2017 – O Ano da Grande Iniciação

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A influência da vibração do ano de 2017 gerará fenômenos além de nossa percepção consciente, mas que, no entanto ressoará em cada um de nós, ou seja, ela ecoará e influenciará alguma coisa em nossa psique ou mundo interior. Esta influencia fará com que desperte a nossa luz interior. Será o ano da clarividência e a fonte de todos os presentes! A nossa luz interior, nossas inspirações, nossos talentos interiores, nosso guia interior…

2017 mostrará dois caminhos. O caminho do espírito e o caminho da matéria. Ou se escolherá optar por concentrar seu destino em prazeres materiais e ambição pessoal ou pelo desenvolvimento pessoal e espiritual. Cada um terá o livre arbítrio de optar pelo caminho em que escolher trilhar e assumirá a sua escolha. Mesmo que não esteja consciente desta escolha cada um o fará. O ser humano a partir de agora deverá aprender a agir de acordo com sua vontade sobre a forma de sua existência.

O ano de 2017 trará para os que estiverem preparados e despertos a possibilidade única da unificação da consciência, ou seja, cada parcela de alma reencarnada nesta terceira dimensão terá a oportunidade de se unificar com todos os seus “eus paralelos” vivendo em outras realidades tridimensionais tornando-se unificado com a sua essência monádica. Ano de revelações.

Para estes seres despertos será um ano de grande poder e de conexão com seres de hierarquias superiores.   Será o ano da unificação com a alma e o Eu Superior. Os seres que passarem por esta iniciação estarão direcionando a espiritualidade na Terra nos próximos anos e ajudando no processo de limpeza energética definitiva que dará início no ano de 2018. O Iniciado precisa dar esperança à humanidade, que bem sabemos, já não tem nenhuma. Mas para que isso ocorra o iniciado precisa se unificar com a fonte que tudo é. Todo aquele que queira avançar pelo Caminho deve aprender a se comunicar com seu Cristo Interno.

O iniciado recebe o seu alimento espiritual na forma de conhecimento de luzes e influências astrais conscientes e inconscientes; e voluntariamente se tornar o filho da luz. E quem chegar neste nível de consciência estará pronto para se conectar com a verdade e semear o que aprendeu. Quem dominar esse poder vai trabalhar a sua capacidade e seu alcance para corrigir os males do espírito e da alma da humanidade e, consequentemente, muitas vezes, os males do corpo cuja saúde está intimamente ligada à da mente. Só os valentes vencem. Por esta Senda somente entram os valentes. Só os que renunciam as ilusões terrenas conseguem passar pelo “despertar” e vivenciar o dragão da sabedoria.

Mas devemos estar conscientes de que este caminho não é fácil. Isso requer um indivíduo que deseja servir a humanidade em um verdadeiro estado de amor e serviço genuíno, para isso se exige um trabalho de preparação e purificação física e espiritual de forma continua. Ele também deve desenvolver uma consciência espiritual.

A fim de efetuar a transformação desejada, é preciso primeiro aceitar romper com a sua própria reputação, do que está ao seu redor, o que os outros estão dizendo e o que eles estão pensando e seus próprios pensamentos e suas próprias emoções que é o está sendo trabalhado e consolidado neste ano de 2016. E alcançar a diferença entre o caminho da ilusão e a do Espírito. Especificamente, o caminho da ilusão é o caminho da carne, da emoção, da mente interior, ego, orgulho, a reputação, a necessidade de ser reconhecido e apreciado. Este caminho é estreito porque requer a purificação total.

Ano da profecia e das grandes revelações 2017 será o ano do grande despertar das almas escolhidas para regerem o novo tempo. Estas almas estão sendo preparadas e sendo purificadas para assumirem esta missão. O tempo da semeadura de Jesus na Terra. Será o ano da iniciação dos escolhidos de Mikael para romperem o brilho hipnótico da noite escura da alma a iniciar-se no ano 2018.

Há de se saber ser paciente.

Há de se saber ser sereno.

Há de saber ser luz!

Fiquem em paz e lembre-se de quem vocês são!

Eu Sou Maiana Lena, consciência unificada na missão de servir a luz!

Autor: Maiana Lena 

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Mediunidade e Desejo

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“Assim também vós, visto que desejais dons espirituais, Procurai progredir…”.Epístola de Paulo – 1 Coríntios, 1 – v. 12

Segundo Paulo, os dons espirituais, e entre eles a mediunidade, podem ser desejados, podem ser buscados com um propósito definido.

Existem aqueles que já nascem médiuns – efetuaram semelhante conquista em pregressas experiências, trilharam os caminhos que os conduziram à conquista das faculdades medianímicas…

Existem aqueles que, em renascendo no mundo, tomando contato com a Doutrina Espírita, anseiam pela mediunidade, querem se tornar ainda mais úteis aos semelhantes na condição de médiuns, admiram em outros a sensibilidade mediúnica e se propõem a desenvolve-la

A pratica nos ensina eu a conquista dos dons espirituais é possível aquele que a isto se consagra com determinação.

Muitos que, digamos, nascem médiuns feitos, não valorizam os seus talentos espirituais quanto aqueles que necessitam se esforçar para adquiri-los.

Quantos médiuns espontâneos nada querem com a mediunidade, alternando cumprimento com deserção ao dever, ao longo de sua peregrinação pelas casas espíritas?!…

E quantos outros promovem o parto de si mesmos, esfalfando-se em demorados e persistentes exercícios mediúnicos até que, por fim, logrem o desabrochar desta ou daquela faculdade psíquica?!…

Paulo é incisivo:”… visto que desejais dons espirituais, procurai progredir…

O apostolo evidencia, em suas palavras de iniciado cristão, que é possível caminhar ao encontro, progredir na direção, crescer na meta…

A mediunidade pode ser comparada a uma somente que, em determinado instante, eclode… Esta explosão pode dar-se agora, desde, é claro, que as condições sejam propicias – é resultado de um processo de maturação psíquica que pode se antecipar com base no empenho e no interesse, no desejo e na vontade.

Alias, os médiuns que se fazem médiuns habitualmente se tornam mais úteis à Doutrina do que aqueles que, desde o berço, são médiuns mas crescem sem nenhuma formação doutrinaria. Não estudam, não trabalham, não cooperam… São os exemplos vivos daqueles que “enterram os seus talentos”, sem a preocupação de multiplicá-los em seu próprio beneficio.

Para muitos, a hora da mediunidade pode ser agora, desde que, evidentemente, não extrapolem o que se refere à espontaneidade, forçando em excesso as portas que lhes conferirão acesso aos dons espirituais. Estamos nos referindo, em nossas colocações neste capitulo, a importância de o candidato ao desenvolvimento mediúnico se devotar para consegui-lo e não pretendendo induzir a mediunidade quem não esteja preparando para tanto.

Ninguém deve “arrombar” a porta da sua sensibilidade psíquica, mas a ninguém igualmente é vedado “bater” à porta, e “bater” com certa insistência na expectativa de que, finalmente, ela se lhe abra.

Por outro lado, não se pode ignorar a grave responsabilidade que assume quem logra a conquista do que Paulo chama “dons espirituais”… Às vezes, quer-se, sem saber o que se quer e para que se quer!… A mediunidade, sempre, deve ser um instrumento de trabalho colocado a serviço dos semelhantes, atuando na gleba das almas para o plantio do Senhor…

Mediunidade não é, evidentemente, uma faculdade para uso exclusivo do médium. O médium, por assim dizer, passa a ser patrimônio publico, quase que privado de sua vida pessoal. Pelo menos, assim o é para quem abraça a mediunidade qual a um apostolado!

O salário do médium será apenas o do dever cumprido, o da alegria permanente pro estar, com Jesus, na parceria consciente da construção de um mundo melhor. Desista de louvores e reconhecimento que, caso recebesse, haveriam de impedi-lo de produzir, bloqueando as suas faculdades receptivas, levando-o à fascinação que o induziria a iludir-se a seu próprio respeito.

Agradeça o medianeiro a realidade dura de suas lutas, que não lhe permitem afastar-se da Verdade no caminho dos dons espirituais que persegue, com o propósito de ascender e redimir-se.

Livro: Mediunidade e Apostolado
Odilon Fernandes & Carlos Baccelli

As pessoas boas também tem o direito de dizer “Chega”

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As boas pessoas não tiram férias nem têm horário de trabalho. Ninguém as recompensa pelo que fazem, nem elas desejam esta recompensa. São feitas de um material pouco usual, mas é desse modo que entendem a vida, e é assim como fala a elas o seu coração.

Entretanto, ser bom não é ser ingênuo. É ter valores próprios pelos quais lutar e que nos definem, mas no momento em que nos sentimos vulneráveis ou usados de forma egoísta, há algo por dentro que começa a se quebrar. No momento em que as boas pessoas se deixam levar por uns e por outros sentindo a sombra do egoísmo em cada movimento, aparece a sombra da decepção. Então já não esperam nada, porque deixam de acreditar em si mesmas.

Na realidade, é algo mais complexo do que pensamos. Quando alguém faz as coisas por livre e espontânea vontade, é seu espírito quem o guia, é a espontaneidade e sua própria integridade. Mas quando outras pessoas vulneram esses princípios para chegar a um objetivo em busca de um benefício próprio, em lugar de culpar quem os manipulou, elas culpam elas mesmas. É o mais comum.

As boas pessoas ouvem que são ingênuas, que dão muito, que não sabem intuir as coisas, as pessoas…. E tudo isso, todos estes comentários negativos, vão minando pouco a pouco a autoestima de um modo perigoso.

As boas pessoas e seus castelos: Quando percebemos a invasão dos outros em nossos espaços pessoais, costumamos criar estratégias para nos protegermos. E mais ainda, responsabilizamos os outros por esta ofensa. Mas no caso das boas pessoas, isso nem sempre acontece desse modo.

Devemos ter claro que todos nós precisamos ter um espaço de controle, um limite pessoal depois do qual é obrigatório elevar nossos muros para não ficarmos vulneráveis. Para se convencer ainda mais sobre isso, é importante ter em conta esses simples aspectos:

Estabelecer limites não vai afastá-lo dos outros. As boas pessoas têm todo o direito de dizer “chega” sem que sejam chamadas de egoístas. Sabemos que quem as rodeia está mais do que acostumado a que sempre digam sim, a que estejam disponíveis com um sorriso.

  • Estabelecer limites vai ajudar você a conhecer a si mesmo e aos outros. Você deve saber até onde quer chegar, e a partir daí, devem se ajustar também os demais.
  • No momento em que estes limites estiverem claros, as relações serão mais saudáveis.
  • Isso o ajudará a ter um melhor conhecimento de si mesmo/a.

Mesmo o amor precisa de limites

Se alguém pensava o contrário, está enganado. Não há contexto mais necessário no qual marcar limites claros do que nas relações afetivas, familiares ou de amizade.Em realidade, não haverá forma mais afetuosa e de companheirismo do que poder dizer com tranquilidade um “não” sem nos preocuparmos com medo de que a outra pessoa se sinta ofendida ou contrariada por isso.

Dizer “eu gosto de você” não irá se traduzir jamais em “estou disposto a fazer o que você me pedir no momento em que você desejar”.

Gostar de alguém, seja esse alguém seu par, um amigo ou até um familiar, é poder atuar com liberdade de acordo com nossos princípios, sabendo que vamos ser respeitados a todo momento.

Dizer “chega” nunca o fará ser má pessoa

Antes de convencer os outros, você deve se convencer a si mesmo. É necessário poder dizer “chega”, e dizê-lo em voz alta com convicção, sem nos envergonharmos por isso nem nos sentirmos mal. Pense que se dia após dia, você ceder em tudo aquilo que lhe pedem, o que acaba acontecendo, na verdade, é que estão roubando sua energia, a autoestima, e, por sua vez… vão convertê-lo em alguém que você não é.

Chegará um momento em que, quando desejar ajudar alguém de verdade, isso vai se tornar impossível. Você não terá forças, nem ânimo, e pior ainda, já não acreditará em você.

A importância de traçar uma linha imaginária entre você e os outros

Criar limites ao seu redornão é como criar, da noite para o dia, uma linha de castigo para os outros, onde você fica isolado e protegido ao mesmo tempo. É exatamente o contrário…

Traçar limites não é levantar muros. Visualize-o como uma linha de luz, como uma linha de energia que você traça ao redor do seu corpo, onde suas energias, suas emoções e seus valores ficam protegidos.

Tudo isso vai oferecer a você a segurança de estar agindo com integridade para construir autênticas relações positivas. Desse modo, quem de verdade gosta de você vai compreender, porque as boas pessoas, apesar de não quererem nada em troca, precisam de reciprocidade e de respeito.

Via: Portal Raízes

http://www.portalraizes.com/

Os 6 Passos da Consolidação Espiritual

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Hoje viemos a lhes falar sobre um assunto pouco explorado: a Consolidação Espiritual, que é o seu pleno reconhecimento enquanto essência, em sua capacidade de se observar.

Quando se consolida, o ser se desapega de tudo que possui. Ele se vê enquanto um ser pleno em uma vestimenta física, porém, plenamente confiante e “desamarrado” do ego. A consciência se torna plena num ambiente terrestre.

Não foram muitos que obtiveram esse grau de elevação. Foram os Mestres. Mas vamos falar de alguns efeitos dessa consolidação:

1- Há um pleno desapego à absolutamente tudo que é material.

O ser compreende que tudo que possui é energia em várias formas e está consciente econfiante desse fluxo energético em sua vida.

2- O ser abdica de tudo que sabe, inclusive dos conceitos espirituais.

Tudo é fluido e está em modificação. Nada é certo ou estável em sua vida e isso já não mais o aflige. Suas opiniões se modificam de acordo com a energia que o circunda. Tudo está, nada é.

3- Já não há mais fortes vínculos familiares, de amizade, ou de qualquer forma.

Porque ele se vê em unidade e, nesse ponto, passa a ver todos como membros de sua grande família humana. Não há um mais especial que outro.

4- Sua opinião é inabalável, mas sem apego.

Ela é inabalável no sentido que é influenciado unicamente pelo seu momento interior e não mais por pressões externas.

5- É reconhecido um fluxo da vida, onde tudo vai e volta, num fluir constante e natural.

Ele passa a se atentar às Luas, às estações do ano, aos fenômenos planetários do Sistema Solar, às energias que o circunda, porque ele sabe que tudo isso influencia sua vida.

6- O mais importante: faz de sua prática constante o contato interior, o contato com sua essência que se torna sua única verdade.

O Ser se consolida espiritualmente à eternidade da vida, em alegria e devoção. É um caminho longo, que exige, muitas vezes, duras provas pessoais de expurgo e limpeza interior. Mas lhes garanto que, ao atingir esse estágio, terão a maior sensação de liberdade que já sentiram em toda sua vida. O Amor toma o Ser, que sente a paz interior profunda, e entra em contato com toda sua sabedoria.

Então, aceitem seus enfrentamentos. São duros, eu bem sei, mas imaginem uma estrada com buracos, curvas íngremes subidas e ladeiras, mas que, ao final, terão a paisagem mais linda que consigam imaginar. Ao final dessa estrada a paisagem será algo inesquecível.

Eu sou Saint Germain, Meus Nobres, fiquem em paz e sintam meu Amor.

Canal: Thiago Strapasson – 02/06/2016

Fonte: http://www.coracaoavatar.blog.br

Revisão de texto: Angelica T. Tosta e Solange Yabushita

 

DIFERENÇA ENTRE O EGO E A ALMA

 

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A base da alma está dentro, enquanto a base do ego, o referencial, está sempre fora.
A alma vive em constante gratidão e o ego em eterna insatisfação.
O ego nos estressa enquanto a alma nos harmoniza.
A alma é eterna e o ego passageiro.
A alma é sempre plena e o ego é sempre carente.
A alma nos inspira e o ego nos empurra.
A alma sempre apazigua e o ego perturba.
Ela se une a tudo, enquanto ele nos separa de tudo.
Ela sussurra, ele grita.
A alma ama e o ego se apaixona.
Ela nos liberta e ele nos aprisiona.
Ela nos projeta para dentro e para o alto e ele nos leva para fora e para baixo.
Ela é pleno deleite, ele um animal carente.


Horivaldo Gomes

Via: Gena Teresa: https://www.facebook.com/gena.teresa.3

A LIÇÃO DAS ABELHAS

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As abelhas nos dão um grande exemplo de DESAPEGO. Após construírem a colméia, elas a abandonam. E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento. Todo mel que fabricaram além do que necessitavam é deixado. Batem asas para a próxima morada sem olhar para trás. Num ato incomum, abandonam tudo o que levaram a vida para construir. Simplesmente o soltam, sem preocupação, e vão para outro lugar. Deixam o melhor que têm, seja pra quem for…

Hoje é dia de aprender com elas, plantar novas sementes e iniciar uma nova etapa, não importando tempo ou mesmo onde se deseja chegar. Apenas plantar e deixar que o Universo faça a sua parte …

MÃE – DESNECESSÁRIA

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A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e ela sempre me soou estranha. 
Até agora. Agora, quando minha filha de quase 18 anos começa a dar vôos-solo.
Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária. 
Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que significa isso.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. 
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida. Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe – solidários – criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão.
Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.

Dê a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar.” (Dalai Lama)

Por: Márcia Neder