ASCENSÃO PLANETÁRIA

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A Terra está passando por uma ascensão neste momento para uma vibração e uma consciência dimensional mais elevada. O que isto significa é que ela está unindo o seu corpo físico às freqüências mais elevadas da luz, de modo que ela possa participar da harmonia galáctica da luz espiritual de um modo inteiramente novo. Esta harmonia é a que permeia os planetas iluminados da luz e pela qual a Terra esteve esperando há muito, muito tempo. O corpo de energia da Terra é o principal veículo através do qual esta transformação está ocorrendo, e tanto quanto o corpo humano individual, o corpo da Terra deve se libertar de tudo o que impeça a entrada nas freqüências mais elevadas da luz, antes de se tornar completamente capaz de fazer isto.

É uma triste característica deste tempo que existam forças de oposição que estão procurando ativamente impedir a Terra de dar este passo para o próximo estágio de sua evolução e consciência. Ela esteve envolvida com a realidade tridimensional por muito tempo e as forças de oposição tentam mantê-la em seu estado mais limitado, de modo que a luz não se expanda a um nível galáctico maior. Onde houver uma expansão planetária prestes a acontecer, as forças da oposição se esforçam para limitar este processo, de modo que o equilíbrio da escuridão como uma força em relação à luz possam ser mantidas sem qualquer redução do seu poder ou influência. No caso da Terra, há uma característica particularmente importante de repressão envolvida que tem a ver com o fato de que os participantes ao nível da consciência humana são agora capazes, com o auxílio das forças da escuridão, de destruir a sua espécie e também vastas partes do planeta, se não todo o próprio planeta. A harmonia galáctica seria intensamente perturbada por tal destruição injustificada de grande parte do planeta, ainda que o planeta como um todo sobrevivesse, e assim as forças da luz que estão sempre vigilantes em relação à evolução planetária, estão aqui para garantir que ocorra o avanço para uma consciência nova e iluminada, como Deus pretende, pois há muito em jogo.

Entre as coisas em jogo está o futuro da evolução humana. Pois o novo corpo planetário abrigará aqueles que têm evoluído em consonância com o status espiritual atual da Terra, e se a Terra fosse prejudicada ou destruída, mesmo em parte, a capacidade desta transição de ocorrer em plena medida, sofreria interferência também. Por esta razão, as forças da luz têm guiado todos aqueles que mantêm a luz conscientemente em seus seres para servir de uma forma ativa como servos da luz, de modo que o atual perigo da escuridão prejudicar a evolução da expressão planetária, não possa ser bem sucedido. A integração da consciência individual na rede da consciência coletiva, enquanto isto ocorre em uma base global, tem muito a ver com a forma com que os planos das forças da escuridão serão derrotados.

A necessidade de participação ativa neste momento no processo da ascensão planetária é muito grande, razão pela qual aqueles que guiam a humanidade estão procurando em todos os sentidos, defender aqueles seres que sejam adversamente afetados pelas forças da escuridão, mesmo quando a luz dentro deles continua a se expandir. Esta tarefa de permanecer firmemente apegado aos princípios da luz e da verdade e à presença do amor de Deus, é de suma importância em termos de manter a Terra em equilíbrio da luz, de modo que nenhuma quantidade de destruição que esteja desencadeada de uma forma física possa ter o potencial de minar os propósitos de Deus e da Luz.

A atual confrontação entre a luz e a escuridão é de proporções cósmicas, o que quer dizer que não está somente ocorrendo na Terra, mas no sistema solar, na galáxia e além também. Isto se deve ao fato de que o que influencia um planeta, influencia uma esfera muito maior de vibração com o que este planeta interage, criando uma necessidade de manter a harmonia Divina em toda a galáxia e galáxias associadas, até quando há apenas um planeta em jogo, devido à confrontação com forças de oposição.

Muitos que passaram pelo ciclo evolutivo humano nada sabem de tais batalhas cósmicas entre a luz e a escuridão, exceto o que eles leram nos livros. E, entretanto, toda a história da humanidade foi moldada, em grande medida, pelo triunfo da luz sobre a intencionalidade das forças de oposição de minar a progressão da evolução humana.Em relação à Terra como um planeta em particular dentro do sistema solar e da galáxia, há uma razão adicional de por que é importante que o equilíbrio da luz prevaleça sobre as forças da escuridão e isto é porque a Terra mantém um foco fundamental de poder dissolver as energias das trevas através da luz que começou a transformar a matéria física. Esta capacidade da Terra de purificar as trevas através de sua própria luz inerente é um benefício, não somente para a Terra como um planeta, mas para toda a galáxia na qual ela reside e mais além. É uma característica que é raramente encontrada nos universos habitados.

Tudo o que está em jogo na atual colisão entre as intenções das forças da luz e a intenção das forças da escuridão, tem grande influência no que as almas individuais estão experienciando na Terra neste momento. Há muita dor e sofrimento acontecendo, não somente por causa de manifestações externas das trevas, que têm a ver com a violência, assassinatos, perda da dignidade humana, distorção da verdade, privação dos direitos humanos fundamentais, etc. Todas estas são funções de como a escuridão procura ter uma influência sobre o comportamento humano e a evolução humana. Mas, além disto, a dor que está ocorrendo é a dor de sentir uma perda da esperança, de sentir que não há saída de impasses atuais e nenhum caminho a seguir. Esta dor está sendo sentida em diferentes áreas do mundo, e por muitos indivíduos simultaneamente. É a dor de um mundo que se percebe sem Deus, com um sentimento de solidão que é muito influenciado pela nuvem da escuridão que está atualmente envolvendo a Terra.

Pode-se dizer que toda a Terra, em seu coração e em seu corpo de energia, assim como na consciência de muitas almas individuais, está esperando que esta dor seja retirada – está esperando pelo novo nascimento e pelo novo despertar que possibilitará à humanidade romper situações aparentemente insolúveis que estão saindo do controle, para um novo modo de ser, uns com os outros e com a vida.

O mundo está esperando, como estão os reinos da Luz, pelo despertar de um novo impulso da Luz que tenha força suficiente para romper a atual cobertura da escuridão e permitir que todos sintam e saibam o que esteve sempre presente – a verdade da realidade, da luz e do amor de Deus. Aqueles que estão alinhados com as intenções da Luz esperam com todos os membros do corpo planetário da Terra pelo momento no tempo em que o sofrimento que está sendo causado pela ilusão da separação, desapareça da Terra, e quando o corpo planetário da Terra, bem como todos os seus habitantes se conhecerão como um, com o outro e com a fonte Divina de Luz e de amor que foi dada a cada um no nascimento.

Mensagem de Julie Redstone – http://lightomega.org.

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

 

©2015 Solange Christtine Ventura
http://www.curaeascesao.com.br

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Como está seu sentimento de Auto Aceitação?

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Muitas vezes experimentamos um sentimento de falta de auto aceitação e colocamos em risco a nossa auto estima. Não se aceitar é recusar manter uma relação saudável consigo mesmo.

Aceitar a si mesmo é estar alinhado, estar do seu próprio lado – apostar em si , confiar no seu taco, estar a seu favor, contar consigo mesmo.

Na maioria das vezes em momentos em que a vida nos lança em desafios, experimentamos uma dúvida interna sobre nossa própria capacidade. O que acontece quando não confiamos em nossa competência e não nos aceitamos?

A sensação de rejeição é comum na maioria das pessoas nos dias de hoje. Enquanto uma pessoa experimenta esse sentimento num nível superficial outra pode experimentá-lo num nível tão profundo que paralisa seu processo auto evolutivo. Quando isso acontece a pessoa deixa de crescer com as oportunidades da vida. E se esse sentimento de rejeição não é resolvido, nenhum tratamento surgirá efeito, nenhum novo aprendizado será adequadamente integrado, nenhum avanço significativo acontecerá. Muitas vezes anos de terapia não trazem resultados efetivos enquanto a pessoa não aprende uma forma de se auto aceitar.

Quando aceitamos e experimentamos plenamente os sentimentos negativos, conseguimos nos livrar deles permitindo que eles se expressem. Assim, quando eles se tornam visíveis para nós eles desocupam o centro do palco nos permitindo experimentar um sentimento de liberdade e alívio.

Se estou tendo pensamentos perturbadores. Ok, eu aceito que estou tendo esses pensamentos. Aceito a plena realidade de minha experiência, sem resistir a ela.

Se sinto dor, raiva ou medo, é isso que estou sentindo. Eu posso dizer pra mim mesma: “Tudo bem sentir isso”. Aceitar o que eu sinto, sem tentar explicar. Aceito a realidade da minha experiência.

Se estou desencorajada diante das situações da vida, posso reconhecer isso e após aceitar esse desencorajamento posso me perguntar: O que eu quero no lugar disso? Eu posso criar um estimulo interno que me leve a buscar uma ajuda e o primeiro passo pode ser algo tão simples como pegar o telefone e ligar para um amigo ou um especialista do comportamento humano. Nas profundezas dessa dor posso refletir e me perguntar o que eu estou criando para minha vida agora? O que eu realmente quero? Eu posso assumir responsabilidade sobre este sentimento negativo e utilizar essa mesma força que criou a dor para criar algo mais congruente com a minha natureza, com o meu Eu Superior.

Provavelmente perguntas assim poderão favorecer um contato maior com o seu verdadeiro Ser e se permitir ser mais leve e congruente consigo mesmo. Dependendo do que nós pensamos, falamos ou acreditamos, nós somos suporte para nós mesmos ou somos nossos maiores adversários. Tudo tem uma conseqüência que interfere no nosso comportamento diante de nós mesmos e da vida.

Uma vez ouvi uma metáfora de um velho amigo que me encorajou acreditar em mim e mudar meu ponto de vista naquele momento. Ele comentava “ As vezes, nós seres humanos nos comportamos na vida como verdadeiros mendigos, sentados num tesouro, pedindo esmolas” Muitas vezes ignoramos esse tesouro interno, que na Programação Neurolinguistica (PNL) chamamos de recursos internos. Um dos pressupostos da PNL é: “Nós temos todos os recursos que precisamos para fazer qualquer mudança na nossa vida e para ser feliz”. Muitas vezes nos sentimos incapazes disso. Distorcer a nossa imagem pra nós mesmos é negar a nossa força interna e as conseqüências disso afetam diretamente nossas atitudes na vida.

Lembre-se do intervalo que existe entre o estímulo e a resposta. Você pode assumir um compromisso consigo mesmo e exercer sua liberdade de escolha.Qual a imagem que você tem de você mesmo? Como você se define? O que aconteceria se no lugar de se criticar, se anular, você passasse a escolher valorizar a si mesmo, tratar-se com respeito, acreditar no seu direito de ser feliz?

Eu posso me permitir ouvir a voz da força da vida em mim. É essa a força mais nobre que poderá me apoiar para fazer uma mudança positiva.

Será que a natureza; a sabedoria divina existente em nós não seria bastante sábia para que possamos confiar mais Nela e relaxar?

 

Sobre a Autora: Luiza Lopes é educadora, consultora de empresas e especialista em Programação Neurolinguística.

Referencia: Indesp – Instituto de Desenvolvimento Pessoal

DEZ MANDAMENTOS PARA O TRABALHO ESPIRITUAL

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  1. Não se desconectar da matéria. O excesso de espiritualismo pode criar uma descompensação com graves prejuízos para a vida pessoal e material de uma pessoa. A matéria é tão importante quanto o espírito; ambos são matizes, graus da mesma manifestação. Nenhum dos dois pode prevalecer sobre o outro.

ANTÍDOTO: EQUILÍBRIO.

 

  1. Não despertar os poderes antes da consciência. Os poderes estão a serviço da consciência. Não é preciso buscá-los; quando chega o momento, eles surgem naturalmente. Buscar o poder antes do saber é inverter a ordem natural do processo. Para que sirvam a consciência, os poderes devem ser doados a partir de algo além de nossa vontade.

ANTÍDOTO: EQÜANIMIDADE.

 

  1. Não fixar-se em pessoas em vez de em suas informações. Você não monta uma casa em um túnel. Ele é só um meio para se chegar até ela. Quem depende de um mestre volta à infância psicólogica. Em um processo de iniciação ou terapêutico isso pode ser necessário, mas somente como uma fase a superar, e não como um estado onde parar.

ANTÍDOTOS: DISCERNIMENTO E MODERAÇÃO.

 

  1. Não sentir excesso de autoconfiança. Quem se crê autosuficiente é uma presa fácil para os agentes do engano e não raro se vê envolvido por eles. Quem crê demais na própria capacidade está fadado a equivocar-se.

ANTÍDOTO: DESCONFIAR DE SI MESMO.

 

  1. Não sentir-se superior. Nunca julgue que a própria linha de trabalho é superior às demais. Essa superioridade é a antítese do esoterismo, que afirma justamente a onipresença da consciência em todos os seres e caminhos. Essa postura desconecta uma pessoa das autênticas correntes da consciência amplificada, e é o ponto de partida para a via negra.

ANTÍDOTO: EQÜIDADE.

 

  1. Não deixar-se levar por impulsos messiânicos. A vontade de salvar os demais é uma armadilha fatal. Sua tela de fundo é a vaidade e a insegurança. Essa fobia paranóica rompe com os canais de conexão com o mestre interior, bloqueia o processo de autoconhecimento e lança a espiritualidade numa espiral involuta, além de inibir o direito ao “livre-arbítrio de cada um”.

ANTÍDOTO: CONFIANÇA NA EXISTÊNCIA.

 

  1. Não tomar medidas inconseqüentes. O entusiasmo pode levar uma pessoa a romper com seu círculo profissional e familiar sem necessidade. Com o “fluir” ou o “fechar os olhos e saltar” — axiomas que só deveriam ser usados em situações muito especiais —, os idiotas mais entusiasmados do mundo esotérico incentivam os recém-chegados a se arrebentarem logo na largada.

ANTÍDOTO: RESPONSABILIDADE SERENA.

 

  1. Não agir com demasiada rigidez. Encantada com as novas informações que lhe ampliam a consciência, uma pessoa pode-se tornar intolerante. Ela tem a tentação de impor sua forma de pensar e seus modelos de conduta aos demais. Limitando sua capacidade de ver a partir de outras perspectivas, ela perde o acréscimo de consciência que havia conquistado.

ANTÍDOTO: TOLERÂNCIA E RELAXAMENTO.

 

  1. Não se dispersar. Estudar ou praticar demasiadas coisas ao mesmo tempo sem aprofundar-se em nenhuma delas leva a uma falsa sensação de saber. Nessa atitude, pode-se passar uma vida inteira andando em círculos, enquanto se faz passar por um sábio.

ANTÍDOTO: CONCENTRAÇÃO.

 

  1. Não abusar. Manipuladas, as informações espirituais servem de álibis ou justificativas convincentes para os piores atavismos. Usar essas informações para fins muito particulares é um crime. Ninguém profana impunemente o que pertence a todos.

ANTÍDOTO: RETIDÃO E INTEGRIDADE.

 

Equilíbrio, eqüanimidade, discernimento e moderação, eqüidade, tolerância e relaxamento, confiança na existência, responsabilidade serena, desconfiança de si mesmo, concentração, retidão e integridade são a grande proteção daquele que se aventura pelo mundo espiritual e esotérico.

Por outro lado, quem se assegura dessas qualidades pode fazer o que quiser nesse campo que estará sempre num bom caminho.

 

 

NOTA:  Não conhecemos o autor deste texto – se alguém souber com segurança favor nos avisar para que possamos dar os devidos créditos.

 

Os 6 Passos da Consolidação Espiritual

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Hoje viemos a lhes falar sobre um assunto pouco explorado: a Consolidação Espiritual, que é o seu pleno reconhecimento enquanto essência, em sua capacidade de se observar.

Quando se consolida, o ser se desapega de tudo que possui. Ele se vê enquanto um ser pleno em uma vestimenta física, porém, plenamente confiante e “desamarrado” do ego. A consciência se torna plena num ambiente terrestre.

Não foram muitos que obtiveram esse grau de elevação. Foram os Mestres. Mas vamos falar de alguns efeitos dessa consolidação:

1- Há um pleno desapego à absolutamente tudo que é material.

O ser compreende que tudo que possui é energia em várias formas e está consciente econfiante desse fluxo energético em sua vida.

2- O ser abdica de tudo que sabe, inclusive dos conceitos espirituais.

Tudo é fluido e está em modificação. Nada é certo ou estável em sua vida e isso já não mais o aflige. Suas opiniões se modificam de acordo com a energia que o circunda. Tudo está, nada é.

3- Já não há mais fortes vínculos familiares, de amizade, ou de qualquer forma.

Porque ele se vê em unidade e, nesse ponto, passa a ver todos como membros de sua grande família humana. Não há um mais especial que outro.

4- Sua opinião é inabalável, mas sem apego.

Ela é inabalável no sentido que é influenciado unicamente pelo seu momento interior e não mais por pressões externas.

5- É reconhecido um fluxo da vida, onde tudo vai e volta, num fluir constante e natural.

Ele passa a se atentar às Luas, às estações do ano, aos fenômenos planetários do Sistema Solar, às energias que o circunda, porque ele sabe que tudo isso influencia sua vida.

6- O mais importante: faz de sua prática constante o contato interior, o contato com sua essência que se torna sua única verdade.

O Ser se consolida espiritualmente à eternidade da vida, em alegria e devoção. É um caminho longo, que exige, muitas vezes, duras provas pessoais de expurgo e limpeza interior. Mas lhes garanto que, ao atingir esse estágio, terão a maior sensação de liberdade que já sentiram em toda sua vida. O Amor toma o Ser, que sente a paz interior profunda, e entra em contato com toda sua sabedoria.

Então, aceitem seus enfrentamentos. São duros, eu bem sei, mas imaginem uma estrada com buracos, curvas íngremes subidas e ladeiras, mas que, ao final, terão a paisagem mais linda que consigam imaginar. Ao final dessa estrada a paisagem será algo inesquecível.

Eu sou Saint Germain, Meus Nobres, fiquem em paz e sintam meu Amor.

Canal: Thiago Strapasson – 02/06/2016

Fonte: http://www.coracaoavatar.blog.br

Revisão de texto: Angelica T. Tosta e Solange Yabushita

 

O FUNCIONAMENTO DA MENTE HUMANA – Um guia para programadores oportunistas, crentes convictos e coitadinhos de mim

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Comece fixando em sua mente o seguinte programa:

1- Faça uma coisa repetidamente, com convicção, como se a sua vida dependesse disso, como se fosse a coisa mais importante do mundo. Aconteça o que acontecer, não questione o que você está fazendo nem tente interromper o programa. Não se observe, não procure conhecer a si mesmo e nunca se autoafirme. Simplesmente faça, sem pensar. Sua vida é boa, você tem tudo o que precisa pra viver e vai para um lugar quentinho e feliz depois da morte.

2- Continue fazendo, mesmo que seja interrompido, questionado ou desafiado a pensar. Mesmo que continuar seja totalmente irracional ou ilógico, um verdadeiro suicídio mental ou uma loucura absurda. Mesmo que você sofra as consequências ou faça os outros sofrerem com isso. É gostoso ter coisas entrando por um ouvido e saindo pelo outro tranquilamente.

3- Copie esse programa para a mente de outras pessoas sempre que possível e, na primeira oportunidade que tiver, inove na forma de fazer isso. Não se preocupe em ser pego, nem fique com a consciência pesada, raramente alguém vê ou percebe que foi ‘infectado’. Na pior das hipóteses, você pode se fazer de vítima, fingir ‘que não é com você’ ou que você não entende porque estão te julgando e sendo tão duros com você.

4- Repita tudo de novo, porque você ama a rotina.

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DICA PARA UM MELHOR DESEMPENHO Nº 1:
Se em algum momento alguém chegar te apresentando coisas como autoobservação, autoconhecimento, autoafirmação, terapias, chás milagrosos, meditação ou essa coisa toda de libertação mental, negue veementemente, reforce que você já tem as suas crenças e afaste-se o quanto antes dessa pessoa. Lembre-se que sua mãe lhe disse pra não falar com estranhos.

DICA PARA UM MELHOR DESEMPENHO Nº 2:
Se alguém tentar interromper o seu programa, contestar o que você está fazendo, questionar a sua crença ou mesmo tentar te impedir, acabe com a conversa, acabe com a relação se for preciso. Grite, xingue, proteste, quebre alguma coisa e volte a fazer o que você estava fazendo normalmente, reforçando que você está fazendo a coisa certa e que é nisso que você acredita e ponto final. Enfim, não permita que alguém estrague o seu dia ou interfira no seu livre arbítrio.

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NOTA MENTAL Nº 1:
O melhor momento pra copiar o programa para a mente de outras pessoas é quando elas exibem suas crenças e convicções, quando expõem seus sofrimentos e dramas pessoais ou quando exaltam seus sonhos, desejos e vícios mais ardentes. Afinal, todos gostam de pensar que sabem como funciona a sua própria mente, e um pequeno reforço nunca é demais.

NOTA MENTAL Nº 2:
Graças a tecnologias muito avançadas chamadas Programação neurolinguística e DNA, é possível iniciar e rodar programas com facilidade quase infantil. Isso pode ser feito mesmo sem querer ou sem qualquer experiência no assunto, bastando ‘dar o play’ em qualquer momento traumático ou vulnerável na vida de alguém, como descrito na nota mental nº 1. Se tiver qualquer dúvida sobre esse assunto, ligue a televisão.

NOTA DE REFORÇO:
Lembre-se de, sempre que possível, aproveitar as oportunidades de convencer alguém a pensar como você, e a ficar do seu lado. Os melhores lugares são aqueles em que todos concordam e até reforçam os programas uns dos outros, como descrito na nota mental nº 1.

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PS.: Não nos responsabilizamos por eventuais danos decorrentes desse processo, mesmo porque você já está danificado por ele antes mesmo de começar a rodá-lo.

Por: Julio Licks

https://www.facebook.com/julio.licks

EGO, O FALSO CENTRO

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“O primeiro ponto a ser compreendido é o ego.


Uma criança nasce sem qualquer conhecimento, sem qualquer consciência de seu próprio eu. E quando uma criança nasce, a primeira coisa da qual ela se torna consciente não é ela mesma; a primeira coisa da qual ela se torna consciente é o outro. Isso é natural, porque os olhos se abrem para fora, as mãos tocam os outros, os ouvidos escutam os outros, a língua saboreia a comida e o nariz cheira o exterior. Todos esses sentidos abrem-se para fora. O nascimento é isso.
Nascimento significa vir a esse mundo: o mundo exterior. Assim, quando uma criança nasce, ela nasce nesse mundo. Ela abre os olhos e vê os outros. O outro significa o tu.
Ela primeiro se torna consciente da mãe. Então, pouco a pouco, ela se torna consciente de seu próprio corpo. Esse também é o ‘outro’, também pertence ao mundo. Ela está com fome e passa a sentir o corpo; quando sua necessidade é satisfeita, ela esquece o corpo. É dessa maneira que a criança cresce.
Primeiro ela se torna consciente do você, do tu, do outro, e então, pouco a pouco, contrastando com você, com tu, ela se torna consciente de si mesma.
Essa consciência é uma consciência refletida. Ela não está consciente de quem ela é. Ela está simplesmente consciente da mãe e do que ela pensa a seu respeito. Se a mãe sorri, se a mãe aprecia a criança, se diz ‘você é bonita’, se ela a abraça e a beija, a criança sente-se bem a respeito de si mesma. Assim, um ego começa a nascer.
Através da apreciação, do amor, do cuidado, ela sente que é ela boa, ela sente que tem valor, ela sente que tem importância. Um centro está nascendo. Mas esse centro é um centro refletido. Ele não é o ser verdadeiro. A criança não sabe quem ela é; ela simplesmente sabe o que os outros pensa a seu respeito.
E esse é o ego: o reflexo, aquilo que os outros pensam. Se ninguém pensa que ela tem alguma utilidade, se ninguém a aprecia, se ninguém lhe sorri, então, também, um ego nasce – um ego doente, triste, rejeitado, como uma ferida, sentindo-se inferior, sem valor. Isso também é ego. Isso também é um reflexo.
Primeiro a mãe. A mãe, no início, significa o mundo. Depois os outros se juntarão à mãe, e o mundo irá crescendo. E quanto mais o mundo cresce, mais complexo o ego se torna, porque muitas opiniões dos outros são refletidas.
O ego é um fenômeno cumulativo, um subproduto do viver com os outros. Se uma criança vive totalmente sozinha, ela nunca chegará a desenvolver um ego. Mas isso não vai ajudar. Ela permanecerá como um animal. Isso não significa que ela virá a conhecer o seu verdadeiro eu, não.
O verdadeiro só pode ser conhecido através do falso, portanto, o ego é uma necessidade. Temos que passar por ele. Ele é uma disciplina. O verdadeiro só pode ser conhecido através da ilusão. Você não pode conhecer a verdade diretamente. Primeiro você tem que conhecer aquilo que não é verdadeiro. Primeiro você tem que encontrar o falso. Através desse encontro, você se torna capaz de conhecer a verdade. Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você.
O ego é uma necessidade; é uma necessidade social, é um subproduto social. A sociedade significa tudo o que está ao seu redor, não você, mas tudo aquilo que o rodeia. Tudo, menos você, é a sociedade. E todos refletem. Você irá à escola e o professor refletirá quem você é. Você fará amizade com as outras crianças e elas refletirão quem você é. Pouco a pouco, todos estarão adicionando algo ao seu ego, e todos estarão tentando modificá-lo, de modo que você não se torne um problema para a sociedade.
Eles não estão interessados em você. Eles estão interessados na sociedade. A sociedade está interessada nela mesma, e é assim que deveria ser. Eles não estão interessados no fato de que você deveria se tornar um conhecedor de si mesmo. Interessa-lhes que você se torne uma peça eficiente no mecanismo da sociedade. Você deveria ajustar-se ao padrão.
Assim, estão interessados em dar-lhe um ego que se ajuste à sociedade. Ensinam-lhe a moralidade. Moralidade significa dar-lhe um ego que se ajuste à sociedade. Se você for imoral, você será sempre um desajustado em um lugar ou outro…
Moralidade significa simplesmente que você deve se ajustar à sociedade. Se a sociedade estiver em guerra, a moralidade muda. Se a sociedade estiver em paz, existe uma moralidade diferente. A moralidade é uma política social. É diplomacia. E toda criança deve ser educada de tal forma que ela se ajuste à sociedade; e isso é tudo, porque a sociedade está interessada em membros eficientes. A sociedade não está interessada no fato de que você deveria chegar ao auto-conhecimento.
A sociedade cria um ego porque o ego pode ser controlado e manipulado. O eu nunca pode ser controlado e manipulado. Nunca se ouviu dizer que a sociedade estivesse controlando o eu – não é possível.
E a criança necessita de um centro; a criança está absolutamente inconsciente de seu próprio centro. A sociedade lhe dá um centro e a criança pouco a pouco fica convencida de que esse é o seu centro, o ego dado pela sociedade.
Uma criança volta para casa. Se ela foi o primeiro lugar de sua sala, a família inteira fica feliz. Você a abraça e beija; você a coloca sobre os ombros e começa a dançar e diz ‘que linda criança! você é um motivo de orgulho para nós.’ Você está dando um ego para ela, um ego sutil. E se a criança chega em casa abatida, fracassada, foi um fiasco na sala – ela não passou de ano ou tirou o último lugar, então ninguém a aprecia e a criança se sente rejeitada. Ela tentará com mais afinco na próxima vez, porque o centro se sente abalado.
O ego está sempre abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie. E é por isso que você está continuamente pedindo atenção.
Você obtém dos outros a idéia de quem você é.  Não é uma experiência direta.
É dos outros que você obtém a idéia de quem você é. Eles modelam o seu centro. Mas esse centro é falso, enquanto que o centro verdadeiro está dentro de você. O centro verdadeiro não é da conta de ninguém. Ninguém o modela. Você vem com ele. Você nasce com ele.
Assim, você tem dois centros. Um centro com o qual você vem, que lhe é dado pela própria existência. Esse é o eu. E o outro centro, que é criado pela sociedade – o ego. Esse é algo falso –  é um grande truque. Através do ego a sociedade está controlando você. Você tem que se comportar de uma certa maneira, porque somente assim a sociedade irá apreciá-lo. Você tem que caminhar de uma certa maneira; você tem que rir de uma certa maneira; você tem que seguir determinadas condutas, uma moralidade, um código. Somente assim a sociedade o apreciará, e se ela não o fizer, o seu ego ficará abalado. E quando o ego fica abalado, você já não sabe onde está, você já não sabe quem você é.
Os outros deram-lhe a idéia. E essa idéia é o ego. Tente entendê-lo o mais profundamente possível, porque ele tem que ser jogado fora. E a não ser que você o jogue fora, nunca será capaz de alcançar o eu. Por estar viciado no falso centro, você não pode se mover, e você não pode olhar para o eu. E lembre-se: vai haver um período intermediário, um intervalo, quando o ego estará se despedaçando, quando você não saberá quem você é, quando você não saberá para onde está indo; quando todos os limites se dissolverão. Você estará simplesmente confuso, um caos.
Devido a esse caos, você tem medo de perder o ego. Mas tem que ser assim. Temos que passar através do caos antes de atingir o centro verdadeiro. E se você for ousado, o período será curto. Se você for medroso e novamente cair no ego, e novamente começar a ajeitá-lo, então, o período pode ser muito, muito longo; muitas vidas podem ser desperdiçadas…
Até mesmo o fato de ser infeliz lhe dá a sensação de “eu sou”. Afastando-se do que é conhecido, o medo toma conta; você começa sentir medo da escuridão e do caos – porque a sociedade conseguiu clarear uma pequena parte de seu ser… É o mesmo que penetrar numa floresta. Você faz uma pequena clareira, você limpa um pedaço de terra, você faz um cercado, você faz uma pequena cabana; você faz um pequeno jardim, um gramado, e você sente-se bem. Além de sua cerca – a floresta, a selva. Mas aqui dentro tudo está bem: você planejou tudo.
Foi assim que aconteceu. A sociedade abriu uma pequena clareira em sua consciência. Ela limpou apenas uma pequena parte completamente, e cercou-a. Tudo está bem ali. Todas as suas universidades estão fazendo isso. Toda a cultura e todo o condicionamento visam apenas limpar uma parte, para que ali você possa se sentir em casa.
E então você passa a sentir medo. Além da cerca existe perigo.
Além da cerca você é, tal como você é dentro da cerca –  e sua mente consciente é apenas uma parte, um décimo de todo o seu ser. Nove décimos estão aguardando no escuro. E dentro desses nove décimos, em algum lugar, o seu centro verdadeiro está oculto.
Precisamos ser ousados, corajosos. Precisamos dar um passo para o desconhecido.
Por um certo tempo, todos os limite ficarão perdidos. Por um certo tempo, você vai se sentir atordoado. Por um certo tempo, você vai se sentir muito amedrontado e abalado, como se tivesse havido um terremoto.
Mas se você for corajoso e não voltar para trás, se você não voltar a cair no ego, mas for sempre em frente, existe um centro oculto dentro de você, um centro que você tem carregado por muitas vidas. Esse centro é a sua alma, o eu.
Uma vez que você se aproxime dele, tudo muda, tudo volta a se assentar novamente. Mas agora esse assentamento não é feito pela sociedade. Agora, tudo se torna um cosmos e não um caos, nasce uma nova ordem. Mas essa não é a ordem da sociedade – essa é a própria ordem da existência.
É o que Buda chama de Dhamma, Lao Tzu chama de Tao, Heráclito chama de Logos. Não é feita pelo homem. É a própria ordem da existência. Então, de repente tudo volta a ficar belo, e pela primeira vez, realmente belo, porque as coisas feitas pelo homem não podem ser belas. No máximo você pode esconder a feiúra delas, isso é tudo. Você pode enfeitá-las, mas elas nunca podem ser belas…
O ego tem uma certa qualidade: a de que ele está morto. Ele é de plástico. E é muito fácil obtê-lo, porque os outros o dão a você. Você não precisa procurar por ele; a busca não é necessária. Por isso, a menos que você se torne um buscador à procura do desconhecido, você ainda não terá se tornado um indivíduo. Você é simplesmente mais um na multidão. Você é apenas uma turba. Se você não tem um centro autêntico, como pode ser um indivíduo?
O ego não é individual. O ego é um fenômeno social – ele é a sociedade, não é você. Mas ele lhe dá um papel na sociedade, uma posição na sociedade. E se você ficar satisfeito com ele, você perderá toda a oportunidade de encontrar o eu. E por isso você é tão infeliz. Como você pode ser feliz com uma vida de plástico? Como você pode estar em êxtase ser bem-aventurado com uma vida falsa?  E esse ego cria muitos tormentos. O ego é o inferno. Sempre que você estiver sofrendo, tente simplesmente observar e analisar, e você descobrirá que, em algum lugar, o ego é a causa do sofrimento. E o ego segue encontrando motivos para sofrer…
E assim as pessoas se tornam dependentes, umas das outras. É uma profunda escravidão. O ego tem que ser um escravo. Ele depende dos outros. E somente uma pessoa que não tenha ego é, pela primeira vez, um mestre; ele deixa de ser um escravo.
Tente entender isso. E comece a procurar o ego – não nos outros, isso não é da sua conta, mas em você. Toda vez que se sentir infeliz, imediatamente feche os olhos e tente descobrir de onde a infelicidade está vindo, e você sempre descobrirá que o falso centro entrou em choque com alguém.
Você esperava algo e isso não aconteceu. Você espera algo e justamente o contrário aconteceu – seu ego fica estremecido, você fica infeliz. Simplesmente olhe, sempre que estiver infeliz, tente descobrir a razão.
As causas não estão fora de você.
A causa básica está dentro de você – mas você sempre olha para fora, você sempre pergunta: ‘Quem está me tornando infeliz?’ ‘Quem está causando a minha raiva?’ ‘Quem está causando a minha angústia?’
Se você olhar para fora, você não perceberá. Simplesmente feche os olhos e sempre olhe para dentro. A origem de toda a infelicidade, da raiva e da angústia, está oculta dentro de você, é o seu ego.
E se você encontrar a origem, será fácil ir além dela. Se você puder ver que é o seu próprio ego que lhe causa problemas, você vai preferir abandoná-lo – porque ninguém é capaz de carregar a origem da infelicidade, uma vez que a tenha entendido.
Mas lembre-se, não há necessidade de abandonar o ego. Você não o pode abandonar. E se você tentar abandoná-lo, simplesmente estará conseguindo um outro ego mais sutil, que diz: ‘tornei-me humilde’…
Todo o caminho em direção ao divino, ao supremo, tem que passar através desse território do ego. O falso tem que ser entendido como falso. A origem da miséria tem que ser entendida como a origem da miséria – então ela simplesmente desaparece. Quando você sabe que ele é o veneno, ele desaparece. Quando você sabe que ele é o fogo, ele desaparece. Quando você sabe que esse é o inferno, ele desaparece.
E então você nunca diz: ‘eu abandonei o ego’. Você simplesmente irá rir de toda essa história, dessa piada, pois você era o criador de toda essa infelicidade…
É difícil ver o próprio ego. É muito fácil ver o ego nos outros. Mas esse não é o ponto, você não os pode ajudar.
Tente ver o seu próprio ego. Simplesmente o observe.
Não tenha pressa em abandoná-lo, simplesmente o observe. Quanto mais você observa, mais capaz você se torna. De repente, um dia, você simplesmente percebe que ele desapareceu. E quando ele desaparece por si mesmo, somente então ele realmente desaparece. Porque não existe outra maneira. Você não pode abandoná-lo antes do tempo. Ele cai exatamente como uma folha seca.
Quando você tiver amadurecido através da compreensão, da consciência, e tiver sentido com totalidade que o ego é a causa de toda a sua infelicidade, um dia você simplesmente vê a folha seca caindo… e então o verdadeiro centro surge.
E esse centro verdadeiro é a alma, o eu, o deus, a verdade, ou como quiser chamá-lo. Você pode lhe dar qualquer nome, aquele que preferir.”


OSHO, Além das Fronteiras da Mente.

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JANELAS DA VIDA

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Um casal mudou-se para um novo bairro. Na manhã do dia seguinte, enquanto tomavam café da manhã, a mulher olhou pela janela e viu sua vizinha estendendo roupas. Imediatamente ela comentou com o marido: “As roupas não estão limpas, nossos vizinhos não sabem lavar roupa, quem sabe eles precisem de um sabão melhor!”.

Durante um mês eles comentaram sobre as roupas sujas dos vizinhos. Até que um dia a mulher olhou pela janela e viu a vizinha estendendo roupas impecavelmente limpas.

Então ela disse ao marido: “Nossos vizinhos finalmente aprenderam a lavar roupa, veja como estão limpas! Quem será que os ensinou?”.

Então o marido lhe disse: “Minha querida, na verdade fui eu que acordei mais cedo hoje e limpei a nossa janela!!!”.

Assim é a vida: aquilo que vemos quando olhamos os outros depende de quão limpas estejam as janelas através das quais olhamos. Antes de criticar e buscar algo no outro para julgar, quem sabe não seja melhor perguntar se não estamos prontos para um novo olhar.

 

Fonte: Aleteia – Em Busca da Verdade