RESGATANDO NOSSA CRIANÇA INTERIOR

crianca
A criança é livre, não tem medo de errar. 
Arrisca-se, cai mas se levanta quantas vezes forem necessárias. 
Não se preocupa com o tempo e nem com a opinião alheia. 
Aproveita tudo que a vida tem para oferecer em cada momento. 
Experimenta o que deseja, ri com espontaneidade,
saboreia cada momento intensamente 
sem medo de que um dia tudo possa acabar…
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Em todos nós vive uma Criança Interior, o verdadeiro Eu, a nossa essência natural que guarda memórias do que fomos e sentimos em nossa infância. Desde os grandes acontecimentos até pequenos eventos do dia-a-dia dos quais nem mais nos lembramos, permanecem gravados em nossa mente sob a forma de emoções.  
 
Frequentemente os desequilibrios que sentimos na vida adulta, nossas reações, medos irracionais e insegurança perante certas situações, são consequências dos traumas de nossa infância que continuam alojados em nós. Embora possamos pensar que nossa infância foi um tempo de nossa vida que já se passou, na verdade muitas de nossas dificuldades de hoje são reflexos da nossa Criança Interior.
 
Crescemos e eventualmente esquecemos ou tentamos esquecer a criança que fomos um dia. Pensamos que agora adultos, já sabemos o que queremos para ser feliz. Podemos até acreditar que somos livres para comandar nossa vida, no entanto, dentro de nós podem haver questões muito profundas para serem resolvidas. E mesmo que queiramos fingir que tudo está sob controle, essas emoções sempre estarão guardadas em nós.
 
As conclusões negativas que tivemos na infância continuam a nos acompanhar e a lista é enorme:ninguém me ama, não mereço ser amado, não mereço as coisas boas, estou só no mundo, ninguém me entende, ninguém me ouve, o mundo é um lugar perigoso, não posso confiar nas pessoas, amar é doloroso, quem eu amo vai me deixar, não sou bom o suficiente, sou mal, sou sujo, sou inútil, sounada… Todas essas conclusões surgiram a partir de fatos ocorridos em nossa infância.
Muitos adultos dizem: Sinto um vazio dentro de mim mas não sei porque… Me sinto sozinho… tenho um medo que não sei explicar… Me sinto preso e não consigo me soltar… Na verdade a pessoa estádizendo sobre o estado real de sua Criança Interior que precisa ser resgatada. Para resgatar nossa Criança Interior basta ouvirmos o que ela tem a nos dizer, sem julgamentos.

Quando resgatamos a nossa Criança Interior trazendo à memória acontecimentos e vivências dolorosas, usando de nossa maturidade podemos explicar à nossa Criança Interior o que ela nãocompreendeu e interiorizou, dando-lhe a nossa compreensão, carinho, segurança, incentivo etc. Embora tenhamos nossas responsabilidades, algumas vezes precisamos dar vazão à nossa criança interior. É reservando um tempo para fazer o que realmente gostamos, cantar e dançar sem sepreocupar com julgamentos, balançar numa rede, saborear algo que gostamos muito, curtir momentos sem compromissos ou simplesmente não fazer nada.

Resgatar a nossa Criança Interior significa explorar os padrões de pensamentos negativos inconscientes que interferem hoje em nossas atitudes diante da vida e do mundo. Curando-nos,estaremos alinhando mente e emoções dando-nos maior capacidade de realizar os nossos projetos, desfrutando mais do nosso trabalho e dos nossos momentos de lazer. É a nossa Criança Interior que cria em nós a paixão pelo que fazemos e nos dá idéias criativas enquanto utilizamos o nosso discernimento para implementar nossas ideias no mundo utilizando as nossas habilidades. E quando nos encontramos com a nossa verdadeira essência, clareamos o nosso interior. Descobrimos que merecemos amor, adquirimos sabedoria e autoestima.

E assim transmitimos amor à nossa volta tornando-nos mais dignos e pacíficos. Já não reagimos infantilmente entrando em depressão diante das frustrações e nem quebramos tudo ou batemos nos outros quando estamos com raiva. Passamos a não nos importar com as críticas, mas utilizamos como um feedback para melhorar nossas competências. Assumimos o compromisso de agir de forma a criar o melhor para nós, para o nosso ambiente e para o mundo.

 
Quando libertamos e curamos a nossa Criança Interior encontramos respostas para as nossas insatisfações. Descobrimos o que nos traz alegria, nos tornamos mais criativos e energizados. Passamos a não depender do mundo exterior e dos outros para sermos felizes. Com isso nos propomos a mudar e não deixamos que os pensamentos negativos nos impeçam de realizar os nossos sonhos. Com essa nova força, nada e ninguém será capaz de nos deter…
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Lucia Belo Horizonte – Nascida em Belo Horizonte, apaixonada pela vida urbana, sou fascinada pelo meu tempo e pelo passado histórico, dois contrastes que exploro para entender o futuro. Tranquila com a vida e insatisfeita com as convenções, procuro conhecer gente e culturas, para trazer de uma viagem, além de fotos e recordações, o que aprendo durante a caminhada. E o que mais engradece um caminhante é saber que ao compartilhar seu conhecimento, possa tornar o mundo melhor.

AS VIBRAÇÕES DE CURA DO MÊS 9

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Setembro é um mês 9 (3X3), que segundo a tradição cabalística, representa o caminho das grandes transformações.
Pitágoras, o maior estudioso dos números de que se tem notícia, afirmava que tudo no universo está sujeito a ciclos progressivos prognosticáveis e que as formas de se medir esses ciclos são os números de 1 a 9. Nove significa novo e, assim sendo, marca o final de um ciclo e o início de outro. Ao atingir o nove estamos prontos para devolver ao universo alguma parte daquilo que se aprendeu através dos oito passos anteriores do ciclo.

Nas mitologias mundiais, o 9 é o número da “Mãe Deusa do Mundo,” a “Grande Deusa de Muitos Nomes,” Ela que é Matriz do processo de vida cósmico, e, na Grécia, era o número das Nove Musas, Filhas de Mnemósine (Memória, ou seja, Binah).

Outro fator importante do mês de setembro/16 é que o mesmo está sendo regido por duas Lua Novas (uma abrindo o mês e outra fechando), com isso as energias de cura e o padrão vibratório da orbe terrestre também passam por grande modificação. Somando-se a isso temos o que chamamos de “Tunel Temporal” sendo aberto em nossa Galáxia por conta da influência do planeta Mercúrio, que permanecerá retrógrado no período de 30/08 à 22/09. E o que significa Mercúrio estar retrógrado? Significa que sua órbita está em vibração contrária a do Sol e, com isso, um grande vórtice de força é desencadeado no Universo.

Os Trabalhadores da Luz e demais pessoas que estão com seus canais vibracionais “abertos” estão sentindo estas energias com mais força e maior impacto no cotidiano. Recomenda-se a ingestão de muito líquido e dar-se um período breve de descanso diário (15 min/dia) a fim de sintonizar com as forças do alto e afinizar-se com estas novas energias. Aqueles que trabalharam e buscaram pela cura terão agora a chance de dar o sonhado salto quântico e começarem a vibrar na frequência da Nova Era.

Note-se aqui que falo da ascensão da consciência a um plano mais elevado onde cada individuo desvincula-se de velhos traumas e padrões, com isso eleva seu padrão mental e abre-se para a Luz que irradia do alto.

No Universo tudo vibra e nada está parado. Aprender a vibrar na mesma frequência do alto é um dos desafios deste mês…

Algumas frequências nos ajudam a enfrentar esta “fase” de limpeza com um pouco mais de facilidade. Deixo aqui as “chaves” vibracionais do 6º Raio Rubi-Dourado, o mesmo em que vibra o Mestre Jesus e demais Chohan (Guardiões) e que canalizam a força crística de amor e cura para todos os seres de nosso planeta.

Ouçam sem moderação .!

Músicas-chave: Concerto para Piano (2 extratos) [Grieg]; Meu Herói, “Soldado de Chocolate” (Herbert) e Tema de Lara, “Dr. Zhivago” (Maurice Jarre)

 

Cibele Santos – Nutricionista, Taróloga, Shamanic Healer e Facilitadora de Círculos do Sagrado Feminino

https://www.facebook.com/cibele.stos

 

Oração do Amor Próprio

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Que eu saiba primeiro me encontrar, antes de me doar.

Que eu possa respeitar os meus próprios limites e aprender a dizer não quando essa é a minha real vontade e direção.

Nos erros que cometo, que eu possa me olhar com todo amor e compaixão, pois sei que faço e dou o meu melhor, que eu aprecie a autogratidão.

Em cada alegria celebro a grandeza de ser quem sou, sem querer ser uma imagem que pintaram de mim, esse tempo acabou.

Com carinho eu me cuido e me amparo a cada passo, a cada queda. Sei que minha força se refaz no meu tempo, e nele meu coração celebra.

Que eu não me critique ou me culpe, drenando assim minha própria energia. Que eu saiba respeitar o meu tempo de florescer a cada dor, que eu possa também me permitir a alegria.

Que antes de eu cuidar do outro, eu olhe para a minha vida, regue o meu jardim para que a doação não me deixe um buraco e eu me sinta depois dolorida.

Que eu não abandone a mim mesma, esperando que alguém venha me salvar, ao invés disso que eu saiba me olhar com amor e me curar.

 

Meire Oliveira é Escritora, Poeta e Coach de transformação. Amante das estrelas e das estradas. Autora dos livros Pintando Borboletas e Vai Com Fé que Flui. Conjuga o verbo escrever com vários outros juntos: ama, sente, vê. Por isso nasce e renasce em palavras que palpitam nela.

 

24 de Agosto – Dia do Orixá Mensageiro

 

EXU
O Mensageiro dos Orixás

Exu é a figura mais controvertida dos cultos afro-brasileiros e também a mais conhecida. Há, antes de mais nada, a discussão se Exu é um Orixá ou apenas uma Entidade diferente, que ficaria entre a classificação de Orixá e Ser Humano. Sem dúvida, ele trafega tanto pelo mundo material (ayé), onde habitam os seres humanos e todas as figuras vivas que conhecemos, como pela região do sobrenatural (orum), onde trafegam Orixás, Entidades afins e as Almas dos mortos (eguns). 

Esse Orixá (ou Entidade) não deve ser confundido com os eguns, apesar de transitar na mesma Linha das Almas (uma das três linhas independentes) sendo o seu dia a segunda-feira; ficando sob o seu controle e comando, os Kiumbas (espíritos atrasadíssimos na evolução). 

Exu é figura de status entre os Orixás, que apesar de ser subordinado ao poder deles, constitui uma figura tão poderosa que freqüentemente desafia as próprias divindades. Sua função e condição de figura-limite entre o astral e a matéria, se revela em suas cores, o negro e o vermelho, sendo esta última a vibração de menor freqüência no espectro do olho humano, abaixo do qual tudo é negro, há ausência de luz. 

Seus aspectos contraditórios também podem ser analisados sob outro ponto de vista: o negro significa em quase todas as teologias o desconhecido; o vermelho é a cor mais quente, a forte iluminação em oposição à escuridão do negro. Até em suas cores, Exu é o símbolo das grandes contradições, do amplo terreno de atuação. 

Os Exus são considerados entidades poderosas, mas nem sempre conscientes dessa força, desconhecendo seus limites e suas conseqüências ao envolver os seres humanos vivos. Assim ao utilizar-se de suas vibrações, um iniciado precisa tomar cuidado para não permitir que Exu, mesmo com o propósito de ajudá-lo, provoque um descontrole energético que possa ser prejudicial ao ser humano. 

Sua função mítica é a de mensageiro – é o que leva os pedidos e oferendas do homens aos Orixás, já que o único contato direto entre essas diferentes categorias só acontece no momento da incorporação, quando o corpo do ser humano é tomado pela energia e pela consciência do seu Orixá pessoal (quando a consciência de quem carrega o Orixá desaparece). 
 

É Exu quem traduz as linguagens humanas para a das divindades. Por isso, é imprescindível para a realização de qualquer ritual, porque é o único que efetivamente assegura em uma dimensão (ayé ou orum) o que está acontecendo na outra, abrindo os caminhos para os Orixás se aproximarem dos locais onde estão sendo cultuados. 

O poder de comunicar e ligar, confere à ele também o oposto; a possibilidade de desligar e comprometer qualquer comunicação. Se possibilita a construção, também permite a destruição. Esse poder foi traduzido mitologicamente no fato de Exu habitar as encruzilhadas, passagens, os diferentes e vários cruzamentos entre caminhos e rotas, e ser o senhor das porteiras, portas entradas e saídas. Isso não entra em contradição com o fato de Ogum, o Orixá da guerra, ser considerado o senhor dos caminhos. Além da grande afinidade entre as duas figuras míticas (que são irmãos, de acordo com as lendas), Ogum é responsável pelo desbravamento, pelo desmatar e o criar de novos caminhos, pela expansão do reino, enquanto Exu é o senhor da força que percorre esses caminhos. 

Como, então, essa imagem de menino brincalhão, mesmo que imprudente, se coaduna com a imagem popular que associa Exu ao Diabo? Mesmo em cultos de Umbanda (alguns) Exu é freqüentemente considerado um representante do mal, das forças perigosas e não totalmente recomendáveis. 

Qual a visão está correta?

A rigor, ambas ou nenhuma delas. Exu realmente brinca e se diverte, possibilitando brincadeiras e prazeres aos seres humanos. Também mexe com forças terríveis, provoca acontecimentos dramáticos, causando o mal. 

Em termos históricos, as culturas africanas que cultuam os Orixás – muito diversificadas, conseqüência evidente de uma sociedade dividida em raças, tribos, muito pouco centralizada para os parâmetros ocidentais – são muito mais antigas que as que conhecemos. Há lendas de Orixás que se explicam como respostas socialmente criativas a acontecimentos perdidos num longínquo passado, como a substituição do matriarcado pelo patriarcado, o surgimento do primeiro conceito de sociedade agrária, em oposição a uma cultura nômade e caçadora. 

Assim, como encontrar uma figura que representa o mal numa cultura onde não existe a dicotomia bem-mal? A moralidade ou imoralidade portanto, não está nas figuras dos Orixás, nem principalmente em Exu, mas sim nas interpretações que nós, ocidentais, fazemos a respeito de seus desígnios. 

Para a cultura africana, politeísta, onde os deuses brigam entre si, cada um tomando atitudes radicalmente opostas às dos outros, não existe um certo e um errado, mas vários. Cada ser humano é filho de dois Orixás e, para ele, suas atitudes serão as mais corretas, enquanto um filho de outro Orixá deverá manter postura diferente, mas adaptada ao arquétipo de comportamento associado ao seu próprio Orixá. 

Outra razão de confusão vem do fato de os negros terem chegado ao Brasil na condição de escravos, tratados como subumanos e sem os mínimos direitos. 

Nenhuma hipótese havia, portanto, para que Exu e outras figuras míticas do Candomblé e da Umbanda, fossem aceitas como independentes: os negros tinham de ser convertidos ao Deus Único, aos mitos cristãos. 

Uma divindade africana ao ser capturada pelas explicações católicas, teria no máximo o status de santo, divindade menor, praticamente humana, na teologia cristã. 

Como precisavam de um Diabo, os jesuítas encontraram na figura de Exu, o Orixá que poderia, meio forçadamente, vestir a sua roupa, provavelmente porque sendo o mais humano dos Orixás, à ele se pede interferência nas questões mais mundanas e práticas, o que resulta que a maior parte das oferendas do culto vá, para ele. 

Exatamente por isso, Exu era a divindade que protegia, na medida do possível, os negros dos repressivos senhores. Era para Exu que pediam desgraças para seus senhores. 

Dois outros fatores associam Exu ao Demônio; o fogo – elemento do Diabo e também freqüente nos cultos e oferendas para o mensageiro dos Orixás africanos – e o sexo, território considerado tabu pelos católicos, e o prazer – em geral, as atividades favoritas de Exu. A sensualidade desenfreada costuma ser atribuída à influência de Exu, que significa a paixão pelo gozo, sendo freqüentemente representado em estatuetas, como figura humana sorridente, debochada. 

Para completar os tabus que marcavam Exu como uma figura que subvertia o conceito de faça o bem e será recompensado, faça o mal e será punido – já que ele podia fazer qualquer coisa e alterar qualquer resultado – mas um fator fez com que fosse não só usado como o Diabo mas reconhecido como sua própria encarnação por parte dos jesuítas: Exu gosta de sangue. 

É costume que, em oferendas, o sangue de animais seja o último ingrediente. 

Como, porém, essa base filosófica africana foi esquecida na prática pelos brasileiros, existe certo temor e preconceito com relação a Exu. Isso se revela no temor que os babalorixás (sacerdotes que dirigem a Umbanda ou um Candomblé) têm em identificar alguém como filho de Exu, ou seja, como pessoas cuja energia básica é a mesma do mensageiro dos deuses. Reforçam-se assim, os mitos de desgraça que ronda a figura de Exu. 

A Pomba-gira, figura comum nos cultos de Umbanda e presente em diversos Candomblés, dada a grande intercomunicação entre as duas vertentes, não passa, de um Exu Feminino, onde estão em destaque o senso de humor debochado, a voluptuosidade e sensibilidade desenfreadas, usando cabelos soltos, saias rodadas e vaidosas flores na cabeça. Sua dança é uma gira frenética, desenfreada, violenta até, com quase nenhum controle – sem compostura, de acordo com a visão ocidental. 

CARACTERÍSTICAS DOS FILHOS DE EXU

São muitas as pessoas que têm Exu, como fonte energética principal, mas são poucas as que o sabem. É comum um certo temor do pai-de-santo em comunicar ao iniciado que é um filho de Exu (englobado na Linha das Almas), após a confirmação do jogo de búzios. Acontece que os mitos ocidentais e orientais de perigo e desgraça que andam junto de Exu, fazem com que a pessoa que está sob a égide desse Orixá seja considerada uma perseguida da sorte, marcada pelo destino, e são comumente apontados como sofredores, como se ligados ao mal ou ao padecimento. 

O arquétipo psicológico associado aos filhos de um Orixá é a síntese das características comportamentais que fazem parte de cada Orixá e que são atribuídas aos seus filhos. Não deve ser encarado como camisa de força que limite os seres humanos, mas guias de comportamento. Essas guias de comportamento ou matrizes, são os Orixás. 

No caso dos filhos de Exu, suas características principais seriam a ambivalência e o relativismo, a falta de posturas morais rígidas e inabaláveis, preferindo certo apego à maleabilidade e ao pragmatismo que faz cada situação ser encarada como totalmente independente de outra, cada uma, portanto, merecendo uma saída diferente. 

 

Texto Extraído do Livro “Os Orixás” – publicado pela “Editora Três”

 

13 sinais de que você é uma alma velha

A religião taoísta, existente há mais de 5 mil anos, afirma que uma alma volta à terra para buscar a evolução e perfeição, para depois atingir seu objetivo final, que é voltar ao Tao – uma espécie de paraíso onde somente estão as almas purificadas e evoluídas.  Portanto, uma alma velha é aquela já passou por 5 idades, e com isso possuem graus elevados de percepção, de sensibilidade, são mais experientes que as demais, mais espiritualizadas.  Veja abaixo características de pessoas que possuem uma alma velha

1- São pessoas mais experientes, sensíveis e maduras do que as demais da sua idade. Normalmente uma alma velha costuma se dar bem com pessoas mais velhas do que ela, por serem mais evoluídas.

2- São pessoas que adoram a intelectualidade, o conhecimento, a sabedoria. Estão sempre desejando estudar, aprender algo novo e têm interesse em diversas áreas do saber.

3- São pessoas que apreciam as coisas simples da vida, e estão sempre buscando fazer coisas que lhes deixam felizes e plenas espiritualmente e emocionalmente.

4- Tendem a ser solitários, gostam de estar sozinhos e curtir a sua própria companhia. Precisam de momentos sozinhos.

5- São muito sensíveis a toda e qualquer energia ao redor, são como ‘esponjas’, sentem e absorvem a energia emanada por pessoas e ambientes.

6- São empáticas, emocionais, gostam de ajudar os outros e colocam-se sempre no lugar dos demais antes de opinarem, procura evitar a todo custo ferir ou magoar alguém.

7- São muito intuitivas e gostam de se guiar por elas. Costumam dar conselhos baseados em intuição e tendem a acertar em previsões.

8- Normalmente não têm a mesma opinião e ideia que seus familiares, mas prevalece o respeito acima de tudo.

9- Normalmente são pessoas autocríticas, se cobram demais e são perfeccionistas.

10- Não são nada materialistas. Não ambicionam grandes fortunas, fama, ou muitos bens, procuram valorizar o real sentido da vida.

11- Possuem um dom especial: o perdão. São pessoas que conseguem perdoar de fato, sem guardar mágoas (o que mostra a sua evolução como uma alma velha).

12- Os sentimentos que acompanham uma alma velha: tranqüilidade, serenidade, paciência e desconfiança no mundo de hoje.

13- Foram crianças muito curiosas, daquelas que queriam saber de tudo. Que abriam coisas para saber o que tem por dentro, como eram feitas. Que faziam perguntas que os adultos não sabiam como responder. Podem mesmo ser consideradas rebeldes pelos pais, e conversa como um adulto desde criança.

WeMystic

 

O RETORNO DO AMOR E A CURA CÓSMICA

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A quantidade de luz na terra nunca foi maior do que nesse momento. As vibrações estão mudando. A relação com a consciência está mudando. O despertar se deu início aflorando a conexão do corpo físico com a energia da alma e desta com o corpo de luz. Com as ondas de frequências de luz se aterrando no planeta o amor está retornando. E com ele a cura. O amor nas dimensões superiores se expressa na energia da luz e se corporifica nas vibrações da cura. Toda vibração de amor nas esferas superiores tem o potencial de curar. Muitos dos trabalhadores da luz que agora estão despertando e relembrando de quem são vieram com a missão de se tornarem “corpos de luz” nesta esfera física e a partir do ano de 2021 manifestarão isso materialmente trazendo a cura planetária em grande escala. Para um corpo de luz vibrar nesta dimensão é necessário que o plano terrestre esteja até certo grau em estado vibracional que possa acolhê-lo e protege-lo, por isso a necessidade da limpeza planetária em todos os níveis.

Estamos neste momento vivendo uma profunda limpeza planetária onde todo tipo de energia vibracional obscura está sendo trazida a consciência para ser liberada e transmutada. Todo padrão de comportamento que já não nos serve deve ser liberado agora. Por isso a necessidade do encontro de vibrações contrárias e adversas estarem operando cosmicamente neste momento. Trazer a consciência crenças que criam medo em todas as áreas da vida vai criar resistência que poderá prolongar a experiência pretendida. Recomenda-se que se peça orientação interior para seguir adiante. Entender que é necessário liberar estas programações e seguir o fluxo da cura se faz necessário a cada ser que optou de livre consciência passar por este processo de limpeza e purificação.

A humanidade terrena está passando em nível coletivo por uma ativação em massa de códigos de abertura de consciência. Nem todos conseguirão processar esta ativação, mas não o fazendo agora o farão em momento oportuno em outra esfera dimensional. Muitos dos “despertos” já conseguem sentir o fluxo da energia curativa através das vibrações do amor divino que começa a envolver o seu campo vibracional. E com este crescimento de vibração serão capazes de acessar frequências mais altas que exigirão uma limpeza mais profunda em programações que vem se agregando ao longo de muitas vidas.

Toda vez que você liberar os seus medos, suas limitações, suas crenças que não lhe servem mais, e seu medo de amar a si mesmo completamente, o caminho para a ativação da energia amorosa estará mais perto. É você quem detêm a chave para libertar-se da escuridão que o rodeia. É você quem tem o poder de transformar tudo em torno de você simplesmente por estar em um estado de amor para todos ao seu redor, mas especialmente para si mesmo. O amor por si mesmo nunca foi tão importante do que é neste momento.

Este processo é o retorno para o nosso corpo de luz que vibra a partir da quinta dimensão nos incorporando com o nosso aspecto mais elevado. É o retorno para o amor divino que estamos tendo a graça de receber em um corpo físico vibrando em um plano tridimensional. Tudo isso faz parte de um grande movimento que estamos experienciando neste contexto tridimensional de ampliar a nossa consciência e concretizar em um plano tridimensional o que estamos experienciando em planos superiores de consciência. Declare sua intenção de ativar sua consciência em dimensões superiores onde parte de você já habita.

Esta é a nossa missão e nosso destino divino. Nós somos amor, e nós somos um em unidade e graça.

 

Maiana Lena

Eu Sou Maiana Lena e manifesto-me a partir dos raios de amor e sabedoria para, neste momento, saudar cada um e trazer-lhes as bênçãos de celebração, independência, iniciação e felicidades. Saudações, Amados.

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AS SETE LEIS HERMÉTICAS – O PRINCÍPIO DA VERDADE

As sete principais leis herméticas se baseiam nos princípios incluídos no livro “O Caibalion” que reúne os ensinamentos básicos da Lei que rege todas as coisas manifestadas. A palavra Caibalion, na língua hebraica significa tradição ou preceito manifestado por um ente de cima. Esta palavra tem a mesma raiz da palavra Kabbalah, que em hebraico, significa recepção.


1 – A LEI DO MENTALISMO

“O Todo é Mente; o Universo é mental.” (O Caibalion)

O universo funciona como um grande pensamento divino. É a mente de um Ser Superior que “pensa” e assim, tudo existe. É o Todo. Toda a criação principiou como uma idéia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu ser na divina consciência.

O Universo e toda a matéria são como os neurônios de uma grande mente, um universo consciente e que “pensa”. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento.


2 – A LEI DA CORRESPONDÊNCIA

“O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima”  (O Caibalion)

Essa lei  nos lembra que vivemos em mais que um mundo.

Vivemos nas coordenadas do espaço físico, mas também vivemos em um mundo sem espaço e sem tempo.

A perspectiva muda de acordo com o referencial. A perspectiva da Terra normalmente nos impede de enxergar outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não nos percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta.

O principio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa. Portanto podemos aprender as grandes verdades do cosmo observando como elas se manifestam em nossas próprias vidas.

Por isso estudamos o universo: para aprender mais sobre nós mesmos. Na menor partícula existe toda a informação do Universo.


3 – A LEI DA VIBRAÇÃO

“Nada está parado, tudo se move, tudo vibra”.

No universo todo movimento é vibratório. O todo se manifesta por esse princípio. Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo é movimento.

Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia.

Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo está em movimento.

A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento e ritmo.


4 – A LEI DA POLARIDADE

“Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados”
(O Caibalion)

A polaridade revela a dualidade, os opostos representam a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, tudo é dual, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza.

O pólo positivo (+) e o negativo (-) da corrente elétrica são uma mera convenção. Energia negativa (-) é tão “boa” ou “má” quanto energia positiva (+).

Amor e o ódio são simplesmente manifestações de uma mesma coisa, diferentes graus de um sentimento.


5 – A LEI DO RITMO

“Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação”.

Pode se dizer que o princípio é manifestado pela criação e pela destruição. É o ritmo da ascensão e da queda, da conversão de energia cinética para potencial e da energia potencial para energia cinética. Os opostos se movem em círculos.

É a expansão até chegar o ponto máximo, e depois que atingir sua maior força, se torna massa inerte, recomeçando novamente um novo ciclo, dessa vez em um sentido inverso.

Tudo está em movimento, a realidade compõe-se de opostos. A lei do ritmo assegura que cada ciclo busque sua complementação. As coisas avançam e recuam, sobem e descem. Mas também giram em círculos e em espirais ascendentes e descendentes.


6 – A LEI DO GÊNERO

“O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos da criação”.

Os princípios de atração e repulsão não existem por si só, mas somente um dependendo do outro. Tudo tem um componente masculino e um feminino independente do gênero físico. Nada é 100% masculino ou feminino, mas sim um balanceamento desses gêneros.

Existe uma energia receptiva feminina e uma energia projetiva masculina, a que os chineses chamavam de “ying” e de “yang”. Nenhum dos dois pólos é capaz de criar sem o outro. É a manifestação do desejo materno com o desejo paterno.

É uma importante aplicação da lei da polaridade. É semelhante ao principio animas – animus de Carl Jung ou seja, que cada pessoa contém aspectos masculinos e femininos, independente do seu gênero físico. Nenhum ser humano é 100% masculino ou 100% feminino.


7 – A LEI DE CAUSA E EFEITO

“Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei”.

Nada acontece por acaso, pois não existe o acaso, já que acaso é simplesmente um termo dado a um fenômeno existente e do qual não conhecemos a origem, ou seja, não reconhecemos nele a Lei à qual se aplica.

Para todo efeito existe uma causa, e que toda causa é, por sua vez, um efeito de alguma outra causa.

Esse princípio é um dos mais polêmicos, pois também implica no fato de sermos responsáveis por todos os nossos atos.

No entanto, esse princípio é aceito por todas as filosofias de pensamento, desde a antiguidade. Também é conhecido como karma.

“Os lábios da Sabedoria estão fechados, exceto aos ouvidos do Entendimento.”

Referencias: O Caiballion