Você nunca será criticado por alguém que esteja FAZENDO mais do que você…

apontar o dedo

Você já parou pra pensar e observar que quando se propõe a fazer algum projeto grande, inovador, diferente, e que quase ninguém acredita que uma pessoa consiga realizar, ao observarem o crescimento do projeto aumentam o numero de críticos que acham que você não tem capacidade para realizá-lo? O pior é e além de desacreditarem, começam uma “corrente” de torcedores do “contra”, e o proposito claro deles é que você DESISTA do seu projeto.

Na verdade, nesse mundo, existem dois tipos de pessoas: os que acreditam, colocando a mão na massa e fazem e, os que apenas olham os outros fazerem. Percebemos claramente que há dois sentimentos dos que criticam: Ciúmes e frustração, pois sua capacidade incomoda muito aqueles que NADA FAZEM.

Neste caso, você tem duas alternativas a seguir: Ouvir o que os outros fazem e parar com o projeto ou, ouvir a sua intuição se fazendo de surdo às criticas e ser um conquistador.
Pra não te desanimar, esses exemplos e perseguições sempre rondarão a vida de vencedores, olhe só o exemplo de Noé, Deus deu um grande projeto para ele EXECUTAR, construir um grande barco “arca” confiando assim esse projeto a ele. Deus ordenou que a arca medisse cerca de 150 m de comprimento, 25 m de largura e 15 m de altura, semelhante a um navio médio de carga atual.
Todos acharam que era uma loucura, e aqueles que nada faziam tentavam desmotivá-lo e fazer que desistisse.

A história bíblica mostra que ele seguiu firmemente no propósito, até que o improvável aconteceu, as águas das chuvas inauguraram seu projeto.

Acredito que ele não era um engenheiro naval, e não tinha conhecimentos para tão grande desafio, porém Deus acreditava nele, e achava que ele era CAPAZ de executar.
Portanto, se você tem sonhos a realizar, acredite em seu potencial, se o criador colocou um desejo em seu coração, é porque ele confia em suas capacidades.

Que voz você prefere escolher para seguir e influenciar suas decisões, a da sua intuição ou dos críticos de plantão? Percebemos aqui uma dura realidade: Você nunca será criticado por alguém que esteja fazendo Mais do que você. Você só será criticado por alguém que esteja fazendo MENOS.

Por: EQUIPE SENSÍVEL MENTE

INVEJA – O SENTIMENTO QUE CONDUZ ÀS SOMBRAS

olho-de-inveja

A inveja sempre foi uma emoção sutilmente disfarçada em nossa sociedade, assumindo aspectos ignorados pela própria criatura humana. As atitudes de rivalidade, antagonismo e hostilidade dissimulam muito bem a inveja, ou seja, a própria “prepotência da competição”, que tem como origem todo um séquito de antigas frustrações e fracassos não resolvidos e interiorizados.

Acreditamos que, apesar de a inveja e o ciúme possuírem definições diferentes, quase sempre não são diferenciados ou corretamente percebidos por nós. As convenções religiosas nos ensinaram que jamais deveríamos sentir inveja, pelo fato de ela se encontrar ligada à ganância e à cobiça dos bens alheios. Em relação ao ciúme, os padrões estabeleceram que ele estaria, exclusivamente, ligado ao amor. É por isso que passamos a acreditar que ele é aceitável e perfeitamente admissível em nossas atitudes pessoais.

Analisando as origens atávicas e inatas da evolução humana, podemos afirmar que a emoção da inveja não é uma necessidade aprendida. Não foi adquirida por experiência nem por força da socialização, mas é uma reação instintiva e natural, comum a qualquer criatura do reino animal. O agrado e carinho a um cão pode provocar agressividade e irritação em outro, por despeito.

Nos adultos essas manifestações podem ser disfarçadas e transformadas em atos simulados de menosprezo ou de indiferença. Já as crianças, por serem ingênuas e naturais, mordem, batem, empurram, choram e agridem.

A inveja entre irmãos é perfeitamente normal. Em muitas ocasiões, ela surge com a chegada de um irmão recém-nascido, que passa a obter, no ambiente familiar, toda a atenção e carinho. Ela vem à tona também nas comparações de toda espécie, feitas pelos amigos e parentes, sobre a aparência física privilegiada de um deles. Muitas vezes, a inveja manifesta-se em razão da forma de tratamento e relacionamento entre pais e filhos. Por mais que os pais se esforcem para tratá-los com igualdade, não o conseguem, pois cada criança é uma alma completamente diferente da outra. Em vista disso, o modo de tratar é consequentemente desigual, nem poderia ser de outra maneira, mas os filhos se sentem indignados com isso.

A emoção da inveja no adulto é produto das atitudes internas de indivíduos de idade psicológica bem inferior à idade cronológica, os quais, embora ocupem corpos desenvolvidos, são verdadeiras almas de crianças mimadas, impotentes e inseguras, que querem chamar a atenção dos maiores no lar.

O Mestre de Lyon interroga as Vozes do Céu: “Será possível e já ter existido a igualdade absoluta das riquezas?” E elas, com muita sabedoria, informam: “(…) Há, no entanto, homens que julgam ser esse o remédio aos males da sociedade (…) São sistemáticos esses tais, ou ambiciosos cheios de inveja (…)”¹

A necessidade de poder e de prestígio desmedidos que encontramos cm inúmeros homens públicos nas áreas religiosa, política, profissional, esportiva, filantrópica, de lazer e outras tantas, deriva de uma “aspiração de dominar” ou de um “sentimento de onipotência”, com o que tentam contrabalançar emocionalmente o complexo de inferioridade que desenvolveram na fase infantil.

Encontramos esses indivíduos, aos quais os Espíritos se reportam na questão acima, nas lutas partidárias, em que, só aparentemente, buscam a igualdade dos “direitos humanos”, prometem a “valorização da educação”, asseguram a melhoria da “saúde da população” e a “divisão de terras e rendas”. Sem ideais alicerçados na busca sincera de uma sociedade equânime e feliz, procuram, na realidade, compensar suas emoções de inveja mal elaboradas e guardadas desde a infância, difícil e carente, vivida no mesmo ambiente de indivíduos ricos e prósperos.

Tanto é verdade que a maioria desses “defensores do povo”, quando alcança os cumes sociais e do poder, esquece-se completamente das suas propostas de justiça e igualdade.

Eis alguns sintomas interiorizados de inveja que podemos considerar como dissimulados e negados:

– insatisfação permanente, nunca se contentando com nada;

– manifestação de temperamento teatral e pedantismo nas atitudes;

– elogios afetados e amores declarados exageradamente;

– animação competitiva que leva às raias da agressividade.

O caráter invejoso conduz o indivíduo a uma imitação perpétua à originalidade e criação dos outros e, como consequência lógica, à frustração. Isso acarreta uma sensação crônica de insatisfação, escassez, imperfeição e perda, além de estimular sempre uma crescente dor moral e prejudicar o crescimento espiritual das almas em evolução.

¹ O Livro dos Espíritos, Questão 811:
Será possível e já terâ existido a igualdade absoluta das riquezas?
Não; nem é possível. A isso se opõe a diversidade das faculdades e dos caracteres.

O Livro dos Espíritos, Questão 811-a:
Há, no entanto, homens que julgam ser esse o remédio aos males da sociedade. Que pensais a respeito?
São sistemáticos esses tais, ou ambiciosos cheios de inveja. Não compreendem que a igualdade com que sonham seria a curto prazo desfeita pela força das coisas. Combatei o egoísmo, que é a vossa chaga social, e não corrais atrás de quimeras.

Livro As Dores da Alma, item Inveja, Espírito Hammed – psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto.