08 de Julho de 1927 – Primeira Psicografia de Chico Xavier

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Noite de 8 de Julho de 1927…Lá se vão 87 anos quando naquela noite, na pequena cidade de Pedro Leopoldo, em Minas Gerais, Chico Xavier recebia mediunicamente a primeira mensagem de sua lavra mediúnica. O próprio Chico diria a seu amigo Arnaldo Rocha:

“Tinha eu dezessete anos em 1927 quando, na noite de 8 de julho do referido ano, em uma reunião de preces, escutei, através de uma senhora presente, D. Carmem Penna Perácio, já falecida, a recomendação de um amigo espiritual aconselhando-me a tomar papel e lápis a fim de escrever mediunicamente. Eu não possuía conhecimento algum do assunto em que estava entrando, mesmo porque ali comparecia acompanhando uma irmã doente que recorria aos passes curativos daquele círculo íntimo, formado por pessoas dignas e humildes, todas elas de meu conhecimento pessoal. Do ponto de vista espiritual, apesar de muito jovem, era fervoroso católico que me confessava e recebia a Sagrada Comunhão, desde 1917, aos sete janeiros de idade.

Ignorando se me achava transgredindo algum preceito da igreja, que eu considerava minha mãe espiritual, tomei o lápis que um amigo me estendera com algumas folhas de papel em branco e meu braço, qual se estivesse desligado de meu corpo, passou a escrever, sob os meus olhos cerrados, certa mensagem que nos exortava a trabalhar, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. A mensagem era constituída de dezessete páginas e veio assinada por um mensageiro que se declarava ‘Um amigo espiritual’, que somente conheceria depois. Nenhuma das pessoas presentes se interessou em conservar o comunicado, inclusive eu mesmo, pois nenhum de nós, os companheiros que formavam o círculo de orações, poderia prever que a tarefa de escrever mediunicamente se desdobraria para mim, através de vários decênios.”

E através mesmo de Chico Xavier, alguns anos mais tarde, em 1938, no livro “Brasil Coração Mundo, Pátria do Evangelho” ditado pelo Espírito Humberto de Campos, este admirável escritor diria:

“Jesus transplantou da Palestina para a região do Cruzeiro a árvore magnânima do seu Evangelho, a fim de que os seus rebentos delicados florescessem de novo, frutificando em obras de amor para todas as criaturas.”

      É inegável que a consolidação desta transferência, se daria através das obras psicografadas por Chico Xavier, sedimentadas pelo  exemplo de amor e renúncia do medianeiro, a sensibilizar os nossos corações para um entendimento maior do Evangelho de Jesus.

      É obvio, que para a materialização de um projeto desta magnitude, uma plêiade de Espíritos Superiores assessoravam o médium na sua tarefa inicial. Emmanuel, a definir-se como aquele elemento responsável e direcionador do grande projeto, estabeleceria que a disciplina, repetida três vezes, e que não representava ingenuamente as regras básicas de horários dentro de um contexto de rotina, seria aquela virtude identificada na vontade e na determinação de levar adiante a tarefa que se iniciava.

      O trabalho se inicia com grandes desafios. Parnaso de Além túmulo, seria a obra que marcaria o selo de autenticidade da mediunidade de Chico Xavier. Depois Humberto de Campos, viria trazer-nos obras maravilhosas, como Boa Nova, que resgata a partir de informes do mundo espiritual, passagens de Jesus, de cunho profundamente educacional. Ele mesmo definiria em seu prefácio: “Todas as expressões evangélicas têm, entre nós, a sua história viva. Nenhuma delas é símbolo superficial.”

      Emmanuel, por sua vez, amplia nossa capacidade de entendimento do Evangelho de Jesus. Estudar seus romances é penetrar num universo grandioso de informações sobre o período de consolidação do cristianismo na Terra. A obra “Paulo e Estevão”, 70 anos após sua publicação, continua sendo atualíssima, pois não se trata apenas de uma obra de cunho histórico, mas compreende um livro fala profundamente á nossas almas, como roteiro norteador para nossas vidas. Suas páginas estão impregnadas daquela vibração amorosa, de quem sentiu e viveu os primeiros anos do cristianismo nascente.

      E Emmanuel, na sua feição de educador, vem através de Chico Xavier, ditar uma série de livros de cunho evangélico: Pão Nosso, Vinha de Luz, Caminho Verdade e Vida, Fonte Viva e outros, são repositórios de profundas análises em torno dos textos bíblicos, onde o benfeitor em todas as passagens procurar extrair o “espírito da letra”, sugerindo-nos de como devemos estudar o Evangelho de Jesus.

      Outras obras extraordinárias ainda viriam como: Pensamento e Vida e A Caminho da Luz.         Curiosamente, são poucas as casas espíritas que estudam de maneira profunda as obras de Emmanuel, uma vez que retratam fielmente a continuidade das obras codificadas por Kardec. Vemos hoje, uma oferta imensa de obras espíritas, a maioria circulando em torno daquilo que já nos trouxe Humberto de Campos, Emmanuel e André Luiz, através da pena de Chico Xavier de maneira criteriosa e profunda. Mas perguntamos, qual o problema disso? O que isto acarreta ao movimento espírita e em extensão aos espíritas? Diríamos que de imediato quase nada, apenas um retardamento em relação ao entendimento da verdade ou da parcela desta, que foi disponibilizada pelo Mundo Maior, a benefício da humanidade. O projeto Emmanuel-Chico Xavier, representa o que há de há de mais profundo e abrangente em torno do Evangelho após o surgimento da Doutrina Espírita. O material está aí, disposto ao alcance de todos. Estudemo-lo.

Euripedes Mariano.

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A Mediunidade, da Antiguidade aos Dias Atuais

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Allan Kardec no cap. XIV de O Livro dos Médiuns, fala que todo aquele que sente em qualquer grau a presença dos espíritos é por isso mesmo médium. Para nós espíritas é ponto pacifico afirmar, que a mediunidade, é uma faculdade natural, inerente ao ser humano, que independe da crença religiosa e se fez presente em todas as épocas da humanidade, sendo inúmeras vezes, confundida e deturpada pelos homens ao longos dos séculos.

Nas antigas civilizações do oriente no Egito, na Pérsia, na Síria e nas do ocidente na Grécia e em Roma, citada também nos vedas e nos livros sagrados de outras religiões, a mediunidade era tida como crença geral, e os médiuns vistos como seres privilegiados pelos deuses, e por esse fato semi-deuses. Denominados como pítons, pitonisas, oráculos, magos, sacerdotes, etc., eram avidamente consultados em busca das mais variadas informações que atendessem aos diversos interesses daqueles que os procuravam.

Os relatos, inclusive os citados na bíblia, referem-se a aparição de anjos, demônios e possessões variadas que marcaram a fenomenologia da época, sedimentando conceitos atávicos e ritualísticos, que ainda fazem parte dos nossos dias. Era comum na Grécia antiga e em outros povos os médiuns atuarem como conselheiros do reis, como também era comum, os retiros do homem para a natureza ou para o insulamento em monastérios buscando o estudo e a prática da filosofia, como fazia Platão, que galgava a montanha do Imec, buscando lá o refúgio e tranqüilidade para suas conjecturas, ou mesmo Moisés, que subiu ao monte Sinai no intuito de obter respostas que atendessem às suas necessidades espirituais mais prementes.

Mas é com o Cristo, que a mediunidade adquire um maior substrato moral e vem orientada pela disciplina que a sua condição de médium de Deus proporciona, visto que, Ele confabulava diretamente com Deus, e que, esse fato por si só, já era suficiente para promover uma nova disposição moral nas atitudes e no comportamento do homem, em função da aplicação da Lei do Amor, inquestionavelmente traduzida em seus ensinamentos.

A ignorância, no que se refere a mediunidade e os interesses espúrios que o fanatismo religioso produzia, detonaram perseguições implacáveis aos médiuns, tanto ao tempo de Jesus quanto na Idade Média, quando ela é tachada de intervenção demoníaca e os médiuns levados ao martírio da fogueira como ocorreu com Joana D’arc, por não abjurar de suas vozes, que revelavam a sobrevivência da alma e a comunicabilidade da mesma.

Os acontecimentos de Hydesville em 1848 nos EUA, e em seguida os fenômenos das mesas girantes que invadiram a Europa, que inicialmente servia a fins fúteis, trouxeram novos enfoques sobre a mediunidade, pois os fatos como sabemos, estavam obedecendo uma previa programação do mundo espiritual, tanto que, em 1854, chegam ao conhecimento do Insigne professor, Hyppolyte Leon Denizard Rivail, em Paris, que após análise rigorosa, se propõe aprofundar as investigações sobre o tema, comparando, observando e julgando, para apresentar ao mundo a mediunidade como uma faculdade de natureza orgânica inerente ao ser humano, que se exterioriza pela ação dos espíritos. Inquestionavelmente a prudência e o bom senso de Kardec, resultaram em uma pesquisa refinada, de rara qualidade, que nos deixou como grande legado sua maravilhosa obra.

A obra de Kardec despertou um interesse bombástico pelo assunto, e isso descambou em grandes pesquisas, como as de César Lombroso, Ernesto Bozzano, Gabriel Dellane, e tantos outros pesquisadores de renome que contribuíram de forma magnífica para o enriquecimento da Doutrina nesse contexto.

De Kardec aos nossos dias muito se tem estudado acerca da mediunidade, embora alguns, teimem em manter vivos conceitos atávicos oriundos de outros tempos, em virtude da falta de estudo. Contudo, a espiritualidade maior não descansa nos ensinamentos e a Providência Divina não nos deixa órfãos de missionários que alavanquem o nosso crescimento espiritual, se atentarmos para a grande produção mediúnica no campo literário, através de Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco, Ivone A. Pereira e tantos outros médiuns sérios, perceberemos que o nosso conhecimento sobre a mediunidade é ainda ínfimo, diante desse manancial de luz.

Warwick Mota – Brasília – DF

Via: www.espirito.org.br

SINAIS DE MEDIUNIDADE – SAIBA RECONHECÊ-LOS

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Muitas pessoas possuem mediunidade apurada mas não querem desenvolvê-la por medo, por falta de informação, por insegurança. Mas é preciso saber que existem formas seguras, sem dogmas ou rigidez para desenvolver a mediunidade: através do estudo. Através do conhecimento sobre essa faculdade do nosso espírito, podemos encontrar métodos leves, amorosos que fazem com que você se sinta bem e consiga trazer o bem para as pessoas ao seu redor através desse seu dom. Conheça abaixo os sinais de mediunidade.

Quais são os sinais de mediunidade?


Os sinais de mediunidade são a sensibilidade ao extrafísico, é a capacidade que a nossa alma tem de captar energias de natureza não-física.

  • Intuição aflorada: você sente que deve ou não deve fazer algo, e depois do feito vê que a sua intuição estava certa. “Algo estava me dizendo para fazer/não fazer isso”.
  • Sonhos reveladores: você tem sonhos que indicam caminhos, apontam soluções ou mostram questões que você precisa levar em conta em sua vida.
  • Compaixão com o sentimento alheio: você se importa com as dores do mundo, o sofrimento dos outros mexe muito com você e você sente a necessidade de ajudar de alguma forma, tem vontade de mudar cenários negativos.
  • Aromas: você sente aromas que não existem no ambiente físico, sente aromas que as outras pessoas que estão junto de você não sentem.
  • Presenças: enxerga, sente ou pressente a presença ou vultos que aparecem e desaparecem num piscar de olhos.
  • Competência para falar em assuntos: você está falando sobre um assunto que nunca estudou e sabe com clareza e fluência falar sobre ele, fala com uma competência elevada, acima dos demais, sem nem mesmo saber por que.
  • Coincidências: percebe coincidências, que as outras pessoas não notam e quando você diz elas se surpreendem, na verdade as coincidências são chamadas de sincronicidades e vocês as percebe melhor que os outros.
  • Ombro amigo: você é conhecido como um ombro amigo, muitos vêm lhe pedir conselhos e até mesmo desconhecidos se sentem a vontade para desabafar com você.
  • Perdão: você tem o dom do perdão, tem facilidade em perdoar.
  • Ambientes/pessoas carregados: você sente quando um ambiente está carregado com energias negativas ou pessoas possuem energias negativas, o bocejo é um sinal disso.
  • Não gostar de multidões
  • Mudança de hábitos para o melhor: melhora na alimentação, no cuidado com o seu corpo físico e mental, afastamento de pessoas e hábitos tóxicos, diminuição da futilidade, vaidade e costumes mundanos, etc.
  • Mudança no ciclo de amizades: descobre que amizades antigas podem não ter mais tanto a ver com você e busca por pessoas que tenham o mesmo tipo de energia e percepção da vida que você.

Esses são apenas alguns sinais da mediunidade, e focados nos aspectos positivos do afloramento dela. Sente-se assim? Estude mais sobre isso!

 

Fonte: http://www.wemystic.com.br/

24 de Agosto – Dia do Orixá Mensageiro

 

EXU
O Mensageiro dos Orixás

Exu é a figura mais controvertida dos cultos afro-brasileiros e também a mais conhecida. Há, antes de mais nada, a discussão se Exu é um Orixá ou apenas uma Entidade diferente, que ficaria entre a classificação de Orixá e Ser Humano. Sem dúvida, ele trafega tanto pelo mundo material (ayé), onde habitam os seres humanos e todas as figuras vivas que conhecemos, como pela região do sobrenatural (orum), onde trafegam Orixás, Entidades afins e as Almas dos mortos (eguns). 

Esse Orixá (ou Entidade) não deve ser confundido com os eguns, apesar de transitar na mesma Linha das Almas (uma das três linhas independentes) sendo o seu dia a segunda-feira; ficando sob o seu controle e comando, os Kiumbas (espíritos atrasadíssimos na evolução). 

Exu é figura de status entre os Orixás, que apesar de ser subordinado ao poder deles, constitui uma figura tão poderosa que freqüentemente desafia as próprias divindades. Sua função e condição de figura-limite entre o astral e a matéria, se revela em suas cores, o negro e o vermelho, sendo esta última a vibração de menor freqüência no espectro do olho humano, abaixo do qual tudo é negro, há ausência de luz. 

Seus aspectos contraditórios também podem ser analisados sob outro ponto de vista: o negro significa em quase todas as teologias o desconhecido; o vermelho é a cor mais quente, a forte iluminação em oposição à escuridão do negro. Até em suas cores, Exu é o símbolo das grandes contradições, do amplo terreno de atuação. 

Os Exus são considerados entidades poderosas, mas nem sempre conscientes dessa força, desconhecendo seus limites e suas conseqüências ao envolver os seres humanos vivos. Assim ao utilizar-se de suas vibrações, um iniciado precisa tomar cuidado para não permitir que Exu, mesmo com o propósito de ajudá-lo, provoque um descontrole energético que possa ser prejudicial ao ser humano. 

Sua função mítica é a de mensageiro – é o que leva os pedidos e oferendas do homens aos Orixás, já que o único contato direto entre essas diferentes categorias só acontece no momento da incorporação, quando o corpo do ser humano é tomado pela energia e pela consciência do seu Orixá pessoal (quando a consciência de quem carrega o Orixá desaparece). 
 

É Exu quem traduz as linguagens humanas para a das divindades. Por isso, é imprescindível para a realização de qualquer ritual, porque é o único que efetivamente assegura em uma dimensão (ayé ou orum) o que está acontecendo na outra, abrindo os caminhos para os Orixás se aproximarem dos locais onde estão sendo cultuados. 

O poder de comunicar e ligar, confere à ele também o oposto; a possibilidade de desligar e comprometer qualquer comunicação. Se possibilita a construção, também permite a destruição. Esse poder foi traduzido mitologicamente no fato de Exu habitar as encruzilhadas, passagens, os diferentes e vários cruzamentos entre caminhos e rotas, e ser o senhor das porteiras, portas entradas e saídas. Isso não entra em contradição com o fato de Ogum, o Orixá da guerra, ser considerado o senhor dos caminhos. Além da grande afinidade entre as duas figuras míticas (que são irmãos, de acordo com as lendas), Ogum é responsável pelo desbravamento, pelo desmatar e o criar de novos caminhos, pela expansão do reino, enquanto Exu é o senhor da força que percorre esses caminhos. 

Como, então, essa imagem de menino brincalhão, mesmo que imprudente, se coaduna com a imagem popular que associa Exu ao Diabo? Mesmo em cultos de Umbanda (alguns) Exu é freqüentemente considerado um representante do mal, das forças perigosas e não totalmente recomendáveis. 

Qual a visão está correta?

A rigor, ambas ou nenhuma delas. Exu realmente brinca e se diverte, possibilitando brincadeiras e prazeres aos seres humanos. Também mexe com forças terríveis, provoca acontecimentos dramáticos, causando o mal. 

Em termos históricos, as culturas africanas que cultuam os Orixás – muito diversificadas, conseqüência evidente de uma sociedade dividida em raças, tribos, muito pouco centralizada para os parâmetros ocidentais – são muito mais antigas que as que conhecemos. Há lendas de Orixás que se explicam como respostas socialmente criativas a acontecimentos perdidos num longínquo passado, como a substituição do matriarcado pelo patriarcado, o surgimento do primeiro conceito de sociedade agrária, em oposição a uma cultura nômade e caçadora. 

Assim, como encontrar uma figura que representa o mal numa cultura onde não existe a dicotomia bem-mal? A moralidade ou imoralidade portanto, não está nas figuras dos Orixás, nem principalmente em Exu, mas sim nas interpretações que nós, ocidentais, fazemos a respeito de seus desígnios. 

Para a cultura africana, politeísta, onde os deuses brigam entre si, cada um tomando atitudes radicalmente opostas às dos outros, não existe um certo e um errado, mas vários. Cada ser humano é filho de dois Orixás e, para ele, suas atitudes serão as mais corretas, enquanto um filho de outro Orixá deverá manter postura diferente, mas adaptada ao arquétipo de comportamento associado ao seu próprio Orixá. 

Outra razão de confusão vem do fato de os negros terem chegado ao Brasil na condição de escravos, tratados como subumanos e sem os mínimos direitos. 

Nenhuma hipótese havia, portanto, para que Exu e outras figuras míticas do Candomblé e da Umbanda, fossem aceitas como independentes: os negros tinham de ser convertidos ao Deus Único, aos mitos cristãos. 

Uma divindade africana ao ser capturada pelas explicações católicas, teria no máximo o status de santo, divindade menor, praticamente humana, na teologia cristã. 

Como precisavam de um Diabo, os jesuítas encontraram na figura de Exu, o Orixá que poderia, meio forçadamente, vestir a sua roupa, provavelmente porque sendo o mais humano dos Orixás, à ele se pede interferência nas questões mais mundanas e práticas, o que resulta que a maior parte das oferendas do culto vá, para ele. 

Exatamente por isso, Exu era a divindade que protegia, na medida do possível, os negros dos repressivos senhores. Era para Exu que pediam desgraças para seus senhores. 

Dois outros fatores associam Exu ao Demônio; o fogo – elemento do Diabo e também freqüente nos cultos e oferendas para o mensageiro dos Orixás africanos – e o sexo, território considerado tabu pelos católicos, e o prazer – em geral, as atividades favoritas de Exu. A sensualidade desenfreada costuma ser atribuída à influência de Exu, que significa a paixão pelo gozo, sendo freqüentemente representado em estatuetas, como figura humana sorridente, debochada. 

Para completar os tabus que marcavam Exu como uma figura que subvertia o conceito de faça o bem e será recompensado, faça o mal e será punido – já que ele podia fazer qualquer coisa e alterar qualquer resultado – mas um fator fez com que fosse não só usado como o Diabo mas reconhecido como sua própria encarnação por parte dos jesuítas: Exu gosta de sangue. 

É costume que, em oferendas, o sangue de animais seja o último ingrediente. 

Como, porém, essa base filosófica africana foi esquecida na prática pelos brasileiros, existe certo temor e preconceito com relação a Exu. Isso se revela no temor que os babalorixás (sacerdotes que dirigem a Umbanda ou um Candomblé) têm em identificar alguém como filho de Exu, ou seja, como pessoas cuja energia básica é a mesma do mensageiro dos deuses. Reforçam-se assim, os mitos de desgraça que ronda a figura de Exu. 

A Pomba-gira, figura comum nos cultos de Umbanda e presente em diversos Candomblés, dada a grande intercomunicação entre as duas vertentes, não passa, de um Exu Feminino, onde estão em destaque o senso de humor debochado, a voluptuosidade e sensibilidade desenfreadas, usando cabelos soltos, saias rodadas e vaidosas flores na cabeça. Sua dança é uma gira frenética, desenfreada, violenta até, com quase nenhum controle – sem compostura, de acordo com a visão ocidental. 

CARACTERÍSTICAS DOS FILHOS DE EXU

São muitas as pessoas que têm Exu, como fonte energética principal, mas são poucas as que o sabem. É comum um certo temor do pai-de-santo em comunicar ao iniciado que é um filho de Exu (englobado na Linha das Almas), após a confirmação do jogo de búzios. Acontece que os mitos ocidentais e orientais de perigo e desgraça que andam junto de Exu, fazem com que a pessoa que está sob a égide desse Orixá seja considerada uma perseguida da sorte, marcada pelo destino, e são comumente apontados como sofredores, como se ligados ao mal ou ao padecimento. 

O arquétipo psicológico associado aos filhos de um Orixá é a síntese das características comportamentais que fazem parte de cada Orixá e que são atribuídas aos seus filhos. Não deve ser encarado como camisa de força que limite os seres humanos, mas guias de comportamento. Essas guias de comportamento ou matrizes, são os Orixás. 

No caso dos filhos de Exu, suas características principais seriam a ambivalência e o relativismo, a falta de posturas morais rígidas e inabaláveis, preferindo certo apego à maleabilidade e ao pragmatismo que faz cada situação ser encarada como totalmente independente de outra, cada uma, portanto, merecendo uma saída diferente. 

 

Texto Extraído do Livro “Os Orixás” – publicado pela “Editora Três”

 

10 Sinais de que a tua alma já reencarnou muitas vezes antes…

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Se tens ou já tiveste estes sinais, provavelmente é porque a tua alma já reencarnou várias vezes.

Buda ensinou os seus seguidores do renascimento ou reencarnação – a crença de que uma alma nasce várias vezes em novos corpos ou com novas formas de vida, viajando por um caminho eterno para servir o karma de vidas passadas, e, eventualmente, atingir um estado de perfeita iluminação quando vidas humanas adicionais já não são necessárias.

Aqueles que acreditam na reencarnação a entendem como um processo de maturação da energia.

Aqui estão 10 sinais de que a sua alma já reencarnou muitas vezes!

 

  • 1. Tem sonhos recorrentes

Os sonhos são reflexos da mente inconsciente. Ter sonhos repetitivos pode significar reflexos de experiências de vidas passadas. Muitas pessoas afirmam ter experimentado certos eventos, visto certas pessoas ou ido para outros lugares nos seus sonhos, sendo que elas dizem reconhecer e se sentir familiarizados com estes lugares ou pessoas.

 

  • 2. Tem velhas memórias

Ter velhas memórias poderia ser devido a fantasias, mas também pode ser uma evidência de uma vida passada. Lembrar de algo com detalhe que nunca aconteceu na sua vida atual, pode ser a memória de uma vida passada.

 

  • 3. Tem Déjà Vu

Déjá vu acontece com a maioria das pessoas em algum momento, mas ter essa sensação repetidamente poderia ser um sinal de reencarnação anterior. Os cheiros, sons, visões e gostos pode parecer extremamente familiar e causar flashbacks para outro lugar e tempo.

 

  • 4. É uma pessoa com empatia

Pessoas com empatia absorvem os sentimentos dos outros. Eles são extremamente sintonizadas com as emoções. Ser um empata pode ser um sinal de que a sua alma passou por muitas reencarnações anteriores, e tem experimentado muitas outras emoções.

 

  • 5. Faz previsões

Fazer previsões do futuro é uma capacidade que pode indicar vidas passadas. A previsão pode ser experimentada através de visões, sensações físicas e sonhos.

 

  • 6. Tem regressão de memória

A regressão de memória é a capacidade de obter informações sobre eventos passados que não está disponível. Estes eventos passados poderiam ser da sua própria vida, ou em algum momento no passado distante.

 

  • 7. Tem uma alma velha

Se sentir melhor que a sua idade pode ser um sinal de reencarnação. Você transmite conhecimento e experiência de suas vidas passadas que já ficaram com você, que refletiu na sua vida atual.

 

  • 8. Têm intuições fortes

A intuição é a capacidade de equilibrar a mente consciente com o inconsciente, e de tocar mais fundo na sabedoria primordial e conhecimento inato. Aqueles com intuições fortes podem ser mais maduros na alma – evidência que viveu muitas vidas.

 

  • 9. Desfruta de outras culturas ou tempo

Ter uma grande atração inexplicável por uma determinada cultura ou período de tempo do passado pode ser um sinal de vida passada. A sua alma pode ter saudade de um ambiente passado.

 

  • 10. Tem medos inexplicáveis

Certas lembranças ou experiências de vidas passadas podem deixar uma marca. Alguns acreditam que aqueles que foram reencarnados ainda podem ser capazes de experimentar os ecos de traumas passados através de medos e fobias que são inexplicáveis.

Mediunidade e Desejo

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“Assim também vós, visto que desejais dons espirituais, Procurai progredir…”.Epístola de Paulo – 1 Coríntios, 1 – v. 12

Segundo Paulo, os dons espirituais, e entre eles a mediunidade, podem ser desejados, podem ser buscados com um propósito definido.

Existem aqueles que já nascem médiuns – efetuaram semelhante conquista em pregressas experiências, trilharam os caminhos que os conduziram à conquista das faculdades medianímicas…

Existem aqueles que, em renascendo no mundo, tomando contato com a Doutrina Espírita, anseiam pela mediunidade, querem se tornar ainda mais úteis aos semelhantes na condição de médiuns, admiram em outros a sensibilidade mediúnica e se propõem a desenvolve-la

A pratica nos ensina eu a conquista dos dons espirituais é possível aquele que a isto se consagra com determinação.

Muitos que, digamos, nascem médiuns feitos, não valorizam os seus talentos espirituais quanto aqueles que necessitam se esforçar para adquiri-los.

Quantos médiuns espontâneos nada querem com a mediunidade, alternando cumprimento com deserção ao dever, ao longo de sua peregrinação pelas casas espíritas?!…

E quantos outros promovem o parto de si mesmos, esfalfando-se em demorados e persistentes exercícios mediúnicos até que, por fim, logrem o desabrochar desta ou daquela faculdade psíquica?!…

Paulo é incisivo:”… visto que desejais dons espirituais, procurai progredir…

O apostolo evidencia, em suas palavras de iniciado cristão, que é possível caminhar ao encontro, progredir na direção, crescer na meta…

A mediunidade pode ser comparada a uma somente que, em determinado instante, eclode… Esta explosão pode dar-se agora, desde, é claro, que as condições sejam propicias – é resultado de um processo de maturação psíquica que pode se antecipar com base no empenho e no interesse, no desejo e na vontade.

Alias, os médiuns que se fazem médiuns habitualmente se tornam mais úteis à Doutrina do que aqueles que, desde o berço, são médiuns mas crescem sem nenhuma formação doutrinaria. Não estudam, não trabalham, não cooperam… São os exemplos vivos daqueles que “enterram os seus talentos”, sem a preocupação de multiplicá-los em seu próprio beneficio.

Para muitos, a hora da mediunidade pode ser agora, desde que, evidentemente, não extrapolem o que se refere à espontaneidade, forçando em excesso as portas que lhes conferirão acesso aos dons espirituais. Estamos nos referindo, em nossas colocações neste capitulo, a importância de o candidato ao desenvolvimento mediúnico se devotar para consegui-lo e não pretendendo induzir a mediunidade quem não esteja preparando para tanto.

Ninguém deve “arrombar” a porta da sua sensibilidade psíquica, mas a ninguém igualmente é vedado “bater” à porta, e “bater” com certa insistência na expectativa de que, finalmente, ela se lhe abra.

Por outro lado, não se pode ignorar a grave responsabilidade que assume quem logra a conquista do que Paulo chama “dons espirituais”… Às vezes, quer-se, sem saber o que se quer e para que se quer!… A mediunidade, sempre, deve ser um instrumento de trabalho colocado a serviço dos semelhantes, atuando na gleba das almas para o plantio do Senhor…

Mediunidade não é, evidentemente, uma faculdade para uso exclusivo do médium. O médium, por assim dizer, passa a ser patrimônio publico, quase que privado de sua vida pessoal. Pelo menos, assim o é para quem abraça a mediunidade qual a um apostolado!

O salário do médium será apenas o do dever cumprido, o da alegria permanente pro estar, com Jesus, na parceria consciente da construção de um mundo melhor. Desista de louvores e reconhecimento que, caso recebesse, haveriam de impedi-lo de produzir, bloqueando as suas faculdades receptivas, levando-o à fascinação que o induziria a iludir-se a seu próprio respeito.

Agradeça o medianeiro a realidade dura de suas lutas, que não lhe permitem afastar-se da Verdade no caminho dos dons espirituais que persegue, com o propósito de ascender e redimir-se.

Livro: Mediunidade e Apostolado
Odilon Fernandes & Carlos Baccelli

CASA DOS ESPÍRITOS – RELATO DE PROJEÇÃO ASTRAL

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Por volta dos 8 aos 12 anos tive algumas experiências fora do corpo (que após idade adulta e através dos estudos fui saber que eram projeções astrais), naquela época pensava que eram sonhos e quando me deparava com os espíritos, ficava com medo, é claro.

Os anos se passaram e não tive mais experiências de saídas do corpo lúcidas, até onde me lembro.

Sempre tive uma certa sensibilidade para a espiritualidade e também interesse sobre o assunto…

Fui ficando mais velho e com os estudos, vida pessoal e trabalho em grandes corporações, acabei me afastando destas experiências de projeções astrais.

Muita coisa passou na minha vida até este momento, porém vou relatar a projeção astral que mais me marcou.

No ano de 2008, eu tinha viajado para uma cidade do estado do Paraná e naquela época minha vida estava cheia de grandes desafios. Não estava fácil superá-los.

Naquela noite de inverno fui dormir por volta das três horas da madrugada e a temperatura era de -1 grau.

Deite-me e quase de imediato peguei no sono. Pouco tempo depois tinha me projetado para fora do corpo naquela casa.

Era a terceira vez que estava na cidade, mas naquela casa tinha sido a primeira. Mais tarde fui saber que muitas coisas ruins aconteceram lá, desde ódio entre os familiares, desavenças, desencontros, interesses por posse, inveja e até tentativa de assassinato.

Então ao sair do corpo com plena consciência (lucidez), olho para minha esquerda para a janela do quarto e vejo um espírito do lado de fora com uma aparência deformada. Ele me via, queria se aproximar, mas não conseguia.

Naquela época, sem nenhum estudo sobre Projeciologia, fiquei muito assustado.

Foi então que sai do quarto e fui para sala para escapar daquela situação assustadora com aquele espírito e para meu total espanto e desespero chegando a sala da casa me deparei com vários espíritos perambulando de um lado para o outro. Tive a impressão de ser uma centena deles passando por ali.

Naquele momento eu não sabia o que fazer fiquei com muito medo e praticamente estático.

Todos aqueles espíritos passavam de um lado para o outro, como se aquela casa, na parte da sala, fosse uma terminal de metrô, tinha um movimento incessante. Eu ali parado era uma mistura de puro medo e certa admiração por toda aquela vivência. Os espíritos que transitavam no ambiente não conseguiam me ver, diferentemente do espírito da janela do quarto onde eu estava dormindo.

Fiquei um tempo lá, então três espíritos pararam na minha frente, um homem adulto de bigode, outra uma mulher adulta e a terceira uma menina de aproximadamente uns dez anos, os três de mãos dadas.

Nessa hora fiquei congelado, pois eles me viram…

Então o homem falou comigo: – Você pode me ajudar? Nós estávamos viajando de ônibus e agora estamos aqui.

– Já estamos andando faz tempo e não sabemos para aonde estamos indo.

Cheguei a perguntar o nome dele, pois não sabia o que fazer. Ele chegou a responder.

Mas ainda estava muito assustado com diálogo e principalmente com todos os espíritos que ali estavam.

Neste momento acabei voltando para o corpo, pois fisicamente já estava carregado de emoções, sentimentos mais fortes, adrenalina na corrente sanguínea e com alta aceleração cardíaca. Nesta condição física, inevitavelmente seu espírito/consciência acaba sendo tracionado novamente para o corpo e a projeção astral acaba por se encerrar.

Voltei com um solavanco, como se tivesse caído do alto e imediatamente acordei desperto lembrando tudo que tinha acabado de vivenciar.

Fisicamente ainda estava cansado com vontade de dormir, mas o medo era grande de sair do corpo novamente, então fiquei acordado até ser tomado pelo sono e adormecer sem mais me projetar.

Mais tarde, já de manhã fiquei pensando em toda aquela experiência/vivência fora do corpo…

Foi assustadora, mas ao mesmo tempo incrível. Sempre acreditei em reencarnação, porém aquela experiência era a prova de vida após a vida… Ninguém me contou, eu vivenciei!

Pensava… Eu queria ter ajudado aquela pequena família, mas não sabia como. Fiquei triste por este ponto, mas ao mesmo tempo algo tinha despertado em meu coração espiritual…

Então aquela experiência tinha iniciado a maior e mais verdadeira transformação da minha vida.

Comecei daí para frente ler livros, artigos, vídeos, documentários, cursos que falavam sobre o assunto. Depois deste acontecimento e dos estudos outras experiências projetivas começaram a acontecer comigo.

Um tempo se passou e acabei encontrando o maior conhecedor/projetor sobre assunto da Projeciologia ou Projeção Astral/Consciência* do Brasil e internacionalmente, professor Wagner Borges** do qual estudo com ele até hoje em um grupo fechado de estudos com aproximadamente 120 alunos.

Minha vida mudou por causa desta projeção astral a ponto de reencontrar minha missão de alma e missão de alma coletiva. Mudei de carreira profissional, já atuou há alguns anos como Psicoterapeuta Reencarnacionista, atendendo também com a Regressão Terapêutica conduzida pelos Mentores Espirituais (método ABPR) e também com outra técnica bioenergética que promove curas de doenças físicas, energéticas e espirituais através das Mandalas. Hoje também apresento o Programa Sol do Everest (Canal no Youtube)*** e sou Escritor.

E para finalizar estou eu aqui escrevendo este texto e compartilhando contigo mais este momento da minha vida. Quem sabe esta experiência que tive possa tocar em seu coração e promover uma transformação benéfica na sua vida também!

Quem sabe?

Até breve e a gente se encontra no próximo relato…

Jefferson L. Orlando
São Paulo, 11 de Julho de 2014

– Jefferson L. Orlando – É Psicoterapeuta Reencarnacionista, Palestrante, Ministrante, Escritor, Apresentador do Programa Sol do Everest (Canal YouTube), Outorgado pela Magia Divina, Projetor Extrafísico e Espiritualista. Reside e atende em São Paulo/Capital com a Psicoterapia Reencarnacionista, Regressão Terapêutica (Método ABPR – Conduzido pelos Mentores Espirituais) e Bioenergético Anímico-Mediúnico através das Mandalas pela Magia Divina. Site: www.soldoeverest.com.br E-mail: jefferson@soldoeverest.com.br

* Projeção Astral ou da Consciência:

É a capacidade parapsíquica, natural e espontânea que todo ser humano tem de projetar sua consciência para fora do corpo físico quando o metabolismo e as ondas cerebrais se encontram baixas, isto ocorre quando estamos dormindo, em estados de coma, meditação profunda… Essa experiência tem recebido diversas nomenclaturas, dependendo das doutrinas ou correntes de pensamento que a mencionem: Viagem Astral (Esoterismo), Projeção Astral (Teosofia), Experiência Fora do Corpo (Parapsicologia), Desdobramento, Desprendimento Espiritual ou Emancipação da Alma (Espiritismo), Projeção do Corpo Psíquico ou Emocional (Rosacruz), Projeção da Consciência (Projeciologia) etc.

Sair do corpo é algo natural, fazemos todos os dias sem saber, mas a projeção lúcida (sair do corpo e se lembrar da experiência) requer responsabilidade e ética espiritual. É impossível desencarnar devido a uma viagem astral, mas é possível morrer sem nunca ter se projetado com lucidez.

Devemos tirar proveito destas experiências fora do corpo como aprender sobre a vida nos planos mais sutis, doar nosso amor em trabalhos de assistência extrafísica, servir aos Mentores Espirituais como humildes auxiliares, além de podermos encontrar com parentes e pessoas amadas que já desencarnaram.

Viagem astral não é turismo astral! Requer ética espiritual, maturidade e amor ao próximo.

** Wagner Borges

Nascido no Rio de Janeiro em setembro de 1961 – é pesquisador espiritualista, projetor extrafísico, conferencista, consultor da Revista UFO e colaborador de várias outras revistas como, Sexto Sentido, Espiritismo e Ciência, Revista Cristã de Espiritismo, Caminho Espiritual, e também do Jornal O Legado.

É escritor – autor de onze livros dentro da temática projetiva e espiritual, dentre eles a série “Viagem Espiritual”, sobre as experiências fora do corpo.

É colunista de vários sites na Internet: SomosTodosUm , Revista Sexto Sentido, Revista Caminho Espiritual, Revista Cristã de Espiritismo, site IPPB: www.ippb.org.br, dentre outros. É radialista – apresentador do programa “Viagem Espiritual”, na Rádio Mundial de São Paulo – 95.7 FM.
Para ver vídeos e ouvir áudios do Wagner Borges, acesse sua seção em nosso Exclusivo Canal Sol do Everest no Youtube – http://bit.ly/19I3wr7
***Canal Sol do Everest

Conheça mais sobre o Canal Sol do Everest, o Canal da Espiritualidade, acessando: www.youtube.com/soldoeverest