A MAGIA NÃO EXISTE (?)

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Certo dia ao passar por um lugar ou uma pessoa, sentiu um arrepio na nuca, e algo dentro de você dizia que havia algo ali, mas você ignorou. Esse sentimento era sua mente tentando mostrar uma coisa que você não é capaz de perceber normalmente, mostrar que o mundo é bem maior do que conseguimos perceber com um simples olhar. Essa consciência que tenta abrir seus olhos é o seu “Avatar”. Mas você ignorou, talvez não estivesse pronto para despertar. Mas quem está?
Seres sobrenaturais? Magia? Isto não existe! – Dizem todos…
Cada pessoa possui em si um “Avatar” que na maioria das vezes permanece adormecido. A pessoa ignora assim, que não consegue ver perceber nem entender o mundo por completo. Elas conhecem o mundo, mas ignoram o Mundo.
Porém, às vezes, somente às vezes, uma pessoa desperta seu “Avatar” e querendo ou não, entende que há algo mais do que aprendeu que existe. Ela sente. Ela sabe. E isso não implica em apenas ser espectador, mas em poder fazer alguma coisa com a realidade. Seres sobrenaturais? Magia? Isto não existe!
É com isso que um mago luta: a descrença. A magia permeia o mundo, muitas vezes está na nossa frente, mas normalmente é ignorada. Quando um mago desperta ele está em condições de vê-la e de tocá-la. A magia advém da vontade, da criatividade e principalmente da crença. E é por isso que está cada vez mais difícil de realizar magia: a maioria da humanidade está escondida por detrás da comodidade de não ter mais de pensar por si, ser criativo ou de se envolver com o mágico.
A magia é realizada através da vontade que é focalizada pela crença, e acredite, existem muitas crenças. Os magos se dividem em Tradições que se definem por seu conjunto de crenças e/ou filosofias.
Mas não pense, que depois de despertar e entender a magia, você vai sair por ai soltando bolas de fogo. Isto não é tão fácil. A magia tem um preço: quando você deforma demais a realidade ela reage e te ataca esse é o paradoxo: ação e reação.
Bem agora é com você que lê este texto. A escolha é sua. Bem… nem tanto, duvido que você ou qualquer outro conseguiria viver tapando os olhos, sentindo dentro de si, aquele desejo por conhecimento e magia. Você despertou, isso não passa ou vai embora se você ignorar. Você pode ir embora, ela está ai, sempre esteve e sempre estará, ao alcance de suas mãos.
Você também pode ser um Mago em Ascensão, pode ser uma destas pessoas que, por sorte ou azar, despertou e descobriu que pode se tornar algo muito maior do que a maioria das pessoas são.
Guerreiro da Ascensão? Explorador do desconhecido? Usuário da magia para seus próprios fins, altruístas ou não? Você escolhe…”

Por: Felipe Le Fay

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SINCRONICIDADE – MÁGICAS COINCIDÊNCIAS DA VIDA

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Quem nunca se surpreendeu com as misteriosas coincidências que acabaram mudando o rumo de sua vida?

O que estaria por trás dessas insistentes repetições? As respostas para explicar a sincronicidade são tão fascinantes quanto as perguntas…

Quando a sincronicidade acontece, é sempre uma surpresa. Como aquela inacreditável seqüência pode se desencadear diante dos nossos olhos, sem nenhuma explicação? O que ela significa? Porque acontece? Que mecanismos ocultos acionariam esse processo?

Cada vez mais pessoas estão se conscientizando da importância da sincronicidade e já pautam suas vidas pelas indicações encobertas pelas coincidências. Isso é possível quando estamos sincronizados com a ordem celeste  – enfim, quando nossos passos desenham a vontade de Deus. A sincronicidade é a linguagem do divino para orientar nossa vida. E o divino atua tanto dentro quanto fora de nós.

Precisamos cada vez mais nos tornar sensíveis para perceber a sincronicidade pontuando o nosso destino.

A sincronicidade abre um caminho para você escutar a si mesmo e ativa sua intuição. O resto é com você. Às vezes precisamos de muita coragem para abandonar estruturas que construímos durante a vida e seguir os sinais que nos indicam novos caminhos.

A força de mente

Quem primeiro reconheceu que os eventos sincrônicos, ou coincidências significativas, tinham um sentido maior e que se relacionavam com a nossa psique (mente) foi o psicólogo suíço (1875-1961) Carl Gustav Jung.

A repetição é um dos mecanismos básicos da nossa psique. As coisas se repetem, se repetem  – em sonhos, símbolos ou acontecimentos – até que finalmente, a nossa compreensão sobre algo é despertada.

Quando temos um problema, ele volta inúmeras vezes a nossos pensamentos, como se fosse um disco arranhado. Mas quando finalmente compreendemos o que temos de compreender, cessa a repetição. Revela-se aquilo que estava sendo expresso por símbolos, entendemos a situação e integramos seu conteúdo.

Para compreender esse sentido, talvez seja preciso um árduo trabalho: pesquisar os significados dos símbolos, prestar atenção quando eles ocorrem, refletir a respeito. Mas a compreensão também pode surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de insight.

Jung afirmava que temos quatro funções básicas:razão, emoção, sensação e intuição. No nosso ser, geralmente uma delas é predominante. Mas quando trabalhamos internamente na direção do equilíbrio, uma nova função é acrescentada: a sincronicidade.

Fios de uma trama maior

“O universo tem uma lei, uma harmonia, que às vezes desconhecemos. Choramos quando algo muda e foge de nossas mãos. Não deixamos as mudanças ocorrerem, seguramos a vida.

Quando finalmente aceitamos que o desenho da nossa vida não nos pertence e que existe no Universo uma trama de fios mais grandiosa e complexa, tudo muda… Ficamos mais atentos aos sinais que nos mostram os caminhos da ação correta, a ação que aceita e se entrelaça amorosamente com os desígnios divinos.

Enfim, nos submetemos _ não somos mais um ego que tenta controlar tudo a qualquer custo. Finalmente cedemos, e mudamos.”

Colaboração: Doucy Douek – Terapeuta Transpessoal

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