DE ONDE VEM A VERDADEIRA FELICIDADE ?

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Qual seria o melhor investimento da sua vida?

Muitos poderiam dizer viajar, outros comprar uma casa ou um apartamento, comprar um carro, uma moto, comprar equipamentos eletrônicos, roupas, sapatos, relógios e assim vai uma lista que não tem fim. Comprar, comprar e comprar, desta forma, onde vamos parar?

Pergunto aonde a pessoa vai parar seguindo este modelo de “felicidade” que tem tempo certo de duração e sua dependência é muito ruim colocando-a em uma ilusão material muito perigosa.

Com isso não estou dizendo que não devemos comprar coisas para nossas vidas, trabalharmos para melhor de padrão, movimentar as energias da prosperidade material e financeira, mas ao mesmo tempo estou dizendo o quanto é importante colocar o material no seu devido lugar.

Vivemos um modelo capitalista no mundo inteiro, a cada instante estamos sendo bombardeados a consumir todo tipo de produtos e serviços que na grande maioria deles não precisamos para ser verdadeiramente felizes.

Não vou explicar o que é felicidade de verdade.

Afinal, o que é a verdadeira felicidade para você?

Para, pense, reflita, o que vem na sua mente?

Agora faça a mesma pergunta, o que é a verdadeira felicidade para mim, porém agora somente sinta com o seu coração! O que você sentiu?

Se você notou diferença entre as duas formas de perguntar, primeiro quando pergunto se observou o que veio na sua mente e segundo quando se permite sentir sem julgamento da mente, então é porque tem algo a ser ajustado nesta caminhada rumo a sua verdadeira felicidade.

Sabemos que a felicidade é um estado de espírito, todos nós já ouvimos falar nesta expressão e a mesma é verdadeira, ou seja, ela vem do espírito.

Há milhares de anos atrás povos antigos do oriente (Hindus) diziam que o espírito antes de encaixar no corpo (encarnar), entrava pelo topo da cabeça (chacra coronário) e instalava-se no coração (chacra cardíaco) durante uma vida inteira e quando a hora de morte (desencarne) chegava, o espírito saia pelo topo da cabeça.
Ta aí a explicação da expressão: “Siga o caminho do coração!”.

O que é seguir o caminho do coração?

É seguir o caminho do Espírito, o caminho da espiritualidade.

Quando estamos entorpecidos nas ilusões da materialidade em suas momentâneas tramas ilusórias, o espírito se distancia de sua essência espiritual e na grande maioria das vezes se perde gerando muitas dores, tanto físicas, mas principalmente emocionais, psicológicas e espirituais.

Não busque sua verdadeira felicidade em coisas materiais, em coisas que não poderá levar contigo quando partir mais uma vez deste planeta, corra em direção das coisas que preenchem o coração (espírito), como o amor, felicidade, paz, amizades, se sentir útil, trabalhar em algo que te realize profundamente, solidariedade, perdão, compaixão, estudos e tantas outras coisas que fazem a vida valer…

Quando a morte bate na porta, nos instantes finais desta jornada, virá um filme na sua mente e neste momento você não pensará que deveria ter comprado aquele carro bacana, aquela casa de três dormitórios, aquele terno, aqueles sapatos, você irá pensar porque não amou, não foi feliz, não perdoou, não brincou, não riu mais, não fez amizades e outras centenas de coisas que só a alma pode realizar.

Tudo que o corpo pode realizar é por ação do espírito, emoções, sentimentos, pensamentos e atitudes são de origem/ordem espiritual, o corpo material é o veículo e não ao contrário.

Há necessidade deste despertar e principalmente colocá-lo em prática. Tudo que sentimos e pensamos levaremos após a partida desta jornada. A morte acontece somente para o corpo material, a vida continua e sempre continuará para o espírito (corpo astral), esse é a fonte de toda a vida, é imortal.

Vou encerrando este texto com quatro parágrafos do Paramahansa Yogananda* do livro (Como ser feliz o tempo todo) que valem por uma vida inteira. Foi através destas lindas palavras que surgiu o Sol do Everest em Outubro de 2011…

“Para que gastar todo o nosso tempo com coisas que não duram? O drama da vida tem sua moral no fato de ser apenas isto: um drama, uma ilusão.

Os insensatos, imaginando que a representação é real e duradoura, lastimam as partes tristes, lamentam que as alegres não se eternizem e deploram que a peça tenha de acabar.


O sofrimento é o castigo de sua cegueira espiritual.


Os sábios, porém, sabendo que o drama não passa de ilusão, buscam a felicidade eterna no Eu interior.”

Amor
Determinação
Confiança

Jefferson L. Orlando

Premavatar Paramahansa Yogananda: (5 de janeiro de 1893 a 7 de março de 1952), foi um iogue e guru indiano. É considerado um dos maiores emissários da antiga filosofia da Índia para o Ocidente. Através da Self-Realization Fellowship (SRF), a organização que fundou ao chegar aos Estados Unidos, foi pioneiro ao promover a prática da meditação por meio das lições que os estudantes recebiam em casa, pelo correio, para cumprir a sua missão mundial de difundir as técnicas de Kriya Yoga. Paramahansa Yogananda teve sua singular história de vida imortalizada no best-seller Autobiografia de um Iogue. Seu nome Ioge completo tem o seguinte significado: Premavatar (Emissário de Deus) Paramahansa (Supremo Cisne) Yogananda (União e Bem Aventurança) , traduzindo em essência, Um Emissário de Deus que assim como um supremo Cisne vem para trazer a União e a Bem Aventurança para as pessoas ou com essa tradução “O supremo Cisne que através da Kriya Yoga traz bem aventurança ao mundo”
Jefferson L. Orlando – É Psicoterapeuta Reencarnacionista, Palestrante, Ministrante, Escritor, Apresentador do Programa Sol do Everest (Canal YouTube), Outorgado pela Magia Divina, Projetor Extrafísico e Espiritualista. Reside e atende em São Paulo/Capital com a Psicoterapia Reencarnacionista, Regressão Terapêutica (Método ABPR – Conduzido pelos Mentores Espirituais) e Bioenergético Anímico-Mediúnico através das Mandalas pela Magia Divina. Site: www.soldoeverest.com.br E-mail: jefferson@soldoeverest.com.br

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A MULHER E A SEXUALIDADE SAGRADA

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Para nutrirmos e embelezarmos as nossas vidas podemos usar inúmeros recursos, simples ou elaborados, como alguns dos seguintes:

1. Crie um espaço sagrado no seu lar, não somente através de um altar, mas usando a sua inspiração, imaginação e amorosidade para que todos se sintam bem, protegidos, nutridos e amados;

2. Crie momentos sagrados – para si mesma ou compartilhando-os com amigos e familiares – caminhando na natureza, ouvindo música suave, jantando à luz de velas, lendo textos que nutram a alma, enriqueçam a mente e elevem o espírito;

3. Entre em comunhão com a natureza, honrando a Deusa em todos os seus aspectos e manifestações. Não basta encher sua casa de plantas se você não entrar em contacto real e profundo com a terra, a chuva, o vento, as nuvens, o Sol, a Lua, os animais – seus irmãos de criação;

4. Respire e consagre seu corpo como a morada da sua alma. Procure viver de forma saudável, fazendo suas opções com consciência, sem se agredir e sem culpar – a si ou aos outros – pelos seus problemas ou compulsões. Coma bem para viver melhor. Observe as suas fugas e compensações, cuide da sua “criança” carente ou ferida ajudando-a a crescer, curando-a com amor e dando-lhe os meios adequados para se tornar forte e auto-suficiente;

5. Manifeste sua criatividade – escreva, borde, pinte, desenhe, faça colagens, modele argila, cante, recite, dance, aprenda algo novo, componha um poema ou canção, faça pão, comece um diário de sonhos. A mulher que não dá vazão construtiva à sua imensa capacidade criativa pode torná-la em energia destrutiva – contra si ou contra os outros;

6. Coloque em prática os ensinamentos espirituais. Não se contente em ler inúmeros livros ou participar de cursos e workshops se você não pratica aquilo que aprendeu. Para mudar, precisa viver de forma consciente, reconhecer e transmutar seus pensamentos negativos e ser sincera nas avaliações – suas e dos outros. Todas as experiências dolorosas da vida são aprendizagens cujas lições podem contribuir para a sua transformação. Algumas mensagens levam momentos para serem assimilados, outras, meses ou anos. Quando começar a compreender o significado dos acontecimentos da sua vida, você começou a crescer de facto e assim poderá abrir novas portas na sua vida, se usar a chave certa;

7. Encontre o equilíbrio entre o falar e o silenciar, se movimentar ou se aquietar. Procure relacionar-se com pessoas que compartilham das mesmas buscas e que têm o mesmo nível vibratório. Participe de círculos de mulheres em que possa encontrar apoio para a sua jornada espiritual, em que possa confiar para expressar as suas dores ou as suas conquistas. Celebre a Deusa sozinha ou em grupo, encontrando assim a verdadeira fonte de seu poder, da sua cura e transformação. Cultive a Deusa dentro de você reconhecendo a sacralidade do seu corpo, da sua mente, das suas emoções, da sua vida. E ao reconhecer a Deusa dentro de si, você se tornará uma com Ela.

Mirella Faur

Via: https://www.facebook.com/sakuramorgana

A DIFERENÇA ENTRE UMA CASA E UM LAR

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Casa é uma construção de cimento e tijolos.
Lar é uma construção de valores e princípios.

Casa é o abrigo das chuvas, do calor, do frio…
Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão…

Casa pode ser o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro ou comer. Onde tem-se pressa para sair e retarda-se a hora de voltar.
O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde tem-se pressa de chegar e retarda-se a hora de sair.

Numa casa pode-se criar e alimentar problemas.
O lar é o centro de resolução de problemas.

Numa casa podem morar pessoas que mal se cumprimentam e se suportam.
Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apoiam e nas lutas se solidarizam.

Casa é local onde podem acontecer dissensões, conflitos, discórdia sem fim.
No lar as dissensões e os conflitos, existindo, servirão para esclarecer e engrandecer.

Numa casa pode-se desdenhar de valores.
No lar sonham-se juntos.

Numa casa pode haver azedume e destrato.
Num lar sempre há lugar para a alegria.

Numa casa podem nascer muitas lágrimas.
Num lar plantam-se sorrisos.

A casa pode ser um nó que oprime, sufoca…
O lar é um ninho que aconchega.

Se você ainda mora em uma casa, o desafio é que a transforme, com urgência, em um lar. Que Jesus seja sempre o seu convidado especial.

Texto de: Abigail Guimarães (inspirada numa reflexão de Alba Magalhães David)
http://www.seligafamilia.com.br/2010/04/diferenca-entre-uma-casa-e-um-lar.html

ORAÇÃO DA NOITE

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Boa noite, Pai.

Termina o dia e a Ti entrego o meu cansaço.
Obrigado por tudo e perdão.
Obrigado pela esperança que hoje animou meus passos.
Pela alegria que vi no rosto das crianças.
Obrigado pelo exemplo que recebi dos outros.
Obrigado também pelo que me fez sofrer …
Obrigado, porque naquele momento de desânimo
Me lembrei de que Tu és meu Pai.

Obrigado pela luz, pela noite, pela brisa, pela comida,
Pelo meu desejo de superação.
Obrigado Pai, porque me deste uma mãe
Compreensiva e carinhosa.
Perdão também, Senhor …
Perdão por meu rosto carrancudo.
Perdão porque me esqueci de que não sou filho único,
Mas irmãos de muitos.

Perdão Pai, pela falta de colaboração,
Pela ausência de espírito de servir.
Perdão porque não evitei aquela lágrima, aquele desgosto.
Perdão por ter aprisionado em mim a Tua mensagem de Amor.
Perdão porque não estive disposto a dizer “sim”, como Maria.
Perdão por aqueles que deveriam pedir-Te perdão
E não se decidem a fazê-lo.
Perdoa-me Pai, e abençoa meus propósitos para o dia de amanhã.

Que ao despertar, me domine um novo entusiasmo.
Que o dia de amanhã seja um contínuo “sim”, numa vida consciente.

Boa noite Pai, até amanhã.

FAZER VALER OS DIREITOS É FAZER VALER-SE

tigre

Uma mulher disse-me – “a minha vida inteira tive de me disciplinar para me levantar de manhã e fazer-me as seguintes perguntas: O que é que eu quero para mim? O que é que a minha alma precisa deste dia?” Temos de cultivar este egoísmo positivo, para que se e quando estivermos a fazer amor, seja para nos satisfazermos a nós próprias, com a sensualidade jovial de criaturas completamente alinhadas com a sua natureza instintiva. Então, o nosso sim irá significar sim e o nosso não irá significar não. 


Numa cultura que valoriza a complacência feminina, muitas mulheres aprendem cedo nas suas vidas a encapotar a vitalidade exuberante da Mãe Tigre. Ela é demasiado selvagem e independente, demasiado sensual e ameaçadora para a sociedade educada. Embora ela seja o reflexo das qualidades essenciais do espírito feminino, dizem-nos muitas vezes, quando a encarnamos, que o nosso comportamento é “não feminino” ou “egoísta”. Por isso, aprendemos a não rugir, a não mostrar os dentes, mas a sorrir e a ser “simpática” enquanto os outros violam as nossas fronteiras. Gentis e conciliatórias, aprendemos a submeter-nos a humilhações casuais. Para quê fazer uma tempestade quando mais ninguém parece considerar que é um assunto sério?

A mensagem da Mãe Tigre é que é um assunto sério e importante, que temos o direito de pedir respeito e que os nossos instintos de auto-preservação são válidos. Como podemos curar o nosso planeta ferido e abusado se falhamos ao falar em nome dos nossos direitos pessoais? Proteger as nossas fronteiras é honrar a presença sagrada que reside dentro de nós.

Aphrodite’s Daughters, de Jalaja Bonheim

Via: https://www.facebook.com/omeldadeusa

O PODER MÍSTICO DA CORUJA

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A coruja é a ave soberana da noite. Para muitos povos ela significa mistério, inteligência, sabedoria e conhecimento. Ela tem a capacidade de enxergar através da escuridão, conseguindo ver o que os outros não veem. A coruja simboliza a reflexão, o conhecimento racional e intuitivo. Na mitologia grega, Atena, a deusa da sabedoria e da guerra, tinha a coruja como símbolo. Atena ficou tão impressionada com a aparência da coruja, que a tomou como sua ave favorita. Ela é também escolhida como mascote dos escoteiros, cursos universitários de Filosofia, Pedagogia e Letras.
Havia uma tradição que dizia que quem come carne de coruja, adquire seus dons de previsão e clarividências, mostrando poderes divinatórios. Enquanto todos dormem a coruja fica acordada, com os olhos arregalados, vigilante e atenta aos barulhos da noite. Por isso, representa para muitas culturas uma poderosa e profunda conhecedora do oculto. A coruja tem a particularidade de conseguir girar o pescoço, quase atingindo um ângulo de 360º, para observar algo ao seu redor, permanecendo com o resto do corpo sem o menor movimento. O que amplia seu angulo de visão, muito superior ao do ser humano. Sua grande capacidade de visão e audição as torna exímias caçadoras.
Conta-se, que em uma língua nórdica antiga, ela era chamada de “Ugla”, palavra que imita o som do seu canto, e que daria origem ao termo “Ugly”, feio em inglês. É interessante que ao identificar um animal para símbolo disso ou daquilo, a cultura universal escolhe àqueles de aparência esquisitas. Como o sapo, símbolo da fartura e boa sorte, e a águia símbolo da transformação do ser humano. Conforme a história, diferentes civilizações adotaram estranhos animais para simbolizar a sabedoria. Como a tartaruga para os chineses e um peixe para os Celtas.
No esoterismo que envolve parte da simbologia da Coruja, encontramos uma sociedade secreta chamada Bohemian Club, fundada em 1872, em São Francisco, EUA, onde os membros se reúnem periodicamente. Anualmente, a sociedade convida para um grande encontro, homens poderosos da elite, e o encontro é realizado em um grande bosque chamado Bohemian Grove, onde há uma grande pedra em forma de coruja no centro. O termo “coruja”, geralmente, também é usado para referir-se ao pai ou a mãe, que ressaltam com certo exagero, as qualidades dos filhos, mas também é estendido a outros familiares como tios, avós e outros.
A coruja nas mais diferentes culturas
 
África do Sul: A coruja é a mascote do feiticeiro zulu. E no xamanismo é reverenciada por enxergar a totalidade.
Argélia: A crença diz que colocar o olho direito de uma coruja na mão de uma mulher dormindo, fará com que ela conte segredos.
Austrália: Os aborígenes acreditam que a coruja representa o espírito da mulher. O espírito do homem é representado pelo morcego.
Babilônia: Origem do mito de Lilith, onde amuletos de coruja protegiam as mulheres durante o parto. O mito foi citado pela primeira vez no épico Gilganesh, escrito em 2000 A.C. . Lilith era uma linda jovem com pés de coruja, que denunciavam sua vida notívaga. Ela era uma vampira da curiosidade, que dava aos homens o desejado leite dos sonhos.
Brasil: Matita Perê é uma velha vestida de preto, com os cabelos caídos pelo rosto. Diz a lenda, que ela tinha poderes sobrenaturais e preferia aparecer nas noites sem luar, sob a forma de uma coruja. Na tradição guarani, o espírito Nhamandu, o criador, manifestou-se na forma de coruja para criar a sabedoria. No dicionário, o adjetivo corujeiro é um elogio, e significa agradável e, o melhor, disposto a tudo. No folclore brasileiro, diz que para que os seus filhotes não fossem vítimas de predadores, ela avisava que seria fácil reconhecê-los, eles eram os “mais bonitos” da floresta. Daí o dito popular: “Toda a coruja gaba-se do seu toco”, referindo-se ao ninho de seus horríveis filhotes. Assim como uma mãe elogia seus rebentos, mesmo sabendo que eles não têm nada de beleza.
China: A coruja está associada ao relâmpago. Usar imagens de coruja em casa protege contra os raios.
Estados Unidos: A tradição dos índios norte-americanos, diz que a coruja mora no Leste, lugar de iluminação. Assim como a humanidade teme a escuridão, a coruja enxerga o breu da noite. Onde os humanos se iludem, ela percebe com clareza, acreditavam os índios. Entre os índios americanos, a coruja tinha muito poder: Para os apaches, sonhar com ela significava a morte. Os dakotas viam a coruja como um espírito protetor. Os hopis tinham a coruja como guardiã do fogo.
França: A coruja é o símbolo de Dijon, cidade francesa. Há uma escultura de coruja na Catedral de Notre Dame, e quem passa a mão esquerda nela ganhar sabedoria e felicidade.
Grécia: Os gregos consideravam a noite o momento propício para o pensamento filosófico. Por sua característica noturna, era vista pelos gregos como símbolo da busca pelo conhecimento. Elas faziam seus ninhos na Acrópole, e os gregos achavam que sua visão noturna vinha de uma luz mágica. Ela era símbolo de Atenas, ao lado dos exércitos, na guerra. As antigas moedas gregas (dracmas) tinham uma coruja cunhada no verso.
Índia: Sua carne é considerada uma iguaria afrodisíaca. E também serve para curar dores reumáticas.
Inglaterra: A coruja branca servia para que os ingleses pudessem prever o tempo. Quando a ouviam guinchar, significava que iria esfriar, ou que uma tempestade, estava vindo. Os curandeiros curavam a bebedeira e a ressaca, com ovos de coruja crus. O costume britânico de pregar uma coruja na porta do celeiro para espantar o mal, durou até o século XIX.
Marrocos: O olho de uma coruja, preso em um cordão no pescoço, é um excelente talismã.
Peru: Cozido de coruja serve de remédio para quase tudo.
Roma Antiga: No Império romano, ela era tida como animal agourento. Ouvir o seu pio era presságio de morte iminente. As mortes de Júlio César, Augusto, Aurélio e Agripa, foram anunciadas por uma coruja.
Betty Ziade
Gazeta de Beirute

 

PARADOXO DO NOSSO TEMPO

10403228_688268061248592_1568472871391764383_nNós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.

Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar,mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.

Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer “eu te amo” à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame-se… Ame-se muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas amar tudo que você tem!

Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estarão ao seu lado, sempre.

(George Carlin)

Via: NSE – https://www.facebook.com/Naosouexposicao