações, os perigos e os sacrifícios, ao viver a consciência do Cristo. Não retornamos à totalidade através desta ou daquela religião; retornamos através do Cristo Universal. Os Mistérios ensinavam aos iniciados que nós, primeiramente, entramos no caminho, depois seguimos o caminho e, por fim, nos tornamos o caminho. No Apocalipse está escrito: “Para aquele que supera [domina], construirei um pilar [uma força cósmica] no templo de Deus, e ele não sairá [não encarnará] nunca mais.”
Enquanto vivermos representando a história de Adão e Eva, continuaremos a morrer muitas e muitas vezes. Mas quando vivemos o Cristo dentro de nós, o Buda dentro de nós, quando recebemos a infusão do Espírito Santo, então, como dizia Krishna, somos salvos da “eterna roda da morte e do renascimento”. E, como disse Jesus, ganhamos “a vida eterna”. Esse é o caminho da iniciação.

 

Texto extraído de: As sete Etapas de uma Transformação Consciente, de Gloria Karpinski

A VIDA É CURTA

 

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Um simples adesivo, fixado num vidro de carro, revela uma filosofia de vida muito perigosa.

Diz assim: A vida é curta. 
Quebre algumas regras.

Precisamos analisar esta cultura do Aproveite a vida, pois ela é curta, com bastante cuidado.

Percebemos que esse tipo de entendimento circula pelo mundo fazendo muitos adeptos que, por vezes, caem em armadilhas terríveis, sem perceber.

Parece haver em muitas pessoas uma aversão a regras, a leis, mesmo quando essas servem apenas para regular a vida em sociedade.
Por isso, tão necessárias.

É a repulsa à responsabilidade que ainda encontra forças em tantas mentes que teimam em não crescer.

Quebrar regras simplesmente por diversão ou por achar que a vida está muito certinha – como se fala – é atitude infantil, imatura e perigosa.

Basta, por exemplo, uma única vez, extrapolar na velocidade na condução de um automóvel para se comprometer uma vida toda.

Uma brincadeira, um simples pega, pelas vias de uma cidade, para se colocar em risco um grande número de vidas, inclusive a própria.

Assim, não é um tipo de regra que pode ser quebrada de quando em vez.

Por que quebrar regras para se aproveitar a vida?
Quem disse que para se curtir cada momento da existência com alegria, precisamos infringir leis?

Aproveitar a vida não significa fazer o que se quer, quando e onde se queira.
Esta é a visão materialista, pobre e imediatista do existir.

Aproveitar a vida consiste em fazer o que se deve fazer, determinado pela consciência do ser espiritual, que sabe que está no mundo por uma razão muito especial.

O ser maduro, consciente, encontra no caminho do bem, da família, do amor, sua curtição, sem precisar sair por aí quebrando regras e infringindo leis.

* * *

A vida é curta ou longa.
A escolha está em quem vive.

Ela é curta para os que desperdiçam tempo na ociosidade.
Longa para os que se dedicam a uma causa nobre.

A vida é curta para os que acompanham os filhos crescerem de longe.
Longa para os que aproveitam cada instante, cada beijo de bom dia, cada beijo de boa noite.

A vida é curta para os que acham que os vícios não fazem mal.
Longa para os que desenvolvem hábitos sadios para seus dias.

A vida é curta para os que acham que a vida é uma só.
Longa para os que já descobriram que o Espírito é imortal, já existia antes desta vida e continuará existindo depois.

A vida é curta para quem não perdoa.
A mágoa mata mais cedo.
É longa para os que buscam a reconciliação, evitando a vingança destruidora.

A vida é curta para quem não sorri.
A depressão mata mais cedo.
É longa para quem cultiva o bom humor perante as situações difíceis da existência.

A vida é curta para os vilões.
Longa para os heróis.

A vida pode ser curta ou longa.
Cabe a você escolher.

 

Por: Ramanat Águia Dourada – Xamã Terapeuta da Alma

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VIBRANDO EM SINTONIA COM O UNIVERSO

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Aquilo que nos afeta no mundo exterior, geralmente está diretamente ligado a nossa frequência interna, e qualquer estado interior negativo se espalha mais rapidamente que uma doença física. Pela lei da ressonância a vibração negativa, seja ela emanada por pensamento, emoção, ou ação, detona e alimenta a negatividade latente nos outros, a menos que sejam imunes, ou seja, altamente conscientes.

Assim, não é difícil entender que qualquer coisa feita com uma energia negativa, está contaminada por ela, e dará origem ao sofrimento.

O contrário também é verdadeiro, podemos influenciar positivamente e curativamente as pessoas, e essa influência se baseia no SER e não no fazer. Todas as pessoas com as quais você mantém contato serão tocadas pela sua presença e afetadas pela paz que você emana. Quer elas estejam, ou não conscientes disso.

Quando você estiver inteiramente presente, e as pessoas a sua volta tiverem um comportamento inconsciente, você não vai sentir a necessidade de reagir. A sua paz será tão grande e profunda que tudo que não for paz desaparecerá nela, como se nunca tivesse existido. Isso quebra o ciclo karmico de ação e reação.

Você já percebeu que tudo parece ecoar? Algo que é feito lá do outro lado do planeta tem a capacidade de nos afetar, e na verdade é assim que funciona, pois estamos todos interligados, e quem explica isso, além da espiritualidade, é a ciência, os fenômenos são quânticos e causam uma reação em cadeia, que é alimentada pelas frequências que emanamos.

Nós funcionamos como um rádio, somos separados e unidos por moduladores de frequências, logo, ao escolhermos em qual frequência vamos estar, criamos nossa rede de contato.

Por isso, quando sentimos que a maneira antiga de levar a vida já não serve mais, e que existe uma voz que grita (dentro da maioria das pessoas), uma voz que pede por mudança, essa voz está pedindo que troquemos a estação, mas para trocar a estação devemos alterar a frequência vibracional, e isso implica em desapegar das velhas ideias, velhos padrões e velhas energias.

Contudo, não há mudança profunda sem ruptura, sem quebra de paradigmas, a postura perante a vida tem que ser modificada, e isso pode ser bem desconfortável no início, pois estamos apegados a uma programação mental muito forte, fomos treinados a competir e estarmos sempre preparados para defender nosso ponto de vista, e exatamente aí que está a fonte no sofrimento.

Fomos programados para lutar e acreditar na permanência das coisas, quando na verdade, tudo é impermanente, tudo muda, nós mudamos, a natureza tem ciclos, o universo é um Ser em constante movimento.

E nosso ciclo de vida é ajustado conforme nossa vibração, nossas doenças físicas por exemplo, geralmente estão intimamente ligadas ao nosso estado mental e por conseguinte, emocional. Escolhemos tudo, mas não nos damos conta disso, tamanho é nosso estado de adormecimento.

A maioria das situações da vida, que chamamos de problema, são na verdade uma oportunidade que o fluxo da vida nos dá, para vermos as coisas de uma outra perspectiva, e nós como estamos totalmente identificados com nosso ego, não percebemos, e assim, sofremos.

E o Ego, nunca está no presente, ele vive e se alimenta do passado e do futuro, por isso nos causa ansiedade, insatisfação, julgamento e sofrimento. Portanto, para se liberar dos estados de sofrimento é necessário viver no agora que é o único tempo que existe, morra para o passado de instante a instante, você não precisa dele, refira-se a ele apenas quando for totalmente necessário para o presente.

Sinta o poder do momento presente e a plenitude do SER, sinta a sua presença, a gratidão pelo momento presente e pela plenitude da vida atual, esta é a verdadeira prosperidade, ela não está no futuro, nem no passado, e acredite que tudo que é seu, chegará em sua vida, e que para isso é necessário SER você mesmo, para SER você mesmo, é essencial morrer para a programação mental imposta pelo velho mundo e romper com a barreira do medo.

Mas acima de tudo, é necessário ter atitudes que retratem as mudanças que queremos ver no mundo. Ninguém é responsável por mudanças em nossas vidas, as decisões são nossas…ok, existem situações externas que influenciam nossa caminhada, mas a decisão de como encarar as crises e percalços são somente nossas, e sempre há como retomar as rédeas, mesmo que sejam as rédeas de nossos mundos internos.

O mundo não muda se eu não mudo, e é necessário acalmar a mente, se auto-observar para desconstruir o velho e dar espaço ao novo, pois o homem que com consciência e ação está se esculpindo, torna-se sua própria obra, sua grande obra, e essa é nossa missão pessoal, e assim, nos tornamos responsáveis por tudo o que acontece em nossa vida, sem procurar culpa do lado de fora…isso significa empoderar-se!

A auto-observação é a chave para nosso aprimoramento pessoal, encarar nossos defeitos de frente, e ter coragem para mudar os conhecidos padrões de pensamentos e atitudes é o toque de mágica que todos somos capazes de aprender e empreender em nosso favor!

 

Por: Lílian Ponte 

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A TEORIA DOS SETÊNIOS – “OS CICLOS DA VIDA”

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A Antroposofia é uma linha de pensamento criada pelo filósofo Rudolf Steiner que entende estabelece uma espécie de “pedagogia do viver”, pois ela abrange vários setores da vida humana como a saúde, a educação, a agronomia e outros. A Antroposofia compreende que o ser humano tem que conhecer a si para também conhecer o Universo, pois somos todos parte e participantes desse mundo. Conforme Steiner a Antroposofia é “um caminho de conhecimento que deseja levar o espiritual da entidade humana para o espiritual do universo”.

Dentro desse pensamento filosófico encontra-se uma forma cíclica de ver a vida chamada “teoria dos setênios”. Tal teoria foi elaborada a partir da observação dos ritmos da natureza, da natureza no sentido da vida, na qual todos nós estamos imersos. Ela divide a vida em fases de sete anos, vale lembrar que o número sete é um número místico dotado de muito poder em quase todas as culturas conhecidas.

A teoria dos setênios nos ajuda a compreender a condição cíclica da vida, em que a cada ciclo soma-se os conhecimentos adquiridos no anterior e busca-se um novo desafio. Claro que a teoria dos setênios pode também ser entendida como uma metáfora sistêmica, sabemos que as pessoas mudaram de um século para o outro, nosso desenvolvimento está mais acelerado, nosso organismo mais adaptado, talvez nem todas as descrições dos setênios façam tanto sentido hoje, mas ela continua atual em sua percepção do ser humano e suas fases. Assim, os setênios não são exatamente sete anos no tempo cronológico, mas a cada ciclo de X anos, de tempos em tempos.

Há também uma subdivisão possível desses ciclos. Os três primeiros ciclos, que compreendem nossa fase de 0 a 21 anos, são denominados “setênios do corpo”. É o ciclo do amadurecimento físico, do corpo, e também da formação da nossa personalidade. Os três ciclos seguintes que vão de 21 a 42 anos, são conhecidos como setênios da alma. É a fase em que, superadas as experiências básicas da vida, nos inserimos na sociedade fazendo as escolhas como casar ou não, trabalhar em uma área específica, conviver mais ou menos com a família. E, apenas a partir dos 42 anos, vivenciando os últimos setênios, estamos realmente prontos para imergirmos na vida com maturidade, profundidade e espiritualidade.

Vamos então conhecer essa teoria extraordinária e refletir sobre como nossa vida é cíclica e sobre como isso reflete na forma como mudamos e nos refazemos sistemicamente.

0 a 7 anos – O ninho. Interação entre o individual (adormecido) e o hereditário

A primeira infância é uma fase de individuação, de construção do nosso corpo, já separado do da nossa mãe, da nossa mente e da nossa personalidade. Nesse ciclo nossos órgãos físicos estão sendo formados para que sejamos indivíduos únicos. O crescimento está ligado à nossa cabeça, ao ponto mais alto, o superior, o pensar.

A separação da mãe é um momento importante para a psique e para o corpo. Outros estudiosos já trataram disso, como Winicot. É uma transmutação importante, em que a consciência da criança se constitui fisicamente e mentalmente tomando conhecimento sobre si mesma. A pedagogia Waldorf, usada nas escolas que tem como filosofia a Antroposofia, entende que na primeira infância a criança tem que perceber os aspectos positivos do mundo, para quererem estar aqui e cultivarem a felicidade em longo prazo.

O primeiro setênio deve oportunizar o movimento livre, a corrida, as brincadeiras, deve permitir que a criança teste e conheça seu corpo, seus limites e suas percepções de mundo. Por isso o espaço físico é muito importante, bem como o espaço do pensar e o do viver espiritual.

7 A 14 ANOS – SENTIDO DE SI, AUTORIDADE DO OUTRO

 

O segundo setênio promove um profundo despertar do sentimento próprio. A energia que emanava do polo superior, da cabeça, se dilui e se encontra no meio do corpo. Os órgãos desse setênio são o coração e os pulmões, esses se desenvolvem promovendo a interiorização e exteriorização da vivência.

É nesse ponto que a autoridade dos pais e professores assume um papel importante, pois eles são mediadores do mundo no qual a criança se insere. Se a autoridade é excessiva, a criança pode ter uma visão pesada e cruel do mundo, se a autoridade e cobrança são muito fluídas e sem ressonância, a criança pode ter uma visão demasiadamente libertária do mundo, não inibindo comportamentos perigosos. O papel do adulto, pais e professores, determinam a imagem de mundo que a criança receberá.

A autoridade é excessiva pode gerar uma maior inspiração do que expiração, desequilibrando o ritmo, e isso pode levar desde a uma timidez no futuro, à introversão, ou quadros somáticos de asma, etc. Quando a autoridade é insuficiente, a expiração maior pode conduzir à extroversão exagerada, que leva a criança a desconhecer seu limite e o do outro, até quadros mais histéricos, de dissolução da identidade.

Nesse ciclo as normas e os hábitos estão sendo absorvidos, o desenvolvimento sadio do ser humano está relacionado à dosagem, o equilíbrio e a harmonia das relações de autoridade, valores, limites e permissões. É o sentir que está sendo afetado, o desenvolvimento das emoções. Do interior para o exterior e vice-versa. As estórias infantis, contos de fadas, todo ato de brincar é extremamente saudável pois a criança cria e molda sua participação no mundo. Isso, para o desenvolvimento humano, é bastante mais saudável que situações em que ela se faz apenas como expectadora, como no caso da televisão, ou de jogos eletrônicos

A arte deve ser estimulada desde o primeiro ciclo, mas nesse momento ela se faz muito mais importante, bem como a religião.  Os mundos artístico e religioso auxiliam no sentido de si e do mundo, fluindo a alma, que busca a beleza e a fé. E, sobretudo, fazendo um contraponto à dura descoberta das diferenças, pois é também nessa fase do conhecimento de si que percebemos como uns e outros são diferenciados na sociedade, como as diferenças sociais, religiosas, raciais ou mesmo geográficas.

 

14 A 21 ANOS – PUBERDADE/ADOLESCÊNCIA – CRISE DE IDENTIDADE

 

O que todo adolescente busca? … liberdade!

Eles não querem os pais, irmãos mais velhos nem professores “pegando no pé”. O que rege esse ciclo é o sentido de liberdade. No sentido corporal, as forças que se acumulavam nos órgãos centrais se espalham e chegam aos membros e no sistema metabólico.

A postura ereta é uma diferenciação dessa fase para as outras. O corpo já está formado, já aconteceram as primeiras trocas com a sociedade, o corpo já não precisa de tanto espaço para se locomover, o espaço agora adquire outro sentido, o da possibilidade de “ser”.  O espaço dessa criança é o mundo, já não pode se resumir a família nem a Escola. Ele precisa se reconhecer e ser reconhecido, aceito, achar a “sua turma” para compor um grupo no qual se identifique.

A liberdade nesse ciclo atua como a vivência do “bom” no primeiro ciclo e do “belo” no segundo ciclo. Ocorre que a liberdade só se dá num ambiente de tensão entre as possibilidades, impossibilidades e desejos. Essa tensão costuma gerar rompimentos, as vezes esses rompimentos são violentos, mas são necessários e próprios desse ciclo.

Essa liberdade também tem um sentido de exposição. Tudo está voltado para o externo, para fora, para o mundo. Há uma dificuldade em ouvir o outro e entender suas posições, tudo deve seguir o seu sentimento de mudança, de julgamento de certo e errado, de bom e ruim. É tanta energia interna para ser extravasada que o sujeito pode perder o controle de si mesmo e precisar de intervenção – salvo se os ciclos anteriores tiverem cumprido bem os seus papéis. As trocas nesse ciclo são importantíssimas. O diálogo, a abertura ao novo, a prática da compreensão, da solidariedade, assim como o seu reconhecimento e o pertencimento.

O binarismo entre o ideal e o real também estão muito presentes. O ideal de mundo, de Homem, de cultura, vindo de uma essência pura e etérea do ser humano entra em choque com o real das ruas, da política, o prazer sexual, as práticas ilícitas, tudo se torna um turbilhão. As representações que forem mais fortes para o sujeito – as de idealizações ou as do real, serão definitivas nos próximos ciclos.

Os questionamentos são fruto desses choques. É o momento de questionar a tudo e a todos. O caminho contrário do “habitual” pode ser exclusivamente para reforçar a tensão. As drogas podem estar nesse contexto. É importante que saibamos que é uma fase extremamente difícil, onde o adolescente precisa negar e se opor, para que, a partir da percepção do que não é, encontrar-se a si mesmo.

Também é o momento do discernimento, das escolhas profissionais, do vestibular, do primeiro emprego, pois a liberdade também só faz sentido quando percebemos a vida econômica. O dinheiro então pode ganhar um sentido de poder que talvez não seja saudável. É a partir desta idade que começamos a ter um pensamento mais autônomo, ainda que, nesta época, acreditemos estar amadurecidos para efetuar julgamentos.

 

21 A 28 ANOS – O “EU” – A INDEPENDÊNCIA E A CRISE DO TALENTO

A partir dos 21 anos nossa individualidade, nosso self, toma uma força considerável na tentativa de estabilização. O “Eu” começa realmente a se mostrar, mesmo ainda estando em formação. No entanto, para que esse “Eu” apareça e se forme, mesmo sendo algo subjetivo e interno, ele depende do mundo exterior, da sociedade.

O fim do crescimento corporal instaura o início de um processo de crescimento mental e espiritual, somos então “cidadãos de dois mundos: o celeste e o terrestre”. Geralmente já não moramos mais com a família e já não estamos mais na escola. É o momento da autoeducação, do emprego, do desenvolvimento dos talentos, etc.

A história das pessoas começa a ser traçadas por elas mesmas, pois há uma tomada de caminho que não depende mais, diretamente, das outras instituições. É uma emancipação em todos os níveis, mas como resultado de toda a experiência nos três primeiros setênios. Surpreendentemente, é também a fase em que mais nos influenciamos pelos outros, pois a sociedade dirá o ritmo da vida de cada um.

Nesse ciclo, os valores, aprendizados, e lições de vida passam a fazer mais sentido.  As energias estão mais pacificadas. Nosso lugar no mundo é o principal objetivo. A colocação profissional assume um papel muito importante. O não atingimento desse objetivo pode gerar muita ansiedade e frustração, especialmente se todos os anos até aqui não foram suficientes para descobrirmos e desenvolvermos os nossos talentos.

 

28 A 35 ANOS – FASE ORGANIZACIONAL E CRISES EXISTENCIAIS

 

Quem nunca ouviu falar na “crise dos 30”? ela não é um mero mito, ela existe e tem explicação. O 5º setênio começa com essas crises na vida, o abalo da nossa identidade, a cobrança do sucesso que talvez ainda não tenha atingido, a certeza de não podermos tudo, de onde vem a frustração e tristeza.

A sensações de angústia e vazio são muito comuns. Em algumas sociedades as pessoas nesse ciclo não encontram um lugar para si e se veem entre a juventude e a velhice ou maturidade. As pessoas passam a não se conhecerem, pois, seus gostos mudam – ou por si mesmos ou pela pressão dos outros. Sentimo-nos impotentes nesta passagem da juventude para a maturidade, de um viver mais impulsivo para um viver mais sério, responsável, voltados para a família e para o trabalho.

Nesse ciclo os sentimentos nos levam também a uma busca espiritual maior, um “caminho da alma”. Estamos suscetíveis ao cosmos, às oscilações e às vezes a harmonia custa a acontecer. Somos cobrados por estrutura, firmeza, estabilidade, uma base, um pilar, que seja material e que também sejam mental e espiritual. A Antroposofia acredita que logo após o 31 ½ ano, que corresponde à metade do 63º. ano de vida, estamos no final das atuações planetárias e zodiacais. Depois dessa idade, ficamos mais livres.

Estamos realmente, nessa fase, em organização. É nesse ciclo que passamos a pesar uma série de coisas, avaliar a trajetória da nossa vida, esse não lugar nos força a perguntar “quem sou eu”. Há uma renovação a partir desse ciclo. Estamos tendo crises, mas é por meio dessas crises que construímos novos pensamentos, novos valores, terminamos relacionamentos e começamos outros, mudamos de emprego, de ideologias, de partidos políticos, enfim… crises, desorganizações e reorganizações.

 

35 A 42 ANOS – CRISE DE AUTENTICIDADE

Esse setênio, embora tenha suas peculiaridades, está ainda ligado ao setênio anterior, ruminando os resultados das crises. Reconhecemos também uma espécie de crise nesse setênio, mas uma crise que busca uma autenticidade, gerada pelas reflexões do ciclo anterior.

Temos, aqui, mais capacidade de julgamento, gozamos de mais maturidade psíquica e emocional. Em geral, já acumulamos alguns bens materiais ou ao menos conseguimos uma renda que seja suficiente para as questões básicas de consumo. O desafio, então, é encontrar valores espirituais e nos reconhecermos como seres únicos. A pergunta é: como é que encontro o caminho para a essência do mundo e para a minha própria essência?

Esse setênio configura a última fase do desenvolvimento da alma propriamente dita, estamos propensos a adentrar mais profundamente no nosso mundo espiritual, na parte mais sensível de nós. Buscamos a essência de tudo, no outro e em nós. Isso passa a acontecer com mais força nesse setênio pois, aqui, já há maturidade e aprendizado suficiente para esse conhecimento.

A carreira, a família (ou não) os desejos, tudo já teve seu tempo. Já alcançamos as conquistas que nos eram urgentes. Há um desaceleramento do ritmo do nosso corpo e da nossa mente, o que é algo importante para alcançarmos frequências mais sutis de pensamento, onde estará nosso corpo suprassensível.

É possível que esse ciclo traga um descontentamento com o novo. Pode ser que o sujeito questione se, chegando aos 40 anos, ainda há algo novo para se fazer. Buscar coisas novas é um exercício importante para esse ciclo. Em contraponto ao novo, há uma aceitação maior do que se é, de como se é, das histórias e experiências de vida.

 

42 A 49 ANOS – ALTRUÍSMO X QUERER MANTER A FASE EXPANSIVA

É um ciclo que tem um “ar” de recomeço, de ressurreição, de alívio, até. A crise dos trinta perde a força e parece não ter tido resultados tão graves como se pensava. É, porém, o momento de buscar, desesperadamente, por algo novo, para que a vida adquira sentido.

As mudanças nesse setênio são urgentes. Mesmo que nem todos estejam preparados para elas. As questões existenciais retornam com uma certa força, mas agora elas mais dinâmicas e menos melancólicas pois o sujeito já se vê capaz de produzir essas mudanças. O lema é “como está, não da pra ficar”.

Essa dinâmica impulsiona a tomada de decisões que, por vezes, ficou anos sendo gestadas dentro de si. Pode ser a separação conjugal, a saída de uma empresa, ter um filho, etc. É uma fase que corresponde, em termos energéticos, à fase que vai dos 14 aos 21 anos. Ficamos saudosistas, queremos ir à Disney e reviver coisas da nossa adolescência. Voltamos a desafiar nosso corpo e fazer esporte. É uma fase solar.

O medo do envelhecimento surge. As questões internas despertadas pelos ciclos anteriores perdem um pouco de espaço para a estética e a necessidade de se fazer coisas que os jovens fazem. As rugas e a menopausa são os espinhos das mulheres nesse setênio.  A sexualidade retoma uma importância crucial. Contudo, a força que se perde com o declínio da sexualidade pode e deve ser empregada em outros nichos.

Esse setênio traz o contraditório: queremos mudanças, estamos em busca do novo, mas o envelhecimento que é uma mudança natural nos assusta, incomoda, gera ansiedade, muda nosso comportamento com relação a nós mesmos e ao mundo. Assim, sucumbimos à força do “sósia”, ou seja, da sombra, daquilo que está diretamente ligado aos aspectos pessoais não resolvidos, não integrados.

Nos enxergamos nas sombras do outro e entramos em confronto. As relações ficam à mercê das emoções distorcidas pelo que não vemos em nós mas vemos nitidamente nas pessoas. No entanto, o que acontece é um espelhamento.

 

49 A 56 ANOS – OUVIR O MUNDO

Podemos reconhecer essa fase como sendo do “pai e da mãe universal”. É a fase de desenvolvimento do espírito. É um setênio tranquilo e positivo. As forças energéticas voltam a estar concentradas na região central do corpo, mas estão voltadas ao sentimento da ética, da moral, do bem-estar, questões universais, humanísticas.

É um momento em que estamos mais conscientes do mundo e de nós mesmos. É um bom momento para reconhecer os méritos da nossa história, aceitando-a sem julgamentos. Esse ciclo desperta em nós o existencialismo para observarmos mais de perto o valor simbólico das coisas. Deixamos o pessoal, particular em busca do universal, do humanístico, do existencial.

Contudo, alguns podem incorrer na falha dos egocentrismos, pois um ciclo depende do seu anterior. Assim, pode haver pessoas nesse setênio completamente voltadas para si, suas necessidades e do seu grupo. O desapego é uma consequência da vida pregressa.

Em termos físicos, esta fase espelha fisiologicamente o setênio 7 a 14 anos, o elemento do ritmo tem de ser priorizado, especialmente na condução de uma rotina. A vida nos ensina nesta época uma nova audição, temos a possibilidade de ouvir a voz do coração para esta renovação ético / moral que agora é propícia.

 

56 A 63 ANOS – (E ADIANTE) ABNEGAÇÃO/SABEDORIA

A Antroposofia acredita que o 56º ano de vida traz uma brusca mudança. Ela está na forma como a pessoas se relaciona consigo e com o mundo. Como os ciclos se correspondem, esse se liga ao primeiro setênio, aquele que vai do nascimento até os sete anos de vida. A audição, a visão, o paladar das pessoas dessa fase se igualam e o mundo fica estranho.

É importante pensar que essa teoria foi pensada em uma época em que a expectativa de vida era muito baixa e as pessoas com 60 anos eram verdadeiros anciãos. Logo é preciso também compreender que os ciclos são metafóricos e não tem uma relação matemática exata.

Contudo, essa fase, por exemplo, evidencia uma volta para dentro de si. O interno passa a fazer muito mais sentido que o externo. É importante internalizar-se, desenvolver os sentidos espirituais. A comunicação com o mundo externo passa a ter ruídos, principalmente pelas mudanças que a sociedade sofreu nesse período inteiro.

A reclusão passa a ser algo natural, boa para a autoreflexão e a busca pela essência. A sabedoria pelo conhecimento acumulado e a intuição que passa a ser mais clara, tornam-se elementos fundamentais dessas pessoas. Elas são o contraponto do sentimento de fracasso e insucesso que, porventura, possa aparecer, vindo dos questionamentos daquilo que se alcançou ou deixou de alcançar.

Certos cuidados se fazem muito importante, como a estimulação da memória, mudanças de hábitos, recursos criativos. Isso porque a aposentadoria pode ser algo limitador, especialmente para aqueles que durante toda a vida atribuíram muita importância ao status profissional e agora temem não ter outra forma de autorrealização.

Atividades muito bem-vindas nesse setênio são as acadêmicas – lecionando ou fazendo novos cursos – escrever textos ou um livro, o laser em grupos de pessoas na mesma fase da vida, viagens e outras formas que relacionem prazer e aprendizado. A aproximação da família ou a construção de novas famílias também ajudam a dar novo sentido à vida.

 

CONCLUINDO

Como você vê, nossa vida é feita de uma forma cíclica. Nossa energia vital circula pelas diversas fases da nossa vida. Nossa mente tem diferentes estágios de aprendizado e nossa espiritualidade pode estar mais ou menos aberta também conforme cada estágio.

Hoje talvez essa divisão seja um pouco diferente e, com certeza, faz sentido pensar em mais um ou dois ciclos de sete anos, visto que estamos vivendo cada dia mais, mas o aprendizado com a Antroposofia e a teoria dos setênios é enorme. Metaforicamente ou não, poucas linhas de pensamento conseguem dar pensar de forma sistêmica como essa. De forma que é impossível pensarmos em algo tão complexo quanto a nossa vida de forma linear e homogênea.

Compreender as fases ou ciclos da vida é importante para aprendermos mais sobre nós mesmos e sobre o outro, adquirindo mais expertise no cuidado com as pessoas, especialmente os coaches, que devem ser peritos no desenvolvimento e aprendizagem humana. Saber sobre cada etapa nos possibilita saber mais sobre as crises e lidar melhor com elas.

Há uma série de arquétipos que podem ser observados nessas diversas fases, mas isso é assunto para um novo artigo. Lembre-se sempre de se lembrar de nunca esquecer que o saber é o nosso bem maior, cada leitura, cada livro, cada conhecimento acumulado é uma forma de sermos melhores e mais capacitados, além de nos conhecermos mais a cada dia.

 

Por: José Roberto Marques é Master Coach Senior & Trainer e Presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC.

O que são Crianças e Adultos Indigo e Cristal?

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Como é que você sabe se você, ou alguém que conhece, é uma criança ou adulto Indigo ou Cristal?

Nós vamos descrever as particularidades e caracteristicas principais destas pessoas. Mas queremos destacar que o fenómeno Indigo/Cristal é o próximo passo na nossa evolução como espécie humana. Nós estamos todos, de certa maneira, nos tornando Indigos e Cristais. Elas estão aqui para nos mostrar o caminho, e por isso a informação pode no geral ser aplicada a todos nós, à medida que nós fazemos a transição para a próxima etapa do nosso crescimento e evolução.

As Crianças Indigo têm encarnado na Terra nos ultimos 100 anos. Os primeiros Indigos eram pioneiros e mostradores de caminho. Depois da Segunda Guerra Mundial, nasceram um numero significante delas, e estes são os adultos Indigo de hoje. No entanto, na década 70 uma onda grande de Indigos nasceu, e por isso agora temos uma geração inteira de Indigos que estão agora nos fins dos seus trinta anos e no principio dos seus quarenta e que irão tomar o seu lugar como lideres deste mundo. Os Indigos continuaram a nascer até mais ou menos o ano 2000, com mais habilidades e maior grau de sofisticação tecnológico e criativo.

As Crianças Cristais começaram a aparecer no planeta a partir de 2000, embora alguns digam que começaram a aparecer um pouco mais cedo. Estas crianças são extremamente poderosas, e o objetivo principal delas é levar-nos ao próximo nível de evolução, para revelar-nos o nosso poder interior e divindade. Elas funcionam como uma consciência de grupo em vez de individuais, e vivem pela “Lei da Unidade” ou Consciência de Unidade. Elas são uma poderosa força de amor e de paz no planeta.

Os Adultos Indigos e Cristais são compostos de dois grupos. Em primeiro, existe aqueles que nasceram como Indigos e que estão agora fazendo a transição para Cristais. Isto quer dizer que eles passarão por uma transformação espiritual e fisica que acorda a sua consciência “Cristica” ou “Cristal” e que os liga às Crianças Cristais como parte da onda evolucionária de mudança. O segundo grupo são aqueles que nasceram sem estas qualidades, mas que as adquiriram trabalhando arduamente e seguindo diligentemente um caminho espiritual. Sim, isto quer dizer que todos nós temos o potencial de ser parte deste “grupo” emergente de “anjos humanos”.

O seguinte extrato descreve a diferença entre Crianças Cristais e Indigos. É do artigo “Crianças Indigos e Cristais” da Doreen Virtue:

A primeira coisa que a maior parte das pessoas observa nas Crianças Cristais são os seus olhos, grandes, penetrantes, e a sua imensa sabedoria. Os olhos delas fixam-se em você e te hipnotizam, enquanto você chega à conclusão que a sua alma está sendo revelada para a criança. Talvez tenha se apercebido desta nova e especial “raça” de crianças que está a povoar rapidamente o nosso planeta. Elas são felizes, encantadoras e inclinadas ao perdão. Esta geração nova de “trabalhadores de luz”, tem idades mais ou menos entre os 0 a sete, e são totalmente diferentes das gerações anteriores. Sendo ideal em vários aspectos, elas apontam na direção para onde a humanidade está se dirigindo… e é uma ótima direção!

As crianças mais velhas (aproximadamente com a idade entre os 7 e 25), e que se chamam “Crianças Indigo”, partilham algumas caracteristicas com as Crianças Cristais. As duas gerações são bastante sensiveis e psiquicas, e têm objetivos de vida importantes. A maior diferença é o seu temperamento. Indigos têm um espirito de guerreiro, porque o seu propósito coletivo é de esmagar os velhos sistemas que já são inúteis. Elas estão aqui para pôr termo aos sistemas de governo, educacionais e legais que não têm integridade. Para fazer isto elas precisam de temperamentos e determinação impetuosa.

Aqueles adultos que resistem a mudança e que dão valor à conformidade, podem não perceber os Indigos. Elas são frequentemente e erradamente classificadas com diagnósticos psiquiátricos de Transtorno do Déficit de Atenção com HiperAtividade (TDAH) ou Transtorno do Déficit de Atenção (TDA). Infelizmente, porque elas são medicadas, as Indigos frequentemente perdem a sua bela sensibilidade, dádivas espirituais e energia de guerreiro…. Em contraste, as Crianças Cristais são bem-aventuradas e de temperamento uniforme. Claro, podem ter ataques de fúria ocasionalmente, mas a maior parte destas crianças são inclinadas ao perdão e tranquilas. As Cristais são a geração que beneficia da precursão dos Indigos. Primeiro, as Crianças Indigos lideram com uma machete, cortando tudo que não tem integridade. Depois as Crianças Cristais seguem o caminho aberto para um mundo mais seguro e protegido.

Os termos “Indigo” e “Cristal” foram dados a estas gerações porque eles descrevem com precisão as suas cores de aura e de padrões de energia. As Crianças Indigos têm bastante azul-indigo nas suas auras. Esta é a cor do “chacra do terceiro olho”, que é o centro de energia localizado na cabeça entre as sobrancelhas. Este chacra regula clarividência, ou a habilidade de se ver energia, visões, e espiritos. Muitas das Crianças Indigos são clarividentes.

As Crianças Cristais têm auras opalescentes, com matizes lindas de pastel com côres múltiplas. Esta geração também demonstra uma fascinação por cristais e pedras…..

As Crianças Indigo podem sentir desonestidade, como um cão pode sentir medo. As Indigos sabem quando estão mentindo para eles, sendo manipuladas, ou sendo tratadas de forma condescendente. E como o seu propósito coletivo é nos introduzir a um novo mundo de integridade, os seus detectores interiores de mentiras são indispensáveis. Com mencionei antes, alguns adultos sentem-se ameaçados por este espirito de guerreiro. E as Indigos são incapazes de se conformar com situações disfuncionais em casa, trabalho ou escola. Elas não têm a habilidade de se desassociar dos seus sentimentos e fingir que está tudo bem… a não ser que estejam medicadas ou com sedativos.

Os dons espirituais inatos das Crianças Cristais são também mal compreendidos. Especificamente, as suas habilidades telepáticas, que as levam a falar mais tarde na vida.

No novo mundo que os Indigos estão introduzindo a nós, estaremos muito mais conscientes dos nossos pensamentos e sentimentos intuitivos. Não contaremos tanto com a palavra escrita ou falada. A comunicação será mais rápida, mais direta e mais honesta, pois será de mente para mente. Já nesta altura podemos ver um número de pessoas, e está a aumentar, que estão a tomar contacto com as suas habilidades psiquicas. O nosso interesse no paranormal nunca esteve tão alto, acompanhado por livros, programas de televisão, e filmes sobre o tópico.

Por isso, não é surpreendente que a geração que se segue aos Indigos, seja incrivelmente telepática. Muitas das Crianças Cristais têm padrões de fala retardada, e não é incomum para elas esperarem até terem 3 ou quatro anos para começar a falar. Mas pais dizem-me que não têm problema nenhum em comunicar com as suas crianças silenciosas. Muito longe disso! Os pais metem-se em conversa mental com as suas Crianças Cristais. E as Cristais usam uma combinação de telepatia, de linguagem gestual própria, e de sons (incluindo canção) para transmitir o seu ponto de vista.

A dificuldade começa quando as Cristais são julgadas por médicos ou educadores como tendo padrões de fala “anormais”. Não é coincidência que à medida que o número de Crianças Cristais nascidas aumenta, que o número de diagnósticos de autismo atinge um número recorde.

É verdade que as Crianças Cristais são diferentes das outras gerações. Mas porque é que temos de encontrar razões patológicas para estas diferenças? Se as crianças estão se comunicando com sucesso em casa, e os pais não estão reportando nenhum problema… porque tentar criar problemas? O critério para diagnosticar o autismo é bastante claro. Declara que uma pessoa autista vive no seu próprio mundo, e está desligada das outras pessoas. A pessoa autista não fala por causa de um desinteresse em comunicar com outras pessoas.

As Crianças Cristais são totalmente o oposto. Elas são consideradas como uns dos seres mais ligados, mais comunicativos, mais carinhosos e mais amorosos de qualquer uma das gerações. Também são bastante filosóficas e têm dons espirituais. E elas exibem niveís nunca vistos de bondade e sensibilidade para este mundo. As Crianças Cristais espontaneamente abraçam e preocupam-se com pessoas carentes. Uma pessoa austista não faria isso!

No meu livro “A educação e alimentação das Crianças Cristais”, eu escrevi que ADHD (que em português é TDAH para Transtorno do Déficit de Atenção com HiperAtividade) devia significar “Atenção Ligada a uma Dimensão Superior”. Isto descreve mais exactamente esta geração. Na mesma veia, as Crianças Cristais não justificam um rótulo de autismo. Elas não são autistas! Elas são FANTÁSTICAS!

Estas crianças merecem respeito, e não rótulos de disfunção. Se há alguém que é disfuncional, são os sistemas que não estão se acomodando a evolução continua da espécie humana. Se nós envergonhamos as nossas crianças com rótulos, ou se as submetemos por medicação, então teremos enfraquecido insidiosamente uma dadiva mandada pelos céus. Nós esmagaremos uma civilização antes que tenha tempo de formar raízes. Afortunadamente, há muitas soluções positivas e alternativas. E o mesmo céu que nos mandou as Crianças Cristais pode nos assistir, nós que defendemos estas crianças……..

 Fonte: Julia Luah – https://www.facebook.com/julinsluah

AUMENTANDO A ENERGIA ESPIRITUAL – TRAGA O FLUXO PARA A SUA VIDA

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A sua energia espiritual flui livremente ou você está bloqueado? Dificuldades em sua vida são causadas ​​por um bloqueio da kundalini ou a energia vital no corpo! E, você sabia que você realmente obtém mais energia a partir da energia infinita do universo do que você tira de alimentos ou de outras pessoas?

O alimento fornece apenas um pouco de energia – e se a sua dieta não é tão saudável como deveria ser, você não está recebendo os nutrientes certos de qualquer maneira, e determinados alimentos podem realmente diminuir sua energia. E quanto a energia que você recebe de outras pessoas? Você pode se sentir energizado na presença de certas pessoas, mas quando você está sozinho, você se sente cansado ou sua energia permanece constante?

E se houvesse energia que fosse infinita, renovável e sempre disponível?

Esta fonte de energia já está em você. Pense na última vez que esteve totalmente absorvido em algo que você ama fazer. O tempo deixa de existir, e você pode facilmente passar um dia inteiro sem alguma vez chegar perto da geladeira. Você está vibrando com energia vital e de alguma forma, apesar da falta de comida, você não apenas sobrevive, mas prospera. Isto é devido à abundância de energia espiritual!

Esta energia é a energia da fonte – a mesma energia que cria e permeia tudo no universo; é a energia que fornece o combustível físico que você obtém a partir de alimentos, o combustível emocional que vem de bons relacionamentos e suas paixões, e o combustível mental que vem do seu trabalho e propósito da vida.

Isso vai contra o que a maioria de nós fomos ensinados. Estamos acostumados a olhar para a energia física em termos de recursos como petróleo, alimentos, eletricidade, etc. Esses recursos são, Mas e a diferença em seus níveis de energia física quando se está deprimido e seus níveis de energia quando você está feliz? Será que você comeu algo diferente? Talvez – mas exagerar no sorvete pode acontecer quando você está feliz também. A verdade é:

ALIMENTOS tem pouco impacto sobre a sua energia. HUMOR, por outro lado, tem um tremendo impacto.

Pense num tempo em sua vida quando você estava extremamente triste.Como estava a sua energia física? Será que realmente importa o que você comeu, ou que até mesmo alimentos saudáveis ​​e mais reconfortantes deixaram você ainda se sentindo triste e apático? Como você se sentiu mentalmente e emocionalmente? O seu pensamento estava claro e nítido ou embaçado e sem brilho? Você estava calmo e feliz ou emocionalmente abalado?

Agora pense em uma época em que estava excepcionalmente feliz. Você pode ter esquecido completamente de comer! Você pode ter sentido que a comida não era uma parte necessária da vida e você pudesse existir com puro amor.

Mas, às vezes, a energia espiritual pode ser bloqueada.

O impacto da energia espiritual em sua vida

Você sabia que você tem a habilidade de bloquear sua própria energia? Toda vez que você se afunda em negatividade ou permite que a negatividade domine seus pensamentos, você está bloqueando a energia. Quando você está deprimido, irritado, frustrado, sentindo-se como ‘a vítima’, ciumento, ressentido, preocupado, com medo, possessivo ou se você está permitindo-se agarrar a qualquer outra emoção negativa – você acabou bloqueado a sua energia espiritual. Isso não quer dizer que você não deva sentir emoções negativas! Você é humano, e você tem o direito de sentir-se infeliz com as coisas, mas você tem que agarrar-se a essas emoções e permitir-lhes que se alimentem e bloqueiem sua energia? Não. Você pode escolher estar no fluxo.

A vida é feita para fluir sem obstáculos. A vida se trata de expansão e evolução, mas muitas vezes criamos resistências à ordem natural da vida com nossos pensamentos.

Você sabia que a mais poderosa energia bloqueadora é “NÃO”?

O que o “NÃO” faz com você? O mantém preso onde você está, com medo de mudar, produz pensamentos de medo e preocupação com o futuro; diz ao mundo que você não quer a abundância que está disponível para você. Diz ao mundo: “Eu prefiro a negatividade.” Outras pessoas sentem essa vibração, e você verá que se você agarrar-se a sua negatividade e bloquear sua energia espiritual, as pessoas estarão menos inclinados a quererem estar com você e ajudá-lo em seus empreendimentos.

Reforçar Energia Espiritual

Quando você diz “não” as possibilidades, quando você diz “não” para a abundância, quando você diz “não” para mudança – você está de fato bloqueando a energia espiritual de fluir livremente. Se você acredita que “o jeito que você é” está escrito em pedra e que você não pode mudar, você está fechando a válvula de abundância e bem-estar. Se você aceitar a mudança, porém, você abre as portas para a abundância, a felicidade, propósito e uma vida verdadeiramente significativa.

Como você abraça e cria mudança em sua vida?

Em primeiro lugar, concorde em mudar. Você não pode esperar resultados diferentes em sua vida, a menos que você melhore suas habilidades e aprenda novas e melhores maneiras de fazer as coisas – e se você melhorar as maneiras de pensar e sentir! Lembre-se sempre que você tem o poder de escolher. Você tem o poder de determinar se você diz, “Sim” ou “Não”. E, você tem a opção de permanecer onde você está (escolhendo a inércia). Concorde em dizer “sim” mais vezes, mesmo de coisas que assustam você.

Em segundo lugar, concorde em elevar a sua vibração. Aumente os níveis de amor, entusiasmo, alegria, propósito, criatividade, confiança e atitudes positivas. Você pode escolher se sentir bem e ser feliz mesmo diante da “realidade” desagradável. Seus pensamentos e emoções elevam a sua vibração e, em seguida, sua realidade física rapidamente começar a mudar também!

Na verdade, a qualquer momento que você se sinta bem, a energia espiritual flui livremente em você. Torne esse modo padrão, levando a sério as lições aqui aprendidas. Traga ainda mais energia espiritual em sua vida – a energia que nunca, nunca se esgota e não custa um único centavo!

POR: Christie Marie Sheldon

Saiba mais: https://omundodegaya.wordpress.com/misthikko/